Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Sala de Cinema (33) – O Silêncio dos Inocentes

Se fizermos uma retrospectiva sobre os anos 90, um filme incontornável é O Silêncio dos Inocentes (1991). Na minha perspectiva uma das grandes longas-metragens dos últimos tempos! O seu tom sombrio e misterioso dá-lhe uma aura muito peculiar. Realizado por Jonathan Demme, este filme foi lançando em 14 de Fevereiro de 1991 e arrecadou a módica quantia de 272 milhões de euros.

Nesta trama, uma jovem agente de FBI Clarice Starling (Jodie Foster) é destacada para encontrar assassino que arranca a pele de suas vítimas. Esse lunático começou a ser conhecido como "Buffalo Bill". Sem grandes desenvolvimentos no caso, acaba por não ter opcção além de procurar ajuda a outro serial killer - Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), preso sobre a acusação de canibalismo. Assim, o filme segue toda a investigação, onde Claire procura por todos os meios encontrar o perigoso psicopata. Será que está à altura deste desafio?

Anthony Hopkins desempenha o papel de Hannibal com mestria. Cada vez que o actor britânico aparece no filme é hipnotizante, numa grande demonstração de representação. Arrecadou o Óscar de Melhor Actor por este desempenho, num prémio mais que justo. A extraordinária química com Jodie Foster é uma das chaves para o sucesso. A actriz também se exibiu a um grande nível numa performance inesquecível. Além disso, O Silêncio dos Inocentes possuí um enredo e diálogos intensos que possibilitam um precioso desempenho.

De facto, o argumento prende-nos do início ao fim através de uma investigação repleta de peripécias. Consegue ser cativante e assombroso ao mesmo tempo. O grande trabalho de realização de Demme é impressionante. Algumas das cenas retratadas são icónicas e ficam marcadas para a história do cinema. A qualidade da longa-metragem valeu-lhe os cinco principais Óscares (Melhor Filme, Direção, Argumento, Actor e Actriz) – foi o terceiro na história a conseguir isso depois de It Happened One Night (1934) e Um Estranho no Ninho (1975). 

Já viram este filme? São fãs de longas-metragens sobre casos policiais? Que outros filmes dos anos 90 é que destacavam?
 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Dentro de uma tempestade devastadora

Chovia torrencialmente, o mar estava muito perigoso. O tempo parecia não dar tréguas, nem dava mostras de alguma melhoria. Naquele oceano, apenas um pequeno barco encontrava-se a lutar contra aquelas ondas enormes. Considerados loucos e corajosos pela comunidade, aqueles audaciosos marinheiros não viravam a cara à luta. As ondas cada vez estavam maiores, as vidas daqueles homens estavam em constante perigo.

Ainda assim o capitão daquele barco, não parecia atormentado com medo. José Brandão, era experiente e já tinha passado por outros desafios. Nada o atormentava! Num corpo tonificado, a sua pele estava  castigada pela idade, os seus lábios secos e com sabor salgado. Era um autêntico lobo do mar. Destemido e pronto para uma nova aventura. Naquela manhã ignorou todas as previsões e decidiu mesmo assim partir para o mar. 

Completamente encharcado, olhou para o horizonte. O mar estava a ficar mais agitado, José Brandão não teve outra opção além de se agarrar ao leme com força para não perder o equilíbrio. A chuva caía cada vez com mais intensidade, não deixando ver nada à sua frente. Aquele capitão percebeu que aquela era uma tempestade completamente diferente de todas as outras que tinha enfrentado. De repente, reparou no aparecimento de uma enorme onda, isso fez com que entendesse o verdadeiro perigo em que estava. “Merda”, praguejou.

Imagem retirada de: www.ojovemeomundo.com

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Páginas Folheadas (6) – O Dragão de Inverno

Hoje, no Páginas Folheadas, venho falar-vos de uma obra que li muito recentemente, falo d’ O Dragão do Inverno, de George R. R. Martin. O autor da mediática saga Guerra dos Tronos (‘As Crónicas de Gelo e Fogo’ em livros) publicou uma série de contos de literatura fantástica e ficção-científica. O livro conta com dez histórias e é a tradução de alguns contos presentes em ‘GRRM: A RRetrspective’ (2003). Em Portugal, o livro foi publicado em 2012 pela editora Saída de Emergência.

Algo que desde logo me deixou agradado é que antes de cada conto existe uma contextualização do próprio George R. R. Martin. Na minha perspectiva é bastante interessante e didático ele contar um pouco das peripécias que se deparou ao longo da construção e publicação de cada texto. Acrescenta valor ao texto e as abordagens são bastante elucidativas. 

