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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Imagem espontânea (31) – Instagram Time

Hoje trago-vos uma Imagem Espontânea muito diferente do que é habitual neste blogue. Em vez de algumas fotos sobre algum espaço que visitei recentemente vou fazer uma pequena retrospectiva dos últimos dias através da minha conta de Instagram (@miguel_alexandre7). Como sabem ultimamente tenho tido oportunidade de viver momentos inesquecíveis, sendo assim decidi começar a partilhar com vocês algumas dessas situações. Com o objectivo de tornar o Um Mar de Recordações um espaço cada vez mais pessoal e intimo. No fundo, o desejo passa por tornar este cantinho mais próximo de vocês leitores, faço votos para que gostem desta decisão. Já agora querem mais posts deste tipo? Espero que esta pequena colectânea seja do vosso agrado e se gostaram do conteúdo e ainda não me seguem nesta aplicação estão mais que convidados a fazê-lo!

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1 - Um espaço que é cada vez mais o meu orgulho! 

2 - Um almoço simplesmente delicioso, adoro esta cataplana!

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3 - A chegada do meu primeiro livro - A Analogia da Morte - a casa. Um momento extremamente emocionante!

4 - Os meus longos treinos para a meia-maratona. O desporto é um autêntico vício!

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5 - Bolo de bolacha: a minha sobremesa favorita! Sim, eu sou guloso!

6 - O meu primeiro livro chegou há pouco tempo, mas o segundo já está a ser escrito!

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7 - Sou um viciado por leitura, ultimamente tenho mergulhado nas palavras de George R. R. Martin... 

8 - Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é de passear por Lisboa. Uma cidade apaixonante!

 

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Imagem espontânea (30) – Parque Eduardo VII

Quem me segue há algum tempo sabe que eu sou um enorme apaixonado pela cidade de Lisboa. Adoro passear pelas suas ruas e descobrir locais novos para me fascinar. Um dos sítios que mais gosto de visitar é o Parque Eduardo VII devido à sua enorme beleza e carisma. Confesso que me perco neste extraordinário espaço.

Este é o maior parque do centro da capital portuguesa, o espaço estende-se por cerca de 25 hectares. Aberto no príncipio do século XX, o Parque Eduardo VII foi baptizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, algo que serviu para reforçar a aliança entre os dois países. A actual configuração deste espaço foi projectada pelo arquitecto Francisco Keil do Amaral. É também aqui que se encontra a Estufa Fria, local que possuí uma grande diversidade de plantas exóticas. Além disso, para quem é fã de livros, é nos passeios do parque que se realiza a Feira do livro de Lisboa.

Devido ao meu apreço por este sítio, fiz-lhe uma pequena homenagem. O Parque Eduardo VII vai aparecer no meu livro de estreia – A Analogia da Morte. Posso desde já dizer que vai ser um espaço muito especial… Para os fãs deste local espero que gostem de o ver retratado nas minhas palavras!

 
 
 
 
 
Gostam do Parque Eduardo VII? Qual é o vosso local preferido de Lisboa?
 

 

 

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Questões inevitáveis (31) – Público ou Privado?

Com o ano lectivo cada vez mais próximo, o anuncio das colocações para a universidade aproxima-se a passos largos. O nervosismo apodera-se dos mais de 42 mil alunos que se inscreveram para a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior (mais de dois mil que no ano passado).  Há muita gente na expectativa para se formar na área onde desejam fazer carreira, este é assim uma escolha de responsabilidade que coloca uma pressão adicional…

O acesso ao ensino superior público contou com 50.820 vagas a concurso, um número que não era tão baixo desde 2008. As universidades e os politécnicos públicos disponibilizam assim menos 641 lugares, nos 1.067 cursos que abrem em 2014-2015, do que os 51.461 colocados a concurso no ano lectivo passado. Além do curso que é extremamente importante, a escolha da universidade pode também ser determinante para o futuro. É neste prisma que surge esta reflexão com uma das questões que levanta alguma polémica: qual o ensino que deixa os alunos mais preparados o ensino público ou o privado?

Na minha perspectiva , não há uma resposta absoluta. Talvez o mais seguro de dizer é que tudo depende do curso e do estabelecimento. Estes dois tipos de ensino distinto tem as suas potencialidades e as suas fraquezas, tudo depende dos conteúdos e competências que se desejam ver trabalhados. Ainda assim, há universidades que permitem melhores oportunidades de futuro dado o seu prestigio e aos seus contactos no mundo do trabalho. Mas no final terá sempre que ser o aluno a mostrar as suas capacidades e talento…

Qual é o melhor tipo de ensino superior – público ou privado? Qual é o que dá mais oportunidades? Ainda faz sentido tirar um curso na universidade?

