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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Sala de cinema (37) – Especial Óscares 2015

Na madrugada de ontem realizou-se a cerimónia dos Óscares com Birdman a sair como grande vencedor. Realizado no Dolby Theatre, em Los Angeles, premiou-se mais uma vez a excelência da indústria cinematográfica. Neil Patrick Harris, o inesquecível Barney da série How I meet your Mother, foi o apresentador da noite. O actor realizou um trabalho sólido mostrando toda a sua versatilidade e talento.

Numa passadeira vermelha de 90 metros longe de deslumbrar, parece ter havido o cuidado de não errar. A forte chuva que se fazia sentir talvez tenha sido iniibidora de looks mais arrojados. Poucos foram os que arriscaram, ainda assim o glamour e a beleza esteve mais uma vez presente em grande escala em Los Angeles. Com 9 indicações cada Birdman e The Grand Budapest Hotel foram os filmes com mais nomeações pelos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Este é um dos grandes fenómenos televisivos mundiais onde se estima a visualização de vários milhões de espectadores pelos quatro cantos do mundo. A octogésima sétima edição da cerimónia foi transmitida ao vivo pela emissora de televisão ABC e com o sinal que chegará a outras emissoras de mais de 225 países e territórios. Como já é tradição (ver aqui e aqui), o blogue acompanhou todo o evento em directo desde da passadeira vermelha até à entrega da última estatueta dourada.

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1 - O anfitrião da noite, Neil Patrick Harris, marcou presença no Dolby Theatre na companhia do seu marido David Burtka. Num fato cinzento, o actor de 41 anos aposta num visual mais sóbrio e elegante.

2 - Patricia Arquette foi uma das presenças mais notadas nesta noite inesquecível em Los Angeles. Elegante e num registo simples, a vencedora ao Óscar de Melhor Actriz Secundária pelo trabalho em Boyhood espalhou charme com a sua simplicidade.

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3 - Julianne Moore não arriscou na escolha da indumentária, optando por algo que combina com o seu tom de pele clara. A vencedora ao Óscar de Melhor Actriz pelo seu papel em Still Alice esteve sempre sorridente, provavelmente a prever a noite mágica que ia ter.  

4 - Emma Stone apareceu divinal como é natural, numa escolha perfeita. Apesar da cor ser algo incomum ficou bastante bem na actriz nomeada para Melhor Actriz Secundária pela performance em Birdman.   

Birdman, do mexicano Alejandro González Iñarritu, foi o grande vencedor da 87ª edição dos Óscares 2015. O filme levou para casa quatro Óscares, inclusive o de Melhor Filme, considerado o galardão mais importante do evento. Além disso, arrecadou ainda o de Melhor Realizador, de Melhor Argumento Original e de Melhor Fotografia.

Numa noite muito repartida a nível de prémios quem também acabou com quatro estatuetas douradas foi Grand Budapest Hotel de Wes Anderson. O filme anglo-alemão arrecadou prémios mais técnicos ao vencer as categorias de Melhor Banda-Sonora, Melhor Caracterização e Melhor Guarda-Roupa. Com três estatuetas douradas Whiplash foi uma das grandes surpresas da noite. Melhor Actor Secundário (J.K. Simmons), Melhor Mistura de Som e Melhor Montagem foram as categorias premiadas.

De facto, na representação não houve qualquer surpresa com os favoritos a conquistarem os Óscares. Julianne Moore (Still Allice) para Melhor Actriz e  Eddie Redmayne (The theory of everything) para Melhor Actor receberam os louros das suas fantásticas representações. O grande derrotado da noite – Boyhood – ganhou o único prémio da noite pelo trabalho de Patricia Arquette (Melhor Actriz Secundária), apesar de estar nomeado para seis categorias. Outros derrotados de uma longa cerimónia de quase quatro horas foram The Imitation Game (Melhor Argumento Adaptado) que em oito nomeações apenas venceu uma e American Sniper (Melhor Edição de Som) com seis nomeações e apenas uma vitória.

