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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Sala de cinema (3) – Match Point

Na terceira edição desta rubrica trago-vos um dos meus filmes preferidos: o Match Point, um drama dirigido por Woody Allen, em 2005. A história é uma fábula sobre o papel que a sorte desempenha no destino.  

Nesta história, Chris Wilton (Jonathan Rhys Meyers), um professor de ténis, conhece Chloe (Emily Mortimer), uma jovem de família rica, com a qual inicia um relacionamento. No entanto, um tempo antes ele tinha-se apaixonado pela namorada do irmão de Chole, Nola (Scarlett Johansson), com a qual mantém um relacionamento paralelo. Interessado na fortuna da família de Chloe, Chris Wilton precisa se livrar de Nola, que mais tarde fica grávida. O filme do norte-americano Woody Allen é fortemente influenciado por Dostoyevski, no romance Crime e Castigo, e faz referência por diversas vezes a excertos do livro no filme. ‘The Facts of Life’, de W. Somerset Maugham, é também uma obra com algumas referências.

O filme foi nomeado para Óscar na categoria de melhor argumento e teve quatro nomeações nos Globos de Ouro (melhor director, melhor filme de drama, melhor performance para actriz secundária em filme [Scarlett Johansson] e melhor argumento). Deixo-vos com o trailer desta apaixonante e surpreendente película: 

  O que acharam deste filme, qual foi a cena que mais os surpreendeu? Qual é o vosso filme favorito de Woody Allen? Seria importante para o turismo em Portugal que este realizador fizesse um filme em Lisboa?

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Crise de arrumações

Sou organizado, mas nunca fui muito bom em arrumações. Sei onde tenho tudo, mas reconheço que tenho uma maneira esquisita de colocar as coisas. Sim é estranho, eu sei, e pode até não ser a forma mais harmoniosa, mas é a minha. Cada coisa tem o seu espaço.  

Contudo, acho que os outros têm dificuldade a compreender a minha forma de arrumar o meu quarto. Irrita-me quando sistematicamente me dizem que anda tudo desarrumado, é talvez das coisas que mais me tira do sério…

De forma a poder livrar-me desse tipo de conversa, projectei para este Verão um grande objectivo. Fazer uma revolução total do meu quarto. Ver o que fica e o que saí. Mandar fora o que não interessa ficar com aquilo que me é querido e próximo. Uma mudança radical para mudar tudo o que tenho por cá.

Esta semana comecei a tratar desse assunto. Contudo, se há uma coisa que tenho de reconhecer é que tenho muita coisa. Acho que a minha área de trabalho me obriga exactamente a isso. Isso faz com que tudo seja mais difícil, mas que não deixa de ser uma situação engraçada.

Alguma parte já está vista e tratada. Nestes dias de intenso calor, tenho aproveitado os tempos mortos para cortar no dispensável. É incrível as coisas que tenho encontrado, é como fazer uma viagem no tempo. É isso que eu mais gosto quando faço arrumações, lembrar algumas recordações perdidas. Quando terminar o mais provável é continuar a ouvir que o quarto está desarrumado, mas a verdade é que este caos organizado me define e faz aquilo que sou. 

Fonte da imagem: https://acasadasgurias.wordpress.com/ 

 

 

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