Depois do Twitter, agora é a vez do Instagram. Na tentativa de tornar o blogue cada vez mais interactivo, o Um Mar de Recordações ganhou o seu novo espaço. Passem por lá para saber alguns dos momentos  da pessoa por trás do computador. Entretanto, continua a ajudar a fazer o blogue crescer em:

           

Imagem espontânea (29) – FOX Life Hot Summer Party

Há uns dias fui com a minha namorada à festa da Fox Life , no BBeach Oeiras Club na praia da Torre (Oeiras). A FOX Life Hot Summer Party serviu para celebrar a nova imagem do canal das melhores séries da actualidade! Não podia assim deixar de tirar algumas fotografias ao momento especial, algumas destas imagens são da autoria da Patrícia, portanto este é um post que acaba por ter uma parceria muito especial!
Num espaço perfeito para descontrair e relaxar, o ambiente esteve simplesmente espectacular ! Com várias menções às séries em destaque na Fox Life fomos absorvidos pela essência positiva e descontraída do canal. Apesar de uma pequena chuva, nada desmotivou uma noite exuberante e fantástica. Sempre com uma banda sonora perfeita, o dj passou boas músicas que possibilitaram uma sexta-feira saborosa. Além disso, houve várias actividades para fazer durante esta noite. De facto, foi uma boa forma para iniciar o Verão da melhor forma possível.
Se algo que gosto de fazer durante esta época é estar o máximo de tempo na praia e aproveitar bem esse tempo. Portanto uma festa na praia é simplesmente extraordinário! Enfim, no fundo é preciso aproveitar os bons momentos da vida. Este ano, em principio não vou poder viajar, mas não estou triste. Até porque em breve tenho novidades bombásticas para contar [podem saber um pouco mais na página de Facebook do blogue]. Estou certo que este Verão vai ser inesquecível!

Quais são os vossos planos para este Verão? Estão a programar algo especial para estes meses? O que mais gostam de fazer nestas alturas de mais calor?

Para as pessoas com conta no Sapo Blogs, tenho um desafio para vocês! E que tal associarem-se à ideia da Anaflor? Pessoalmente acho uma iniciativa bastante divertida para um pouco mais de cor ao espaço. Há por aqui bloggers com amor à camisola ou nem por isso? Entretanto, já sabes se gostas do Um Mar de Recordações, então ajuda a fazê-lo crescer em:

     

Vitória magra não chega para a qualificação portuguesa

O previsível aconteceu e Portugal está fora do Campeonato do Mundo no Brasil, depois de um desempenho muito aquém do esperado. Na terceira e última jornada do Grupo G, a selecção das quinas venceu o Gana por 2-1, mas o resultado não chegou para inverter a desvantagem de cinco golos (a Alemanha até ajudou…). Boye (auto-golo) e Cristiano Ronaldo marcaram para o lado português, enquanto Asamoah Gyan marcou pelos ganeses. Uma prestação frágil do conjunto luso que tinha a obrigação de passar à segunda fase do torneio…

Com uma forte intensidade, Portugal entrou no Estádio Nacional Mané Garrincha a dominar numa postura mais forte e agressiva. Os jogadores portugueses deixaram uma imagem diferente mostrando finalmente alguma garra, algo que não tinha acontecido nos outros encontros. Pena que isso tivesse acontecido quando as coisas já estavam demasiado complicadas, fica a ideia que o resultado com os EUA seria diferente com esta postura… Cristiano Ronaldo entrou em grande! Aos seis minutos, rematou à barra da baliza de Dauda, naquela que foi uma das muitas ameaças do astro português. Um livre (12’) e uma forte cabeçada (19’) foram as oportunidades mais flagrantes na primeira parte do melhor jogador do mundo.

O Gana só criou perigo aos 20’ numa defesa vistosa de Beto ao remate de Asamoah Gyan. Num jogo muito competitivo e disputado, lutou-se muito dentro do terreno do jogo. Portugal pareceu sempre ser mais forte e o golo acabou por aparecer aos 31 minutos. Num cruzamento de Miguel Veloso, a bola chega à área e Boye, a tentar um corte, coloca a bola na própria baliza. Pouco tempo depois, um remate perigoso de Rúben Amorim saiu ao lado da baliza, naquele que podia ter sido o segundo golo do encontro. O Gana voltaria a incomodar a baliza nacional perto do final com um remate ao lado de Atsu. O primeiro tempo abria possibilidades a um milagre, até porque o trabalho defensivo está a ser feito de forma coesa, o que ajudava a uma maior segurança durante o encontro.

Na segunda parte tudo se transfigurou… Os comandados de Paulo Bento entraram nervosos e começaram a cometer alguns erros. O jogo ficou mais aberto com as equipas a apostarem tudo na segunda parte, isso permitiu vários contra-ataques das duas equipa. Portugal pareceu perder um pouco o gás e quem aproveitou foram os africanos que aos 51’ teve um remate muito perigoso por intermédio de Asamoah Gyan. Seis minutos depois, o mesmo jogador acabaria por marcar o golo ganês, após um cabeceamento certeiro às redes lusas. Após o empate, o jogo ficou ainda mais imprevisível com diversas jogadas de perigo, mas que acabavam por não ter a melhor finalização.

O jogo tornou-se confuso com diversos erros de parte a parte, jogou-se muito com o coração. Foi numa dessas falhas, que surgiu o segundo golo português. Aos 80 minutos, o guardião Dauda aliviou a bola para Cristiano Ronaldo, que fuzilou a baliza. Um remate de raiva do capitão! Os últimos minutos foram impróprios para cardíacos. Ronaldo (82’) e Nani (83’) tiveram duas boas oportunidades para dilatar a vantagem, mas não conseguiram fazer o gosto ao pé por manifesta pouca sorte. O guardião Beto acabaria por sair lesionado, naquela que foi a sexta (!) lesão de um jogador português nesta prova… Nos descontos, Ronaldo, por duas vezes, e João Moutinho ainda tiveram oportunidades, mas o resultado não se viria a alterar… Portugal despede-se deste Mundial com uma vitória amarga e com a consciência que tinha capacidade para fazer bem melhor!

 

Portugal merecia a qualificação? O que falhou para não serem atingidos os objectivos mínimos ? Paulo Bento tem condições para continuar como seleccionador nacional?

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