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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Questões inevitáveis (40) – Refugiados sírios

É um dos temas do momento! O que fazer aos milhares de refugiados sírios que tem viajado pelo continente europeu? O conflito sírio já provocou mais de dois milhões de refugiados sírios, informou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). As imagens arrasadoras nas fronteiras são cada vez mais frequentes e agravam-se com o passar dos dias.

Portugal pode receber cerca de 3000 refugiados, o dobro do número previsto até agora, avançou o PÚBLICO. O Governo não avança ainda com nenhuma data para a chegada dos primeiros grupos. O ministro adjunto e do Desenvolvimento, Miguel Poiares Maduro, anunciou, no início deste mês no Conselho de Ministros, que “Portugal tem, seguramente, disponibilidade para acolher um número maior de refugiados, esperando que essa mesma solidariedade e disponibilidade também exista por parte dos outros Estados europeus”.

Contudo, Miguel Poiares Maduro alerta que “há dimensões da própria resposta portuguesa que estão dependentes de decisões que têm de ser adoptadas a nível comum na Europa, nomeadamente o número de refugiados que Portugal irá, em última instância, acolher”. O grupo de coordenação a nível nacional será constituído por representantes da Direcção-Geral dos Assuntos Europeus, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, do Instituto de Emprego e Formação Profissional, da Direcção-Geral de Saúde e da Direcção-Geral da Educação e do Alto Comissariado para as Migrações.

De que forma a Europa deve lidar com este problema? Concordas com a integração dos sírios em Portugal? Quais são as medidas que devem ser feitas para que tudo corra bem?

 
 

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Um perfume especial

O cheiro das flores era contagiante, sempre que passava por aquela rua ficava hipnotizada com o cheiro tão característico. Era algo tão diferente pois vivia rodeada por aquele cidade tão cinzenta e sisuda. De facto, aquela florista trazia cor a todo aquele espaço, dava-lhe vida. Para aquela mulher, era o melhor momento de um dia repleto de uma rotina exasperante. Parou um pouco e fechou os olhos, pois queria aproveitar aqueles curtos segundos. Atrás de si, ouviu alguém a resmungar numa voz áspera por aquela paragem tão espontânea e brusca. A hora de ponta era sempre problemática naquela rua emblemática de uma cidade demasiado movimentada. Apenas desejava uma pausa daquele sufoco constante. Aquele seria um fugaz momento para ganhar coragem para mais um longo dia de trabalho. Respirou fundo. O perfume percorreu as suas narinas. Aquela mulher na casa dos 40 anos largou um enorme sorriso, satisfeita por aquele momento libertador. Abriu repentinamente os olhos e regressou ao seu caminho com a esperança renovada. Tinha fé que aquele dia ia correr bem...

 
 

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Imagem espontânea (42) - Dias repletos de esperança

Nesta semana estava mais que na hora de regressar aos dois posts semanais como já é tradição no Um Mar de Recordações. Os últimos ias tem sido caóticos na preparação de uma nova fase da minha vida tanto a nível pessoal como profissional, portanto isso acabou por diminuir bastante o meu tempo disponível. Mas agora com tudo mais organizado vou fazer regressar o blogue com mais frequência. É uma promessa! Hoje regressamos com uma das rubricas mais queridas - o Imagem Espontânea. É uma óptima forma de vos por um pouco actualizados de alguns dos momentos que tenho tido nos últimos tempos. Como é habitual as fotos são retiradas da minha conta do Instagram (@miguel_alexandre7). Confesso que tem sido momentos maravilhosos. E vocês, como tem sido os vossos últimos dias de calor? Estão preparados para o regresso às aulas/trabalho?

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1 - Perdido num olhar constante e persistente...

2 - Um dia para navegar por aguas misteriosas repletas de mistério.

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3 - Um almoço simplesmente perfeito, adoro arroz de marisco! 

4 - Ás vezes basta uma pequena mudança para avançar para o rumo certo!

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5 - Mesmo com pouco, ainda tive tempo de jogar um pouco o meu desporto favorito - ténis. 

6 - Um pequeno recorte de um dia de praia simplesmente fantástico! 

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7 - Fiquei completamente hipnotizado com a beleza desta flor... 

