Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Sala de cinema (38) – As séries em que estou viciado

Confesso que sou um verdadeiro viciado em séries, um plano fantástico para uma boa noite passa por ver um episódio da minha série preferida. Em últimas edições desta rubrica já levantei um pouquinho do véu daqueles que são os meus gostos pessoais. No entanto, esta é uma pequena lista daquelas a que neste momento não consigo perder pitada! Assim sendo vou deixar aqui uma pequena compilação bastante ecléctica daquilo que mais gosto de ver!

Arrow: Quem me segue no Instagram (@miguel_alexandre7) sabe que eu ando completamente viciado nesta série que comecei a ver recentemente mas que já estou nos mais recentes episódios. Arrow aborda a história de Oliver Queen, um playboy que fica preso a uma ilha deserta durante cinco anos. Quando consegue regressar a casa decide combater o crime e corrupção da sua cidade. Num enredo bastante rico, esta série é repleta de adrenalina e momentos de acção incríveis. Especial destaque para às cenas de luta que estão fabulosas. Original da emissora The CW, a série passa em Portugal no AXN.

Downton Abbey: Viajando agora para o princípio do século XX, temos uma das séries britânicas que está na mó de cima. Produzido pelo canal ITV, a série acompanha Crawley, uma família aristocrática inglesa, e os seus criados  durante o reinado de Jorge V. Gosto principalmente da componente histórica com que é abordado este drama, o que faz dela uma fantástica forma de aprender o relembrar alguns dos momentos históricos mais importantes. Comecei a ver recentemente e não consigo parar. A FOX Life é o canal que transmite os episódios em terras lusas.

Big Bang Theory: O tónico para dar umas boas gargalhadas é assistir a um episódio deste série da CBS, a inteligência e perspicácia das piadas são extraordinárias. A vida de um físico experimental (Leonard Hofstadter) e um físico teórico (Sheldon Cooper) mudam por completo quando no outro lado do corredor começa a morar Penny, uma empregada de café com inspirações a ser actriz. O elenco é cativante e facilmente ganhas carinho pelas personagens, principalmente pela performance de Jim Parsons (o irreverente Shledon) que é simplesmente inigualável! Em Portugal, os episódios desta comédia podem ser vistos no AXN White.

 

Gostam destas séries? Quais são os programas que vos deixam pregado à televisão/monitor?

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de cinema (37) – Especial Óscares 2015

Na madrugada de ontem realizou-se a cerimónia dos Óscares com Birdman a sair como grande vencedor. Realizado no Dolby Theatre, em Los Angeles, premiou-se mais uma vez a excelência da indústria cinematográfica. Neil Patrick Harris, o inesquecível Barney da série How I meet your Mother, foi o apresentador da noite. O actor realizou um trabalho sólido mostrando toda a sua versatilidade e talento.

Numa passadeira vermelha de 90 metros longe de deslumbrar, parece ter havido o cuidado de não errar. A forte chuva que se fazia sentir talvez tenha sido iniibidora de looks mais arrojados. Poucos foram os que arriscaram, ainda assim o glamour e a beleza esteve mais uma vez presente em grande escala em Los Angeles. Com 9 indicações cada Birdman e The Grand Budapest Hotel foram os filmes com mais nomeações pelos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Este é um dos grandes fenómenos televisivos mundiais onde se estima a visualização de vários milhões de espectadores pelos quatro cantos do mundo. A octogésima sétima edição da cerimónia foi transmitida ao vivo pela emissora de televisão ABC e com o sinal que chegará a outras emissoras de mais de 225 países e territórios. Como já é tradição (ver aqui e aqui), o blogue acompanhou todo o evento em directo desde da passadeira vermelha até à entrega da última estatueta dourada.

846x.jpgx700.jpg

1 - O anfitrião da noite, Neil Patrick Harris, marcou presença no Dolby Theatre na companhia do seu marido David Burtka. Num fato cinzento, o actor de 41 anos aposta num visual mais sóbrio e elegante.

