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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Sala de Cinema (20) – Into the Wild

Into the Wild, considerado um dos melhores filmes do ano de 2007, é o destaque da vigésima edição d’ Sala de Cinema. Dirigido por Sean Penn este é um drama biográfico baseado na viagem de Christopher McCandless até ao Alasca.

Baseado numa história verídica, de um americano recentemente saído da Universidade e com um brilhante futuro à sua frente. Aos 22 anos, Christopher McCandless (Emile Hirsch) opta por prescindir da sua vida privilegiada e partir em busca de uma aventura. O que lhe acontece durante este percurso transforma este viajante num símbolo de resistência para inúmeras pessoas. A forte performance de Emile Hursch no papel principal traz uma maior profundidade a esta longa-metragem. É impressionante como ficamos ligados a esta aventura e aos problemas que a personagem vai enfrentando ao longo do caminho. De realçar que o actor norte-americano teve de perder 40 (!) quilos para interpretar este papel.

Um hino à coragem e resistência, esta é uma película inspiradora de um sonho que retrata uma realidade forte com uma subtileza incrível. De uma enorme sensibilidade, Into the Wild é a celebração da liberdade em toda a sua radicalidade. As belas paisagens gravadas são um cartão de visita a este fabuloso local. Este filme é, sem dúvida, um elogio à beleza da natureza, em detrimento do cinismo e hipocrisia de uma sociedade sem valores.  

Há uma forte mensagem implícita nesta história e que merece várias visualizações. É um claro exemplo do melhor que o cinema tem para dar. Com um orçamento de 15 milhões de dólares, Into the Wild arrecadou cerca de 56 milhões. Premiado em diversas ocasiões, recebeu duas nomeações para Óscar para melhor actor secundário para Hal Holbrook e melhor edição.

 

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Um dos melhores filmes do século XXI? O que mais surpreende em Into The Wild? Eram capazes de partir à aventura para o desconhecido?

Imagem espontânea (19)

A Serra da Arrábida é um dos mais importantes espólios da península de Setúbal, que se estende por uma área de 10.800 hectares, abrangendo os concelhos de Setúbal, Palmela e Sesimbra. O Imagem Espontânea volta a dar ênfase a este local que é candidato a Património Mundial Misto da Unesco, iniciativa que teve início em 2001.

A foto que hoje vos trago é da encosta norte da Arrábida, na zona de Casais da Serra, um local na transição da serra. A originalidade da paisagem deve-se não só às suas características naturais, mas também à remota humanização destes espaços. O seu clima é temperado mediterrânico, apresentando assim uma flora rica de espécies.

O Parque Natural da Arrábida foi criado em 1976 pela urgência de preservação de valores naturais históricos e económicos. Este é um local perfeito para uma caminhada, onde é possível aproveitar a beleza que a natureza no seu estado puro nos possibilita. Aos amantes de natureza é um local imperdível e que seguramente vai promover muito bons momentos.

 

Já visitaram a Serra da Arrábida? O que acharam do local? Consideram que Portugal devia proteger/preservar melhor estes espaços?

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