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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Devaneios sobre a morte...

Tudo isto pode acabar aqui e agora! Quem sabe? Nunca ninguém descobriu quando ela chega, nem nunca ninguém a sentiu verdadeiramente… Mas se isso acontecer agora, tenho uma certeza: sei que fui feliz! Acredito totalmente que aproveitei tudo o que a vida me deixou, afinal de contas tudo valeu a pena! Assim, se a morte me piscar o olho, avançarei sem medo. Não vou temer a sua força incansável e a falta de piedade, vou deixá-la aproximar-se e possuir-me. Morte, ó deusa imortal! Fazes nascer em todos um medo incessante e irracional. Sem nunca te sentirem, sem nunca te provarem, sem nunca te tocarem… Ó morte! Esses pulos que não param levam-te onde a esperança acaba. Conduzem-te onde o passado, o presente e o futuro se confundem numa junção surpreendente e irreverente. Ó morte és tão divina, mas tão letal ao mesmo tempo!


 

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