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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Encontrar sempre a meta certa!

Os meus dois grandes objectivos para este ano passavam pela publicação do meu livro e a conclusão de uma meia-maratona. Felizmente, esses dois desejos acabaram por ser concretizados com esforço, espírito de sacrifício e determinação. Ainda assim, não me dou por satisfeito. Sou ambicioso, vocês já devem saber isso.  Adoro desafiar-me, portanto decidi fazer a meia-maratona da Ponte Vasco da Gama. Assim, voltei a equipar-me e ataquei esta prova com tudo o que tinha. Esforcei-me ao máximo, mais uma vez com um tempo tórrido como grande adversário. Foram longos quilómetros, alguns mais dolorosos que outros. No fundo um verdadeiro desafio, nada melhor do que isso para motivar a querer novas conquistas. A desejar mais! O importante mesmo é encontrar sempre a meta certa, seja em qualquer objectivo. Ontem, foi mais uma meta conquistada. A chegada é sempre uma tempestade de emoções. Um momento bastante emocionante. É a sensação de dever cumprido. De mais um obstáculo superado e esse sentimento é um verdadeiro tesouro! A cereja no topo do bolo foi conseguir tirar um minuto ao tempo que tinha feito em Março. Para o ano o desejo passa por fazer ainda menos tempo. Agora é continuar a desejar que estes últimos meses continuem fantásticos e esperar que 2015 seja ainda mais auspicioso!

 

 

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Páginas Folheadas (7) – A Chave para Rebecca

Há algumas semanas tive oportunidade de mergulhar num livro que me encantou pelo seu enredo e respectivo desenvolvimento. A Chave para Rebecca, do britânico Ken Follett, foi uma fantástica surpresa. Publicado originalmente em 1980, tornou-se um enorme sucesso literário a nível mundial. Em Portugal, a obra foi editada recentemente pela Bertrand Editora.

Elogiada pelo detalhe histórico com que descreve o Égipto durante a Segunda Guerra Mundial, A Chave para Rebecca é um thriller cativante da primeira à última página. A obra decorre durante o Verão de 1942, num momento em que Rommel parece quase imbatível, aproveitando o espião Alex Wolff e um código fatal enterrado nas páginas do romance de Daphne de Maurier – Rebecca. Wolf cruza o escaldante deserto do Saara e entra no Cairo para roubar os planos militares britânicos. Enquanto isso, o  major Vandam encontra-se no seu encalço e encarrega a encantadora Elene de seduzi-lo. À medida que as tropas de Rommel se aproximam da vitória, a perseguição desenrola-se no deserto até chegar a um confronto impressionante e explosivo… Qual das duas facções vai sair por cima?

Algo que me agradou bastante nesta obra foi ver como era a espionagem antes da era tecnológica e entender como as coisas evoluíram tão rapidamente. De facto, para quem gosta de uma boa intriga este é o livro certo, quando se começa a ler é complicado não ficar deliciado com estas páginas de cortar a respiração. Ao longo de todo o enredo, há uma tensão que vai crescendo e que é muito bem explorada por Ken Follett. A capacidade narrativa do britânico é extraordinária, confesso que adoro a forma como ele escreve. Através de descrições fantásticas fazemos quase uma viagem no tempo para assistir a todos os acontecimentos. Além disso, destaco a riqueza e diversidade de personagens, é fácil ficar ligado com os diversos caminhos tomados por cada elemento da história. Cada um acaba por lutar contra os seus fantasmas…

Aproveitando o sucesso, a obra acabou por ganhar uma versão cinematográfica. Em 1985, o filme estreou nas televisões numa longa-metragem dividia em duas partes com quatro horas de duração. As filmagens decorreram na Tunísia e o director da adaptação foi o inglês David Hemmings.

Imagem retirada de: http://portalivros.wordpress.com/ 

Quem já leu este livro? Qual é a vossa opinião sobre a escrita de Ken Follett? Gostam de livros que retratam acontecimentos históricos?

 

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