Big Hero 6, uma produção Disney/Marvel, ganha a estatueta dourada para melhor animação, naquela que para mim é uma agradável surpresa. Uma parceria que tem um início bastante auspicioso. Para melhor filme estrangeiro, a longa-metragem polaca Ida arrecadou o prémio. Por sua vez, John Legend e Lonnie Lynn ganham o Óscar para melhor canção, com Glory, e foram aplaudidos de pé num dos grandes momentos da noite no Dolby Theatre.

Veja a lista de todos os vencedores:

- Melhor Filme: «Birdman» 

- Melhor Ator Principal: Eddie Redmayne, em «The theory of everything» 

- Melhor Atriz Principal: Julianne Moore, em «Still Alice» 

- Melhor Ator Secundário: J. K. Simmons, em «Whiplash» 

- Melhor Atriz Secundária: Patricia Arquette, em «Boyhood» 

- Melhor Realizador: Alejandro González Iñárritu, com «Birdman» 

- Melhor Argumento Original: «Birdman» 

- Melhor Argumento Adaptado: «The Imitation Game» 

- Melhor Guarda-Roupa: «Grand Budapest Hotel» 

- Melhor Caracterização: «Grand Budapest Hotel» 

- Melhor Filme Estrangeiro: «Ida», da Polónia 

- Melhor Curta-Metragem: «The Phone Call», de Mat Kirkby e James Lucas 

- Melhor Curta Documental: «Crisis Hotline: Veterans Press 1», de Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry 

- Melhor Mistura de Som: «Whiplash» 

- Melhor Montagem de Som: «American Sniper» 

- Melhores Efeitos Especiais: «Interstellar» 

- Melhor Curta de Animação: «Feast» 

- Melhor Filme de Animação: «Big Hero 6» 

- Melhor Direcção Artística: «Grand Budapest Hotel» 

- Melhor Fotografia: «Birdman» 

- Melhor Montagem: «Whiplash» 

- Melhor Documentário: «Citizenfour» 

- Melhor Música: «Glory», do filme «Selma» 

- Melhor Banda Sonora: Alexandre Desplat, de «Grand Budapest Hotel»

 

O que acharam desta noite de excelência cinematográfica? Birdman é o justo vencedor? Qual foi para vocês a maior surpresa? 

 

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Sala de cinema (36) - Boyhood

Um dos filmes com mais nomeações para Óscares (seis) deste ano é Boyhood, um drama realizado por Richard Linklater. Uma longa-metragem que demorou 12 anos (2002-2013) para ser concluído, o que faz dela uma das produções mais longas da história do cinema. Com apenas 39 dias de rodagem em Austin (no estado de Texas), a receita já ultrapassa os 40 milhões de dólares - o orçamento cifrou-se em (apenas) 4 milhões.

O enredo centra-se na vida do jovem Mason (Ellan Coltrone), uma criança com pais separados. A história segue então este rapaz durante 12 anos, desde da entrada para a escola, aos seis, até à universidade aos dezoito. Os resultados são imprevisíveis, originando uma experiência profundamente pessoal, que nos molda à medida que nos revemos em diversos acontecimentos do filme.  Assim, ao longo da trama vamos vendo como é o seu relacionamento com os pais e como amadurece com o passar do tempo.

Na minha opinião esta é uma bela demonstração do quotidiano de uma família normal de pais separados. Numa observação mais superficial o importante deste filme é o facto de ser banal, é a vida como ela é. Não é a típica história que pensamos que só acontece nos filmes. Para mim, essa é a sua magia. De facto, Linklater não procurou filmar o espectacular. No fundo, Boyhood é uma história que se passa na realidade, um verdadeiro relato. Isso aproxima o espectador porque é algo que pode acontecer com um familiar ou com um vizinho.

