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Um Mar de Recordações

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Questões inevitáveis (36) – “Drogas leves”

Recentemente Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça voltou a abrir uma discussão que nos últimos tempos tem levantado alguma polémica. Em entrevista à TSF, a ministra defendeu a legalização da venda de “drogas leves” em Portugal e a sua venda nas farmácias. "É para que não haja criminalidade altamente organizada e branqueamento de capitais nessa matéria", afirmou, reformando que representa não um ganho para o Estado, mas sobretudo para os cidadãos, porque não alimenta um negócio "profundamente rentável". 

Por "drogas leves" define-se substâncias consideradas menos perigosas e com consequências menos sérias em termos de dependência física, como é o caso da cannabis por exemplo. Segundo dados de 2013, tem havido um aumento gradual no consumo de drogas. De acordo com o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, o consumo de heroína continua em declínio na Europa, mas as drogas de substituição, muitas produzidas no território europeu estão a crescer! 

As novas substâncias - opiáceas e alucinogénias -, permitem que se produzam mais doses com a mesma quantidade e a um preço mais acessível. Para além disso, a distribuição também está mais criativa. As drogas chegam aos consumidores em mão, pela internet ou mesmo através de lojas especializadas. A liberalização de “drogas leves” contém diversas problemáticas. Talvez a mais pertinente seja se ao legalizar este produto, não se está indirectamente a aliciar a sociedade a experimentar/consumir… 

Concordas com a legalização das drogas leves? Quais seriam os benefícios e malefícios dessa decisão?

 

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