8 - A melhor prenda de anos que podia ter, ainda não nasceu e já me enche de orgulho!

 

 
 

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Continuar a acreditar num país sem esperança

O importante é nunca desistir dos nossos sonhos por mais difícil que sejam e dos problemas que surjam durante essa caminhada. Quando tudo parece impossível, arregaça as mangas e luta. Luta e acredita que é possível conseguir atingir tudo aquilo que desejamos. Vale sempre pena continuar à procura do resultado que ambicionas, em todas as derrotas há sempre um ensinamento a retirar. Trabalha para crescer e desenvolve competências para evoluir nesse objectivo. Não vale a pena desesperar, a ocasião vai surgir mais tarde ou mais cedo. Continua a tentar, a oportunidade vai surgir! 

Hoje, o meu esforço finalmente começou a ser recompensado e em boa hora isso aconteceu. Na verdade, é o regresso às origens, mais maduro e confiante em cada palavra, a verdade é que a confiança começa a regressar em força. Sei que tudo vai começar a ficar bem, o labirinto em que muitas vezes me perdi está, enfim, com um final à vista. O pesadelo está a terminar. Agora, bastam apenas três passos para chegar ao sucesso que ambicionei. Ter uma oportunidade para viver o sonho é a verdadeira bênção, falhar não é opção. Estou mais que pronto, cheio de garra e vontade de começar. A partir de hoje chegou a hora de brilhar! 

 

 
 

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"Os Grandes Portugueses" (31) - Souto Moura

Nome: Eduardo SOUTO MOURA

Data e Local de Nascimento: Porto, 25 de Julho de 1952

Profissão que se notabilizou: Arquitecto

 

Feitos importantes:

  • Formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, iniciou a sua carreira colaborando no atelier de Álvaro Siza Vieira.
  • Em 1981, recém-formado, surpreendeu a comunidade ao vencer o concurso para o projecto do Centro Cultural da Secretaria de Estado da Cultura no Porto, conquista que o viria a lançar para a sua carreira a nível nacional e internacional.  
  • Numa primeira fase da sua carreira, Souto Moura foi um arquitecto na vertente miesziana. Contudo a partir da Casa em Cascais, em 2002, começou a redesenhar a forma de construir e criar arquitectura através da complexidade e dinamismo de formas.
  • É um dos expoentes máximos da chamada Escola do Porto, vencedor do Prémio Pritzker em 2011, o Óscar da Arquitectura. Venceu mais prémios durante a sua carreira como o Prémio Pessoa (1998) e o Prémio Secil (1992, 2004 e 2011).
  • A 14 de Julho de 2011, Souto de Moura foi distinguido pela Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada do Porto com o doutoramento Honoris Causa.

 

Obras mais notáveis:

1990/94 - Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro;

1991 - Burgo Empreendimento (edifícios de escritórios e galeria comercial), na Avenida da Boavista, Porto;

1995/98 - Projecto de conteúdos do Pavilhão de Portugal para a Expo 98;

1997 - Projecto de arquitectura para o Metro do Porto;

2000/03 - Estádio Municipal de Braga para o Euro 2004;

2005 - Serpentine Gallery Pavilion, nos Kensington Gardens, em Londres (com Álvaro Siza Vieira);

2005/09 - Casa das Histórias Paula Rego, Museu em Cascais.

 

 
 

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Um dia de uma dolorosa enxaqueca...

Num dia de calor abrasador, a minha cabeça não me dá descanso. Dói de forma permanente, numa enxaqueca intensa e dolorosa. Uma pressão demoníaca, que torna quase difícil respirar. Ai, mas que doloroso que isto é! Mal consigo ter os olhos abertos, a dor não me permite. É insuportável esta sensação, sinto que a minha cabeça vai explodir. Nada mais existe, apenas esta dor. Não há forma de pará-la, apenas esperar que fique serena e me permita uns momentos de descanso. É a única coisa que desejo: um pouco de tranquilidade. Contudo, a dor persiste metodicamente cresce a cada segundo. Esta enxaqueca é uma tortura atroz, que não me quer largar. Na verdade, estamos quase que amaldiçoados a que isso aconteça, mas mesmo assim ainda conseguimos encontrar razões para ter paz. Que doce ironia…  

 
 

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