2 - Patricia Arquette foi uma das presenças mais notadas nesta noite inesquecível em Los Angeles. Elegante e num registo simples, a vencedora ao Óscar de Melhor Actriz Secundária pelo trabalho em Boyhood espalhou charme com a sua simplicidade.

10983555_940274805991726_7800564389094712409_o.jpg10982331_940295279323012_2003870654400105826_o.jpg

3 - Julianne Moore não arriscou na escolha da indumentária, optando por algo que combina com o seu tom de pele clara. A vencedora ao Óscar de Melhor Actriz pelo seu papel em Still Alice esteve sempre sorridente, provavelmente a prever a noite mágica que ia ter.  

4 - Emma Stone apareceu divinal como é natural, numa escolha perfeita. Apesar da cor ser algo incomum ficou bastante bem na actriz nomeada para Melhor Actriz Secundária pela performance em Birdman.   

Birdman, do mexicano Alejandro González Iñarritu, foi o grande vencedor da 87ª edição dos Óscares 2015. O filme levou para casa quatro Óscares, inclusive o de Melhor Filme, considerado o galardão mais importante do evento. Além disso, arrecadou ainda o de Melhor Realizador, de Melhor Argumento Original e de Melhor Fotografia.

Numa noite muito repartida a nível de prémios quem também acabou com quatro estatuetas douradas foi Grand Budapest Hotel de Wes Anderson. O filme anglo-alemão arrecadou prémios mais técnicos ao vencer as categorias de Melhor Banda-Sonora, Melhor Caracterização e Melhor Guarda-Roupa. Com três estatuetas douradas Whiplash foi uma das grandes surpresas da noite. Melhor Actor Secundário (J.K. Simmons), Melhor Mistura de Som e Melhor Montagem foram as categorias premiadas.

De facto, na representação não houve qualquer surpresa com os favoritos a conquistarem os Óscares. Julianne Moore (Still Allice) para Melhor Actriz e  Eddie Redmayne (The theory of everything) para Melhor Actor receberam os louros das suas fantásticas representações. O grande derrotado da noite – Boyhood – ganhou o único prémio da noite pelo trabalho de Patricia Arquette (Melhor Actriz Secundária), apesar de estar nomeado para seis categorias. Outros derrotados de uma longa cerimónia de quase quatro horas foram The Imitation Game (Melhor Argumento Adaptado) que em oito nomeações apenas venceu uma e American Sniper (Melhor Edição de Som) com seis nomeações e apenas uma vitória.

Big Hero 6, uma produção Disney/Marvel, ganha a estatueta dourada para melhor animação, naquela que para mim é uma agradável surpresa. Uma parceria que tem um início bastante auspicioso. Para melhor filme estrangeiro, a longa-metragem polaca Ida arrecadou o prémio. Por sua vez, John Legend e Lonnie Lynn ganham o Óscar para melhor canção, com Glory, e foram aplaudidos de pé num dos grandes momentos da noite no Dolby Theatre.

Veja a lista de todos os vencedores:

- Melhor Filme: «Birdman» 

- Melhor Ator Principal: Eddie Redmayne, em «The theory of everything» 

- Melhor Atriz Principal: Julianne Moore, em «Still Alice» 

- Melhor Ator Secundário: J. K. Simmons, em «Whiplash» 

- Melhor Atriz Secundária: Patricia Arquette, em «Boyhood» 

- Melhor Realizador: Alejandro González Iñárritu, com «Birdman» 

- Melhor Argumento Original: «Birdman» 

- Melhor Argumento Adaptado: «The Imitation Game» 

- Melhor Guarda-Roupa: «Grand Budapest Hotel» 

- Melhor Caracterização: «Grand Budapest Hotel» 

- Melhor Filme Estrangeiro: «Ida», da Polónia 

- Melhor Curta-Metragem: «The Phone Call», de Mat Kirkby e James Lucas 

- Melhor Curta Documental: «Crisis Hotline: Veterans Press 1», de Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry 

- Melhor Mistura de Som: «Whiplash» 

- Melhor Montagem de Som: «American Sniper» 

- Melhores Efeitos Especiais: «Interstellar» 

