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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Numa festa de máscaras…

Marta Santos passou todo o dia do Carnaval a trabalhar num novo projecto para a empresa de arquitectura em que trabalhava. Quando saiu do escritório estava um pouco cansada, ainda assim não resistiu a sair para descontrair um pouco do stress dos últimos dias. Vestiu um vestido negro arrojado com uma pequena mascara vermelha que tapava um pouco da sua face. Olhou-se ao espelho e deu um pequeno sorriso, sentia-se deslumbrante.

Dirigiu-se para a festa privada a que tinha sido convidada. Assim que entrou observou que estava completamente cheia, percorreu toda a sala despreocupadamente. Os seus olhos verdes intensos pararam quando encontrou um jovem loiro que lhe captou a atenção. A mascara daquele homem revelava uns olhos azuis safira. Olhou fixamente para ele durante algum tempo, até que ele reparou que estava a ser observado. Lançou um sorriso encantador que a deixou completamente hipnotizada. Retribuiu. Estava altamente atraída por aquela pessoa, sentia uma enorme excitação por todo aquele mistério.

Ficou surpreendida quando aquele estranho lhe fez sinais para irem lá para fora. Marta Santos ainda hesitou, mas num momento de loucura seguiu aquele homem. Enquanto avançava atrás dele reparou naquele corpo esbelto e bem constituído . O seu coração acelerou , a arquitecta nunca fora do tipo de pessoa de arriscar numa aventura. Tudo aquilo era território novo. Enquanto isso, Ele parou numa pequena e discreta ruela, virou-se para ela e olharam-se durante um longo período de tempo. Não houve quaisquer troca de palavras. De repente, sem que nada o fizesse prever aquele homem deu-lhe um longo e apaixonado beijo.

A princípio a arquitecta ainda tentou negar o avanço, mas acabou mergulhada naquela volúpia de prazer. Rapidamente os beijos começaram a aumentar de intensidade, o que fez com que aquele par ficasse com a respiração ainda mais ofegante... O desejo de Marta Santos aumentava a cada minuto, assim sendo começou a percorrer o corpo daquele homem com as suas mãos. Aquele era o incentivo que aquele estranho necessitava. Com grande destreza levantou-lhe a perna direita. O momento era escaldante para aqueles dois…

Ela baixou-lhe as calças o mais rápido que podia, não suportava mais a espera. Começaram a fazer amor naquela ruela escondida. A arquitecta não conseguiu suster os gemidos frenéticos produzidos pelas penetrações constantes. O homem sorriu e aumentou a intensidade. Marta Santos ficou absolutamente descontrolada, cravando-lhe as unhas nas suas costas. Estiveram ali durante um longo e prazeroso tempo, não se importaram com mais nada além do prazer carnal. Os movimentos eram cada vez mais rápidos e acabaram os dois com um orgasmo mutuo. Voltaram a olhar-se, cansados mas definitivamente satisfeitos.

- Então meu amor, quando é voltamos a repetir? – perguntou Pedro Santos, enquanto tirava a máscara. À sua frente, estava o seu marido com aquele sorriso que tanto amava.

[Ficção]

Vocês leitores não tiveram dúvidas e desafiaram-me para um conto erótico. Em 66 votos possíveis, esta hipótese teve 28 o que dá uma percentagem de 42% (!). Portanto, aqui fica a minha estreia neste tipo de texto, espero que faça jus à vossa escolha. O que acharam? Novas votações vão chegar portanto fiquem ligados! 

 

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