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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Sobre a esperança

Que a esperança seja a última coisa a morrer! A esperança! Bela palavra, a esperança. Quem me dera tê-la para sempre, poder senti-la em toda a sua plenitude. Quem me dera poder levá-la para casa e dizer que é só minha. Queria dizer que a quero para sempre, só para mim. Bolas! Que calafrio que me dá sempre que oiço a palavra esperança! Sinto esse sentimento puro que flameja no meu ser. Parece que esta dentro de mim e nunca quer sair. Mas que bela bênção que é esta esperança!  

Ainda há luz. Consigo vê-la, senti-la quase que agarra-la. Mas não consigo acercar-me dela, ela mantém-se longe, demasiado longe… Corro para ela, mas continuo a não conseguir alcança-la! Falta sempre aquele passo, o passo vital, aquele movimento determinante que possibilita a vitória e a conquista. Procuro o passo da minha revolta, mas não consigo mover-me… Fico parado, só e distante. Como encontrá-lo? Ainda não sei… 

Irrito-me. Sinto revolta pelo que aconteceu, pelo que está a acontecer e o que provavelmente irá acontecer. A revolta pelo tudo que é nada, apenas e só este sentimento doloroso e intenso. É esta revolta que nos mantém vivos, presos neste mundo! Essa insatisfação de querer sempre mais, de querer mudar o mundo num simples gesto, de querer ser aquilo que acabamos por nunca conseguir ser… 

No fundo, tudo isto não é mais que um motim dentro de mim que vejo, oiço e sinto. Sinto um calor a introduzir-se no meu corpo, uma força dentro de mim, por momentos a coragem devora-me. Agora, é ela que me comanda. Respiro fundo, levanto a cabeça e olho como se do meu olhar o mundo dependesse... É hora!

Imagem retirada de: http://www.mensagens10.com.br/

 

 

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