- Melhor Curta de Animação: «Feast» 

- Melhor Filme de Animação: «Big Hero 6» 

- Melhor Direcção Artística: «Grand Budapest Hotel» 

- Melhor Fotografia: «Birdman» 

- Melhor Montagem: «Whiplash» 

- Melhor Documentário: «Citizenfour» 

- Melhor Música: «Glory», do filme «Selma» 

- Melhor Banda Sonora: Alexandre Desplat, de «Grand Budapest Hotel»

 

O que acharam desta noite de excelência cinematográfica? Birdman é o justo vencedor? Qual foi para vocês a maior surpresa? 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de cinema (36) - Boyhood

Um dos filmes com mais nomeações para Óscares (seis) deste ano é Boyhood, um drama realizado por Richard Linklater. Uma longa-metragem que demorou 12 anos (2002-2013) para ser concluído, o que faz dela uma das produções mais longas da história do cinema. Com apenas 39 dias de rodagem em Austin (no estado de Texas), a receita já ultrapassa os 40 milhões de dólares - o orçamento cifrou-se em (apenas) 4 milhões.

O enredo centra-se na vida do jovem Mason (Ellan Coltrone), uma criança com pais separados. A história segue então este rapaz durante 12 anos, desde da entrada para a escola, aos seis, até à universidade aos dezoito. Os resultados são imprevisíveis, originando uma experiência profundamente pessoal, que nos molda à medida que nos revemos em diversos acontecimentos do filme.  Assim, ao longo da trama vamos vendo como é o seu relacionamento com os pais e como amadurece com o passar do tempo.

Na minha opinião esta é uma bela demonstração do quotidiano de uma família normal de pais separados. Numa observação mais superficial o importante deste filme é o facto de ser banal, é a vida como ela é. Não é a típica história que pensamos que só acontece nos filmes. Para mim, essa é a sua magia. De facto, Linklater não procurou filmar o espectacular. No fundo, Boyhood é uma história que se passa na realidade, um verdadeiro relato. Isso aproxima o espectador porque é algo que pode acontecer com um familiar ou com um vizinho.

Percebe-se facilmente que este é um trabalho feito com uma enorme dedicação e trabalho. Pessoalmente, gostei de mergulhar um pouco na vida de Mason e acompanhar o seu crescimento. Boyhood é um filme bastante agradável de ver, independente das quase três horas de filme. Em Fevereiro de 2012, na cerimónia dos Óscares, esta longa-metragem está nomeada para Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor Secundário (Ethan Hawke), Melhor Actriz Secundária (Patricia Arquette), Melhor Argumento Original e Melhor Edição.

Vídeo publicado por: MOVIECLIPS Trailers

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de Cinema (35) – Django Unchained

Não resisto a partilhar a minha opinião sobre Django Unchained, um dos filmes que mais gostei de ver nos últimos anos. O regresso em grande de Quentin Tarantino, num filme com um enredo muito bem executado. Confesso que sou um grande fã deste realizador, não perco um filme dele. Este não podia ser excepção! Com uma receita de 425 milhões de dólares, Django Unchained tornou-se a longa-metragem de maior bilheteira de Tarantino até hoje.

Passado no sul dos Estados Unidos, este filme acompanha de Django (Jamie Foxx), um escravo vendido ao caçador de recompensas alemão  Dr. King Schultz (Christoph Waltz) para ajudar na captura dos irmãos assassinos Brittle. O seu sucesso leva Schultz a libertar Django, mas os dois acabam por permanecer juntos a perseguir os criminosos mais procurados do país. No entanto, o agora escravo liberto mantém-se focado num objectivo: encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), a sua mulher que perdeu no comércio de escravos. Assim sendo, a trama gira em torno da possibilidade de Django conseguir ou resgatar sua esposa do poderoso  Calvin J. Candie (Leonardo DiCaprio)…

Ao contrário de outros filmes de Quentin Tarantino, Django Unchained tem uma narrativa linear, com excepção a alguns flashback. A forma ousada e sangrenta com que são descritas algumas das cenas exibem a precisão de como este enredo está estruturado. A banda sonora também é simplesmente electrizante e cativante. É preciso ter especial atenção à forma cirúrgica com que são apresentados temas como a escravidão e o racismo. Enalteço também a caracterização das personagens que é muito cuidada e extraordinária.