Confesso que sou um grande fã do estilo de Martin. É numa escrita fluída e criativa que o escritor norte-americano leva-nos a emocionantes e interessantes histórias. A sua mestria na exploração literária é arrebatadora, exibindo um forte dinamismo ao longo de todos os textos. É fácil e natural começar a imaginar os espaços descritos, as palavras facilmente invocam o lugar, o que demonstra a boa capacidade existente em todos os enredos. 

Nestes dez contos, há uma grande diversidade de temáticas desde dragões até viajantes do tempo. Dado aos vários temas apresentados, há alguns que pessoalmente me cativaram mais – como por exemplo Recordando Melody, Variações falaciosas e Retrato dos seus filhos – do que outros. De facto, é impossível ler uma pequena colectânea de todos os contos que estão integrados. Uma coisa é garantida em todos eles há uma grande qualidade na escrita. Assim sendo, na minha opinião, é uma obra bem executada e que expõe o talento do autor neste género literário… 

 

 (Se ficaste interessada/o no livro, clica na imagem para comprar)

 

Para quem já leu o livro, qual é o vosso conto favorito? Gostam da escrita de George R. R. Martin? São fãs do estilo de fantasia?

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

A Analogia da Morte já está à venda!

É verdade! O meu livro já se encontra à venda, o meu sonho de infância começou hoje a ser realizado. Lutei muito para conseguir este objectivo, nada mais me faz mais feliz do que estar a viver este momento. Saboreio cada minuto! Sei que muitos de vocês tem sido incansáveis na ajuda, o que vos peço é que continuem a divulgar esta obra. Nada melhor do que encontrar mais público ávido por um policial! Para quem ainda não conhecem vou deixar algumas informações referentes à obra: 

 

Título: A Analogia da Morte

Género: Policial

Preço: 11 euros

Páginas: 241

Editora: Chiado Editora

ISBN: 978-989-51-1909-7

 

Sinopse: Numa Lisboa mergulhada pelo caos e corrupção, um estranho acontecimento surge. Vários criminosos da cidade começam a aparecer mortos com um corte no pescoço. Nas sombras, um assassino procura a justiça absoluta e está disposto a tudo para a conseguir. Para João Gonçalves, um aspirante a detective, esta é a altura certa para poder mostrar o seu valor. Enquanto isso, a equipa policial liderada pelo famoso Gonçalo Tavares procura avidamente alguma pista para dar cobro a essa situação. Numa investigação sem precedentes na capital portuguesa, todos procuram o criminoso, mas acabam mergulhados nos seus próprios fantasmas… Entretanto, Diogo Santos um importante professor e romancista vive atormentado por encontrar-se sozinho. A sua esperança vai renascer quando reencontra Cláudia Martins – o seu grande amor. A ambiciosa gestora quer subir na vida a todo o custo e não se importa de usar qualquer estratégia desde que os seus desejos sejam cumpridos. Mas será que ela desta vez vai demasiado longe? Num relato dinâmico e frontal, ‘A Analogia da Morte’ expõe os defeitos e os erros do ser humano.

 

Quem quiser encomendar o livro é bastante simples! Basta enviar um e-mail para aqui: mapereira.encomendas@sapo.pt

 

 

Se gostas deste blogue e daquilo que eu escrevo, então ajuda a divulgar a minha página para a dar a conhecer a um público maior. Gosta, comenta e partilha, estou a contar com a tua ajuda!

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Imagem espontânea (30) – Parque Eduardo VII

Quem me segue há algum tempo sabe que eu sou um enorme apaixonado pela cidade de Lisboa. Adoro passear pelas suas ruas e descobrir locais novos para me fascinar. Um dos sítios que mais gosto de visitar é o Parque Eduardo VII devido à sua enorme beleza e carisma. Confesso que me perco neste extraordinário espaço.

Este é o maior parque do centro da capital portuguesa, o espaço estende-se por cerca de 25 hectares. Aberto no príncipio do século XX, o Parque Eduardo VII foi baptizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, algo que serviu para reforçar a aliança entre os dois países. A actual configuração deste espaço foi projectada pelo arquitecto Francisco Keil do Amaral. É também aqui que se encontra a Estufa Fria, local que possuí uma grande diversidade de plantas exóticas. Além disso, para quem é fã de livros, é nos passeios do parque que se realiza a Feira do livro de Lisboa.

Devido ao meu apreço por este sítio, fiz-lhe uma pequena homenagem. O Parque Eduardo VII vai aparecer no meu livro de estreia – A Analogia da Morte. Posso desde já dizer que vai ser um espaço muito especial… Para os fãs deste local espero que gostem de o ver retratado nas minhas palavras!

 
 
 
 
 
Gostam do Parque Eduardo VII? Qual é o vosso local preferido de Lisboa?
 

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Pág. 1/2