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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Ela nunca me encontrou

Tão doce e bonita que ela é! Voltei a vê-la e não lhe disse nada… Volto a passar por ela mais uma vez, mas não sou visto. Ela mal me vê! Será que alguma vez nos encontramos realmente? Talvez não passe de mais uma pessoa por qual ela passa, apenas um ser indiferente, aquele que por acaso percorre o mesmo espaço…

No entanto, para mim aquele momento é tudo, o meu oxigénio. Quando ela passa por mim flameja algo cá dentro, não a conheço, nunca lhe falei, mas nasceu um sentimento estranho que não sei teorizar. Enquanto passo por ela vejo nos seus lábios finos nascer um sorriso, será que é para mim?

Nesse instante tudo parece fazer sentido, como se o mundo estivesse na palma da minha mão. Parece que conheço-a desde sempre… Ai! E hoje ela está tão bonita! Mais do que nos restantes dias… Parece ter uma aura especial, a cor branca da pele, dá-lhe um tom quase que angelical. Torna-se impossível de resistir!

Tento ter força mas não consigo resistir! Perco a cabeça, viro-me e vou ao seu encontro. Estarei mesmo a fazer isto? Sou capaz? Chego perto de ti. É o tudo ou nada. “Bom dia”, disse, com um sorriso nervoso.   

De repente, sinto o sol a bater-me na cara e acordo do sonho e vejo a rapariga com que sonhei a meu lado e com um largo sorriso. “Bom dia meu amor”, referiu, beijando-me. “Bom dia, voltei a sonhar com o dia em que nos conhecemos”, respondi.  

 

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