Num elenco recheado de talento onde se destacam as performances de Leonardo DiCaprio e Christoph Waltz. Aliás, a cena em que DiCaprio corta a mão é digna de um Óscar… Muito elogiado pela crítica, o filme foi nomeado para cinco Óscares na cerimónia de 2013. Acabou por ganhar nas categorias de actor secundário (Christoph Waltz) e melhor argumento original. A longa-metragem arrecadou ainda dois Globo de Ouro e outros dois BAFTA nas mesmas categorias – actor secundário e melhor argumento.

Já viram o Django Unchained? O que mais vos impressionou neste filme? Gostam do estilo de Quentin Tarantino?

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de Cinema (34) – Gotham

A estreia de Gotham em Portugal está quase a chegar!  Considerada pelos críticos uma das grandes séries do ano, a prequela de Batman chega as televisões já no próximo dia 11 de Novembro, pelas 22h15, na FOX. Criada por Bruno Heller, esta série dramática é baseada em personagens que aparecem em publicações da DC Comics.

O enredo baseai-se nos primeiros dias do inspector James Gordon (Ben McKenzie) na polícia de Gotham City. Com uma reputação irrepreensível nos campos da lei e da ordem, ele acaba por tornar-se um dos maiores inimigos do mundo do crime. Tudo começa com um crime terrível: o homicídio dos milionários locais Thomas e Martha Wayne. No local do crime, Gordon conhece o único sobrevivente: Bruce (David Mazouz), o filho de 12 anos do casal, um rapaz extraordinariamente forte que futuramente vai tornar-se no Cavaleiro das Terras… Assim sendo, Gotham é a história da origem dos grandes vilões e justiceiros da DC Comics, revelando um novo capítulo que nunca antes havia sido contado.

O cenário de Gotham é brilhantemente criado mostrando uma Nova Iorque suja e criminosa dos anos 80. Nesta série, que vai ter 22 episódios na primeira temporada, podemos observar ao nascimento dos vilões de alguns dos mais icónicos do mundo - personalidades intemporais como Catwoman, O Pinguim, O Enigma, Duas-Caras e Joker. O sucesso inicial já valeu aos actores Ben McKenzie (James Gordon) e Robin Lord Taylor (Oswald Cobblepot) a nomeação para os People's Choice Awards, na categoria de actor favorito numa nova série de televisão.

Vídeo colocado por: IGN

Estão curiosos para ver Gotham? Qual é a personagem que desejam mais ver? O que acham do ressurgimento dos super-heróis na televisão e no cinema?

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de Cinema (33) – O Silêncio dos Inocentes

Se fizermos uma retrospectiva sobre os anos 90, um filme incontornável é O Silêncio dos Inocentes (1991). Na minha perspectiva uma das grandes longas-metragens dos últimos tempos! O seu tom sombrio e misterioso dá-lhe uma aura muito peculiar. Realizado por Jonathan Demme, este filme foi lançando em 14 de Fevereiro de 1991 e arrecadou a módica quantia de 272 milhões de euros.

Nesta trama, uma jovem agente de FBI Clarice Starling (Jodie Foster) é destacada para encontrar assassino que arranca a pele de suas vítimas. Esse lunático começou a ser conhecido como "Buffalo Bill". Sem grandes desenvolvimentos no caso, acaba por não ter opcção além de procurar ajuda a outro serial killer - Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), preso sobre a acusação de canibalismo. Assim, o filme segue toda a investigação, onde Claire procura por todos os meios encontrar o perigoso psicopata. Será que está à altura deste desafio?

