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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

A doce ironia da vida

Vitória inesperada ou derrota anunciada. A vida não passa de uma doce e provocadora ironia. Acabamos constantemente mergulhados na loucura de surpresas constantes que são construídas de forma sádica. É assim mesmo a violência da vida, preparada para num momento te dar tudo o que desejas e retirar-te tudo no segundo seguinte. Fundamentalmente, tens de estar preparado para tudo, pois os obstáculos são uma constante. A viagem é longa e cheia de perigos. Cabe a ti, ter a força para saber ultrapassá-los. Olha em frente! Ás vezes o melhor mesmo é atirares-te de cabeça e esperar que esse momento de loucura dê certo. Reage! Não te deixes mergulhar no negativismo e luta. Luta para tornares o dia de hoje especial e sonha para que o amanhã seja ainda melhor. Acredita! Basta lutares e acabas por ficares um bocadinho mais perto do que desejas...

 

 
 

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(Sobre)viver

Vives constantemente na hipocrisia das palavras, esse tornou-se o teu novo mundo. Simulas uma felicidade estéril que nem a ti próprio enganas, com isso continuas afastado daquilo que te faz sentir bem. Por momentos, deixas de ser tu próprio pois aquilo que te define é cada vez mais turvo e confuso. No fundo, estás preso numa jaula onde não te exprimes, em que és uma parca imagem de ti próprio. Por mais que te revoltes, continuas numa espiral negativa que parece não ter solução à vista. 
Contas as horas para que de alguma forma os ponteiros passem mais depressa, num desejo absoluto de conseguir aquilo que mais ambicionas. "Isto não é viver, não passa de sobreviver", desabafas em voz alta. Chegas a casa esgotado, sem força para os objectivos que tinhas para aquela noite. Aquele sonho que tens atrasado sucessivamente. 
Olhas incessantemente para uma página em branco que te provoca diariamente, mas que te desafia a passares à acção. "Chega, passou tempo de mais!", gritas cheio de revolta. A tinta da tua caneta continua por usar, mas hoje é o momento de voltar a fazê-lo. Começas a escrever e, passado tanto tempo, voltas a sorrir verdadeiramente. 

 

 
 

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Benfica sagra-se tricampeão


O Benfica sagrou-se no passado domingo tricampeão nacional, título conquistado após vitória sobre o Nacional por 4-1, na última jornada da Liga. Os encarnados conquistaram o seu 35.º campeonato e o primeiro tricampeonato desde 1976/77. Nico Gaitán (aos 23 e aos 65 minutos), Jonas (aos 39 minutos) e Pizzi (aos 84 minutos) foram os responsáveis pelos golos que deram a vitória à equipa encarnada, numa partida disputada num Estádio da Luz a abarrotar. Consideram o Benfica justo campeão? Quem foi para vocês o melhor jogador do campeonato? Qual foi a maior surpresa neste campeonato?

 

 
 

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Já são cinco anos de Um Mar de Recordações!

O inicio de um novo ano é sempre uma nova possibilidade de tornar a nossa vida diferente e mais desafiante. Ousar arriscar e ser diferente, no fundo tornar estes 366 dias inesquecíveis. O ano de 2016 é um novo livro que está aberto com doze capítulos por preencher, portanto não te restrinjas. Procura a felicidade em todos os lugares!

O importante é manter o foco nos nossos objectivos, trabalhar intensamente para que eles se concretizem. Este ano como já é normal já alinhavei grande parte das metas que desejo concluir. Não creio que seja surpresa para ninguém que um dos meus grandes desejos para este ano é a publicação do meu segundo livro. Aliás, espero ter novidades muito em breve no que concerne a esse tema…

Além disso, aqui no Um Mar de Recordações a passagem do ano tem uma simbologia ainda mais especial, pois a cada início do ano é mais um aniversário para o blogue! Sim, uma das minhas resoluções do longínquo ano de 2011 foi criar um blogue. Nunca poderia esperar que passados cinco anos ainda estava no mesmo lugar a partilhar palavras com tantas pessoas. De facto, tem sido uma viagem fantástica na vossa companhia!

