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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Encontrar (um pouco de) satisfação

Passamos a vida à procura do sítio certo, da pessoa certa e da hora certa. Somos pessoas que constantemente procuramos algo, na verdade mantemo-nos incoformados no desejo constante de encontrar algo melhor. Manter uma insatisfação apaixonante, é algo cativante e tão caractéristico do ser humano.

De certa forma, é por isso que acordar e saber que estamos em casa, na nossa casa, esse é o maior dos tesouros que temos na vida. Abrir a janela e sorrir para aquilo que vemos, torna tudo mais simples e fácil. E, de repente, tudo na vida começa a fazer sentido...

 
 

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A doce ironia da vida

Vitória inesperada ou derrota anunciada. A vida não passa de uma doce e provocadora ironia. Acabamos constantemente mergulhados na loucura de surpresas constantes que são construídas de forma sádica. É assim mesmo a violência da vida, preparada para num momento te dar tudo o que desejas e retirar-te tudo no segundo seguinte. Fundamentalmente, tens de estar preparado para tudo, pois os obstáculos são uma constante. A viagem é longa e cheia de perigos. Cabe a ti, ter a força para saber ultrapassá-los. Olha em frente! Ás vezes o melhor mesmo é atirares-te de cabeça e esperar que esse momento de loucura dê certo. Reage! Não te deixes mergulhar no negativismo e luta. Luta para tornares o dia de hoje especial e sonha para que o amanhã seja ainda melhor. Acredita! Basta lutares e acabas por ficares um bocadinho mais perto do que desejas...

 

 
 

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(Sobre)viver

Vives constantemente na hipocrisia das palavras, esse tornou-se o teu novo mundo. Simulas uma felicidade estéril que nem a ti próprio enganas, com isso continuas afastado daquilo que te faz sentir bem. Por momentos, deixas de ser tu próprio pois aquilo que te define é cada vez mais turvo e confuso. No fundo, estás preso numa jaula onde não te exprimes, em que és uma parca imagem de ti próprio. Por mais que te revoltes, continuas numa espiral negativa que parece não ter solução à vista. 
Contas as horas para que de alguma forma os ponteiros passem mais depressa, num desejo absoluto de conseguir aquilo que mais ambicionas. "Isto não é viver, não passa de sobreviver", desabafas em voz alta. Chegas a casa esgotado, sem força para os objectivos que tinhas para aquela noite. Aquele sonho que tens atrasado sucessivamente. 
Olhas incessantemente para uma página em branco que te provoca diariamente, mas que te desafia a passares à acção. "Chega, passou tempo de mais!", gritas cheio de revolta. A tinta da tua caneta continua por usar, mas hoje é o momento de voltar a fazê-lo. Começas a escrever e, passado tanto tempo, voltas a sorrir verdadeiramente. 

 

 
 

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Enfrentar os medos!

"Não consigo! Tenho medo...", admitiu-lhe aquela bonita jovem que não devia ter mais de 17 anos. Expressou-se em voz baixa, sem conseguir olhar-lhe nos olhos. Era evidente o desconforto que sentia ao admitir aquela limitação.

O rapaz que devia ter mais um ano que ela sorriu de forma afectiva. De certa forma, reviu-se um pouco naquele momento. Ele próprio, no passado, já tinha perdido tanta coisa porque não teve coragem de arriscar. De enfrentar os seus medos, no entanto agora era alguém pronto para qualquer desafio.

Soube lutar contra as adversidades e afastar os seus fantasmas.
Quase instantaneamente , deu-lhe a mão de forma carinhosa. "A vida é feita de medos, de inseguranças. Não te deixes dominar por isso, pois só assim podes ir mais longe. Levanta a cabeça e vai em frente, não te deixes limitar. Eu estou aqui, vai correr tudo bem!", disse-lhe com sinceridade. A rapariga respondeu com um sorriso tremulo. Abanou a cabeça de forma mais convincente e começou a escalar a montanha íngreme ."

Texto originalmente publicado na rubrica Conta-me Histórias

 

 
 

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Quando se tem pouco tempo...

"Não tenho tempo", murmurou ela, naquela voz solene tão característica.

Não consegui deixar de sorrir com aquela afirmação. "Falta de tempo", enfim o grande problema da humanidade. Nunca há tempo para nada, passamos a vida a correr de um lado para o outro num stress constante. Deixamos de aproveitar o momento, deixámos de saborear as pequenas vitórias. Minutos depois, já estamos em nova correria para atingir uma nova meta qualquer. Não sabemos descansar, vivemos nesse frenesim diário com a vida ocupada com tudo e mais alguma coisa. A vida é assim mesmo...

Temos aquele irreal de conseguir conquistar todos os nossos objectivos num dia. No fundo, não passamos de pessoas permanente insatisfeitas, lutando com a dedicação máxima pelos nossos sonhos. Ainda assim, por muito esforço e dedicação é impossível vencer tudo num dia. É por isso que passamos a vida a priorizar tudo, a fazer escolhas constantes. Portanto temos de escolher o rumo certo, é é naquilo que gostamos que devemos sempre gastar o nosso tempo...

 

 
 

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A vida num sopro...

Corre, vive, sonha... Supera-te, não imponhas limites aos teus objectivos.Tu és capaz de qualquer coisa! Ousa sempre fazer algo melhor do que aquilo que fizeste no dia anterior, nunca te deixes estagnar em algo. Procura sempre evoluir mais um pouco porque é sempre possível crescer mais. A vida é feita de evolução, de crescimento. Por isso nunca deixes ninguém dizer que tu não és capaz de conquistar algo, mostra-lhe que consegues fazer ainda mais. No fundo, nunca deixes de te valorizar. Olha em tua volta e procura soluções aos teus problemas, não vires a cara à luta, pois tu és capaz daquilo a que te propões. Levanta a cabeça e luta, luta sempre!  

 

 
 

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Solidão de artista

Estava a tornar-se a cada dia que passava um musico mais conhecido e reputado. Cantava apaixonadamente as letras mais bonitas de amor.  Fazia-o com tal intensidade que pareciam ser as suas histórias que contava. Levava a crer que vivia um amor intenso e genuíno quando no fundo não era verdade. As poucas relações que tivera revelavam-se um autentico fiasco, o amor não lhe tinha dado mais para além de desilusão e frustração.

Era bem parecido, possuía um charme natural e traços de um requinte distinto que deliciava as suas fãs completamente encantadas. Recebia todos os dias cartas de amor, mas sabia que aquele não era um sentimento verdadeiro. As pessoas apenas idealizavam aquilo que desejavam, não o conheciam realmente. Pensavam que era perfeito, mas ele sabia que era repleto de defeitos e imperfeições. Sabia que isso era difícil de gerir, por isso nunca levava a sério aquelas declarações. Permanecia só com a sua voz melodiosa cantando as histórias de amor dos outros…

                                               [Ficção]

 

 

 
 

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