Percebe-se facilmente que este é um trabalho feito com uma enorme dedicação e trabalho. Pessoalmente, gostei de mergulhar um pouco na vida de Mason e acompanhar o seu crescimento. Boyhood é um filme bastante agradável de ver, independente das quase três horas de filme. Em Fevereiro de 2012, na cerimónia dos Óscares, esta longa-metragem está nomeada para Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor Secundário (Ethan Hawke), Melhor Actriz Secundária (Patricia Arquette), Melhor Argumento Original e Melhor Edição.

Vídeo publicado por: MOVIECLIPS Trailers

 

 

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Sala de Cinema (35) – Django Unchained

Não resisto a partilhar a minha opinião sobre Django Unchained, um dos filmes que mais gostei de ver nos últimos anos. O regresso em grande de Quentin Tarantino, num filme com um enredo muito bem executado. Confesso que sou um grande fã deste realizador, não perco um filme dele. Este não podia ser excepção! Com uma receita de 425 milhões de dólares, Django Unchained tornou-se a longa-metragem de maior bilheteira de Tarantino até hoje.

Passado no sul dos Estados Unidos, este filme acompanha de Django (Jamie Foxx), um escravo vendido ao caçador de recompensas alemão  Dr. King Schultz (Christoph Waltz) para ajudar na captura dos irmãos assassinos Brittle. O seu sucesso leva Schultz a libertar Django, mas os dois acabam por permanecer juntos a perseguir os criminosos mais procurados do país. No entanto, o agora escravo liberto mantém-se focado num objectivo: encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), a sua mulher que perdeu no comércio de escravos. Assim sendo, a trama gira em torno da possibilidade de Django conseguir ou resgatar sua esposa do poderoso  Calvin J. Candie (Leonardo DiCaprio)…

Ao contrário de outros filmes de Quentin Tarantino, Django Unchained tem uma narrativa linear, com excepção a alguns flashback. A forma ousada e sangrenta com que são descritas algumas das cenas exibem a precisão de como este enredo está estruturado. A banda sonora também é simplesmente electrizante e cativante. É preciso ter especial atenção à forma cirúrgica com que são apresentados temas como a escravidão e o racismo. Enalteço também a caracterização das personagens que é muito cuidada e extraordinária.

Num elenco recheado de talento onde se destacam as performances de Leonardo DiCaprio e Christoph Waltz. Aliás, a cena em que DiCaprio corta a mão é digna de um Óscar… Muito elogiado pela crítica, o filme foi nomeado para cinco Óscares na cerimónia de 2013. Acabou por ganhar nas categorias de actor secundário (Christoph Waltz) e melhor argumento original. A longa-metragem arrecadou ainda dois Globo de Ouro e outros dois BAFTA nas mesmas categorias – actor secundário e melhor argumento.

Já viram o Django Unchained? O que mais vos impressionou neste filme? Gostam do estilo de Quentin Tarantino?

 

 

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Sala de Cinema (33) – O Silêncio dos Inocentes

Se fizermos uma retrospectiva sobre os anos 90, um filme incontornável é O Silêncio dos Inocentes (1991). Na minha perspectiva uma das grandes longas-metragens dos últimos tempos! O seu tom sombrio e misterioso dá-lhe uma aura muito peculiar. Realizado por Jonathan Demme, este filme foi lançando em 14 de Fevereiro de 1991 e arrecadou a módica quantia de 272 milhões de euros.

Nesta trama, uma jovem agente de FBI Clarice Starling (Jodie Foster) é destacada para encontrar assassino que arranca a pele de suas vítimas. Esse lunático começou a ser conhecido como "Buffalo Bill". Sem grandes desenvolvimentos no caso, acaba por não ter opcção além de procurar ajuda a outro serial killer - Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), preso sobre a acusação de canibalismo. Assim, o filme segue toda a investigação, onde Claire procura por todos os meios encontrar o perigoso psicopata. Será que está à altura deste desafio?

Anthony Hopkins desempenha o papel de Hannibal com mestria. Cada vez que o actor britânico aparece no filme é hipnotizante, numa grande demonstração de representação. Arrecadou o Óscar de Melhor Actor por este desempenho, num prémio mais que justo. A extraordinária química com Jodie Foster é uma das chaves para o sucesso. A actriz também se exibiu a um grande nível numa performance inesquecível. Além disso, O Silêncio dos Inocentes possuí um enredo e diálogos intensos que possibilitam um precioso desempenho.

De facto, o argumento prende-nos do início ao fim através de uma investigação repleta de peripécias. Consegue ser cativante e assombroso ao mesmo tempo. O grande trabalho de realização de Demme é impressionante. Algumas das cenas retratadas são icónicas e ficam marcadas para a história do cinema. A qualidade da longa-metragem valeu-lhe os cinco principais Óscares (Melhor Filme, Direção, Argumento, Actor e Actriz) – foi o terceiro na história a conseguir isso depois de It Happened One Night (1934) e Um Estranho no Ninho (1975). 

Já viram este filme? São fãs de longas-metragens sobre casos policiais? Que outros filmes dos anos 90 é que destacavam?
 
 

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Sala de cinema (29) – Especial Óscares

A excelência em realizações cinematográficas esteve novamente em disputa na 86.ª edição dos Óscares, a noite mais esperada do ano para os cinéfilos de todo o mundo. Tal como aconteceu no ano passado, o blogue acompanhou em directo a cerimónia realizada no Dolby Theatre , desde a passadeira vermelha até à entrega da última estatueta dourada. Sete anos depois, Ellen Degeneres voltou a ser a escolhida para anfitriã da cerimónia, tendo feito um belo trabalho. O carisma da apresentadora de 56 anos e a sua boa disposição conduziram o evento a momentos marcantes e fascinantes.
Apesar da chuva, nada afastou o glamour da passadeira vermelha, onde as estrelas da sétima arte estiveram em grande com uma escolha certeira de indumentária . Este ano ficou marcado por nova queda de Jennifer Lawrence , actriz que desta vez saiu de mãos a abanar. Houve uma enorme tendência de vestidos sem mangas, sem dúvida algo que marcou o desfile desta noite. Um desses exemplos foi a vencedora do Óscar de Melhor Actriz Secundária que maravilhou todos num vestido Prada azul claro. Lupita Nyong’o , de 31 anos, esteve completamente deslumbrante parecendo uma autêntica princesa preparada para uma noite de conto de fadas!

Quem também esteve deslumbrante foi Cate Blanchett, de 44 anos. Num Armani, arrasou por completo neste vestido brilhante. A vencedora do Óscar de Melhor Actriz por ‘Blue Jasmine’ esteve absolutamente perfeita. Destaque ainda para as jóias escolhidas que complementaram muito bem o look. Pessoalmente, foi o meu visual preferido nesta noite.  

Jared Leto , vencedor do Óscar de Melhor Actor Secundário, jogou pelo seguro e apostou no clássico branco e preto com um lacinho vermelho que destacou o seu visual. “Eu sempre adorei o clássico e eu normalmente nunca uso fatos. Portanto esta foi uma boa oportunidade para vestir algo intemporal ”, referiu o actor de ‘Clube de Dallas’ que espalhou o seu charme na plateia feminina da carpete vermelha.

Em 24 categorias, ‘Gravidade’ e ‘Golpada Americana’ eram os filmes com mais nomeações conseguido dez cada um, mas os dois acabaram por sair do Dolby Theatre com sortes diferentes. O filme que aborda as capacidades de sobrevivência de uma astronauta inexperiente foi o grande vencedor da noite com a conquista de sete estatuetas douradas. Além do Melhor Realizador para Alfonso Cuarón , o filme de ficção cientifica arrecadou ainda a Melhor Fotografia, a Melhor Montagem, a Melhor Banda Sonora, o Melhor Som, os Melhores Efeitos Visuais e os Melhores Efeitos Sonoros. Uma noite inesquecível para esta equipa que apenas perdeu em três categorias!
Quem também teve razões para sorrir foi '12 Anos Escravo' que arrecadou o prémio mais desejado – o de Melhor Filme. A essa distinção juntou ainda o Melhor Argumento Adaptado e a Melhor Actriz Secundária com a performance da estreante Lupita Nyong’o naquela que era uma das categorias mais disputadas deste serão. O filme autobiográfico de Solomon Northup caiu nas boas graças da Academia que lhe deu um grande destaque em três dos principais prémios.
O ‘Clube de Dallas’ também conquistou três distinções. Além de Melhor Caracterização, a dupla Jared Leto (Actor Secundário) e Mattew Mccounaughey (Actor Principal) conquistaram os prémios de melhor actuação masculina, uma menção ao trabalho brutal que ambos tiveram que fazer para desempenhar estes papeis. Destaque também para a musa Cate Blanchett que deu a 'Blue Jasmine' o único prémio da noite no Óscar de Melhor Actriz Principal. A sua extraordinária representação não ficou esquecida e recebeu a merecida aclamação.
A Academia ficou maravilhada com o filme da Disney 'Frozen’ que conseguiu vencer as duas categorias para que estava nomeada - a Melhor Animação e a Melhor Canção com Let it Go . Por sua vez, a película italiana ‘A Grande Beleza’ arrecadou o Melhor Filme Estrangeiro. Uma das surpresas da noite estava reservada para o Melhor Argumento Original, com a vitória de 'Her' de Spike Jonze . Outra das surpresas foi os dois Óscares para ‘O Grande Gabsty’ vencendo nas categorias de Produção Artística e Guarda-roupa.
Pela negativa, ‘Golpada Americana’ acabou a noite sem nenhuma estatueta depois das dez nomeações conseguidas. ‘O Lobo de Wall Street ’, 'Nebraska' e 'Philomena' também ficaram de as mãos a abanar. O serão mediático e glamoroso brilhou ao mais alto nível naquele que é o sítio que premeia os melhores trabalhos da sétima arte desde 1929. Deixo-vos com o trailer daquele que foi considerado o Melhor Filme do Ano pela Academia:

 

LISTA COMPLETA DOS PREMIADOS:

Melhor filme: 12 Anos Escravo
Melhor Realização: Alfonso Cuarón (Gravidade)
Melhor actor: Matthew McConaughey (O Clube de Dallas)
Melhor actor secundário: Jared Leto (O Clube de Dallas)

Melhor actriz: Cate Blachett (Blue Jasmine)
Melhor actriz secundária: Lupita Nyong'o (12 Anos Escravo)

Melhor argumento original: Spike Jonze (Her)
Melhor argumento adaptado: John Ridley (12 Anos Escravo)

Melhor filme estrangeiro: A Grande Beleza (Itália)
Melhor filme de animação: Frozen - O Reino do Gelo
Melhor banda sonora original: Steven Price (Gravidade)

Melhor canção original: Let It Go (Frozen)

Melhor fotografia: Gravidade

Melhores efeitos visuais: Gravidade

Melhor montagem: Gravidade

Melhor mistura de som: Gravidade

Melhor montagem de som: Gravidade

Melhor caracterização: O Clube de Dallas

Melhor produção artística: O Grande Gatsby
Melhor guarda-roupa: O Grande Gatsby

Melhor documentário: 20 Feet from Stardom
Melhor documentário em curta-metragem: The Lady in Number 6
Melhor curta-metragem: Helium
Melhor curta-metragem de animação: Mr. Hublot

 

Qual foi a vossa opinião da cerimónia? As vitórias foram justas? Qual foi a maior surpresa da gala?

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