Sei que nos últimos meses tenho andado um pouco desaparecido, uma mudança de trabalho e as diferentes rotinas que isso acarreta fizeram alguns estragos. Contudo, agora mais adaptado vou concentrar energias para regressar a criação de textos com cada vez maior frequência, portanto fiquem ligados! Vamos fazer juntos um 2016 cheio de boas recordações…

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Meras palavras...

Palavras, meras palavras. Para mim, um autêntico vício que não consigo largar, que está preso a mim. No fundo, fazem parte de mim de uma maneira especial e autêntica. Escrevo porque preciso, pois tenho essa necessidade constante em mim. Vivo intensa e incansavelmente nesse transe marcado pela crença de encontrar a palavra certa. Com o desejo infinito de escrevê-la com a alma. Num paradoxo entre a verdade e o sentimento. Não desisto de encontrar essa sensação, persisto nessa busca incansável. Preciso de sentir isso! Desafio-me constantemente a melhorar, a acrescentar mais. Não me deixo limitar por nada, escrevo sem tabus, pois procuro o máximo sentido. Sem vacilar, continuo a lutar para essa intensa descoberta. E sem notar deixo-me consumir pelas palavras, num labirinto confuso de sentidos. Mantenho-me a viver numa constante insatisfação, não me conformo de maneira nenhuma, pois o amanhã abre sempre a possibilidade de um novo desafio. Uma oportunidade para encontrar uma nova forma de melhorar e progredir. Assim vivo, assim sou (realmente) feliz...

 

 
 

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Perdi-me...

Deixei tudo o que conhecia de uma forma abrupta, atirei-me ao desconhecido sem qualquer tipo de arrempendimento. Contudo, acabei perdido numa vida que não era a minha, em ideias que não eram as minhas. Sozinho à procura de forças para dar o próximo passo... Permaneci assim mascarado num ténue disfarce que nem a mim próprio consegui enganar. Não fui mais que uma versão pequena de mim mesmo, sem conseguir me expressar, sem conseguir brilhar. Não consegui ser eu e perdi-me. Sem saida, falhei redondamente. Perdi o controlo, fiquei sem chão e sem saber o que fazer. Resta um sabor amargo na minha boca que presiste e não desaparece. Agora restam apenas as recordações, meras memórias de uma derrota humilhante e decepcionante. Não há mais nada a fazer. É tempo agora de sarar as feridas, levantar a cabeça e acreditar que o futuro será melhor. O objectivo agora é voltar a descobrir-me, desafiar-me e nunca mais me deixar perder...

[Ficção]

 

 
 

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Questões inevitáveis (40) – Refugiados sírios

É um dos temas do momento! O que fazer aos milhares de refugiados sírios que tem viajado pelo continente europeu? O conflito sírio já provocou mais de dois milhões de refugiados sírios, informou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). As imagens arrasadoras nas fronteiras são cada vez mais frequentes e agravam-se com o passar dos dias.

Portugal pode receber cerca de 3000 refugiados, o dobro do número previsto até agora, avançou o PÚBLICO. O Governo não avança ainda com nenhuma data para a chegada dos primeiros grupos. O ministro adjunto e do Desenvolvimento, Miguel Poiares Maduro, anunciou, no início deste mês no Conselho de Ministros, que “Portugal tem, seguramente, disponibilidade para acolher um número maior de refugiados, esperando que essa mesma solidariedade e disponibilidade também exista por parte dos outros Estados europeus”.

Contudo, Miguel Poiares Maduro alerta que “há dimensões da própria resposta portuguesa que estão dependentes de decisões que têm de ser adoptadas a nível comum na Europa, nomeadamente o número de refugiados que Portugal irá, em última instância, acolher”. O grupo de coordenação a nível nacional será constituído por representantes da Direcção-Geral dos Assuntos Europeus, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, do Instituto de Emprego e Formação Profissional, da Direcção-Geral de Saúde e da Direcção-Geral da Educação e do Alto Comissariado para as Migrações.

De que forma a Europa deve lidar com este problema? Concordas com a integração dos sírios em Portugal? Quais são as medidas que devem ser feitas para que tudo corra bem?

 
 

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