Anthony Hopkins desempenha o papel de Hannibal com mestria. Cada vez que o actor britânico aparece no filme é hipnotizante, numa grande demonstração de representação. Arrecadou o Óscar de Melhor Actor por este desempenho, num prémio mais que justo. A extraordinária química com Jodie Foster é uma das chaves para o sucesso. A actriz também se exibiu a um grande nível numa performance inesquecível. Além disso, O Silêncio dos Inocentes possuí um enredo e diálogos intensos que possibilitam um precioso desempenho.

De facto, o argumento prende-nos do início ao fim através de uma investigação repleta de peripécias. Consegue ser cativante e assombroso ao mesmo tempo. O grande trabalho de realização de Demme é impressionante. Algumas das cenas retratadas são icónicas e ficam marcadas para a história do cinema. A qualidade da longa-metragem valeu-lhe os cinco principais Óscares (Melhor Filme, Direção, Argumento, Actor e Actriz) – foi o terceiro na história a conseguir isso depois de It Happened One Night (1934) e Um Estranho no Ninho (1975). 

Já viram este filme? São fãs de longas-metragens sobre casos policiais? Que outros filmes dos anos 90 é que destacavam?
 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de cinema (32) – Guardians of Galaxy

Não resisti a trazer-vos um filme que vi recentemente no cinema e que fiquei incrédulo pela sua qualidade. Guardians of Galaxy, realizado por James Gunn, dá uma nova dimensão aos filmes de super-heróis. Baseado nas histórias de BD , é uma junção perfeita entre comédia e acção que eleva em muito a fasquia das longas-metragens do género. Com um orçamento de 170 milhões de dólares, o produto final arrisca-se a ser recordado como um dos melhores filmes da actualidade.

Peter Quill (Chris Pratt), autodenominado de ‘Senhor das Estrelas’, rouba uma esfera cobiçada por Ronan (Lee Pace), um poderoso e ambicioso vilão. Compreendendo o perigo em que se encontra, Quill forma um extravagante grupo para enfrentar este inimigo: Rocket Raccoon (na voz de Bradley Cooper), um guaxinim de pensamento rápido e ligeiro no gatilho; o leal Groot (na voz de Vin Diesel), um humanóide com a aparência e força de uma árvore; a implacável e destemida alienígena Gamora (Zoe Saldana); e Drax (Dave Bautista), um homem marcado pelo desejo de vingança. É este o grupo que terá de encontrar um modo de impedir  que Ronan recupere a esfera e, assim, conseguir impedir a aniquilação do Universo.

Apesar do conceito não espantar pela criatividade, desengane-se quem pensa que é mais do mesmo. Com um forte componente na imagem, James Gunn consegue criar um ambiente extraordinário. Guardians of Galaxy executa com uma mestria pouco habitual uma trama que inova no estilo e na execução. Produzido pela Marvel Studios , o filme com a duração de duas horas tem a capacidade de entreter quer nas batalhas como nos diversos momentos cómicos. Aliado a isso conta com uma banda sonora genial. Um trabalho magnifico de Tyler Bates, que nos faz mergulhar na atmosfera criada com efeitos especiais espectaculares.

Especial destaque para profunidade das personagens com histórias fortes e bem estruturadas. Não somos confrontados com os típicos heróis, na verdade acabam todos pro ser criminosos que se vêm (quase) obrigados a formarem uma equipa para salvar a galáxia. Além do mais, o enredo é forte com desempenhos sólidos e bem conseguidos, o protagonista Chris Pratt esteve  bastante bem. Contudo, quem me impressionou mais foi  Bradley Cooper que com o seu irónico guaxinim destaca-se em grande escala. Para mim, ele rouba o espetáculo com as suas frases memóraveis.  Por certo, este Guardians of Galaxy vai permanecer durante muito tempo na memória dos amantes de cinema!

Já viram o filme? O que é que mais vos impressionou? Qual foi a vossa personagem preferida?

Depois do Twitter, agora é a vez do Instagram. Na tentativa de tornar o blogue cada vez mais interactivo, o Um Mar de Recordações ganhou o seu novo espaço. Passem por lá para saber alguns dos momentos  da pessoa por trás do computador. Entretanto, continua a ajudar a fazer o blogue crescer em: