Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Sala de Cinema (44) - Logan

O aguardado Logan chegou finalmente às salas de cinema! Esta longa-metragem marca a última aparição de  Hugh Jackman no papel do emblemático Wolverine. O filme dirigido por James Mangold é fortemente inspirado no enredo de Old Man Logan, uma história de Mark Millar publicada em 2008. Parece que esta é mesmo a despedida perfeita do carismático X-Men!

Já o enredo da história deste filme decorre em 2024 com uma população mutante que diminuiu significativamente e sem os X-Men. Logan, cujo o poder de cura está a diminuir, entregou-se ao álcool e agora ganha a vida como motorista de uma limusina. Ele também cuida de um doente e idoso Professor X, que mantém escondido. Mas as tentativas de Logan de afastar-se do mundo são interrompidas com a chegada de uma jovem mutante, perseguida por forças sombrias…

Desde do início que percebemos que este é um filme com um tom mais negro, longe do mundo esperançoso habitual dos X-Men. Na verdade, Logan passa-se numa realidade distópica, no qual Wolverine vive amargurado, numa prisão constante. É extremamente interessante vermos o lado mais vulnerável deste super-herói que foi durante anos apelidado de imortal.

 

Ficaste curioso/a? Vê a minha opinião completa neste vídeo:

 

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de Cinema (43) – Batman vs Superman

O filme Batman vs Superman chegou aos cinemas na última quinta-feira, portanto está mais do que na hora de fazer uma análise à primeira longa-metragem do universo cinematográfico da DC. Com um orçamento de 250 milhões de dólares, Zack Snyder tinha a grande responsabilidade de iniciar este longo projecto. Contudo, o filme acabou por pecar em alguns aspectos…

Num tom negro e à procura de um público mais adulto, Batman vs Superman falha ao querer incluir demasiadas coisas e não conseguir cumprir as promessas que executa. Com a duração de 2h30, o filme desenrola-se num ritmo lento e não há desenvolvimento nas personagens. Até porque apesar do título, acabamos por ter uma luta curta entre o Batman e o Superman, o confronto até foi bom, mas pecou por ser demasiado pequeno. A batalha podia ser explorada durante mais minutos, foi mesmo uma pena não se terem dedicado tanto como deviam ter feito. Para mim, a edição desta longa-metragem ficou muito aquém, o que me preocupa bastante com os próximos filmes deste universo da DC. 

Confesso que não sou o maior fã de Ben Affleck, mas o actor protagonizou um belo desempenho, alcançando uma das melhores performances do homem morcego no cinema. Gostei de ver um Batman extremamente cerebral, estratega e mesmo agressivo. Um dos melhores momentos do filme são as suas cenas de luta que estiveram simplesmente incríveis. Já o Superman ficou muito aquém, na minha perspectiva a personagem de Henry Cavill contínua desinteressante...

De facto, a DC não se estreou da melhor maneira, pareceu-me que foi demasiado ambiciosa. Era preferível ter começado pequeno e ter construído a tensão entre os dois heróis e só depois fazer um filme desse combate. Infelizmente, puseram a carroça à frente dos bois e precipitaram-se. O filme não está mau, apenas erra em alguns pontos fulcrais. Apesar disso, a minha experiência acabou por ser positiva. Não é o melhor dos filmes de super-heróis, mas está longe de ser o pior!

 

Ficaste curioso/a? Vê a minha opinião completa neste vídeo:

 

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de Cinema (42) – Deadpool

Deadpool chegou na passada quinta-feira  às salas nacionais, um filme que tem recebido uma aclamação crítica mundial. Dirigido pelo director Tim Miller, podemos assistir à transformação de Wade Wilson em Deadpool e ao seu desejo de vingança em relação ao homem que o transformou. O actor Ryan Reynolds regressa ao papel do mercenário tagarela depois de uma breve participação no filme 'X-Men Origens: Wolverine' de 2009. O filme é baseado na provadora personagem da Marvel criada em 1991 pela dupla Rob Liefield e Fabian Niciesa.

A premissa do filme gira à volta da origem dos poderes de regeneração e das deformações de Wilson, na tentativa de curar o seu cancro terminal. Wade Wilson acaba por conseguir vencer a doença através das experiências do vilão Ajax, mas o custo é demasiado grande. É assim que nasce Deadpool e a sua jornada de vingança começa! Este anti-herói é uma personagem contagiante que cativa o público com uma facilidade enorme, o mercenário tagarela teve a capacidade de agarrar a audiência logo na primeira cena. De facto, o director Tim Miller teve a capacidade de encontrar o tom certo, onde é impossível não soltar uma gargalhada durante o filme! 

Atrevo-me a dizer que Deadpool mudou por completo o espectro do género de filmes de super-heróis. A partir de agora vai haver um antes e depois de Deadpool, pois esta longa-metragem é muito especial. Com 135 milhões de dólares em apenas três dias de exibição (um recorde num filme para maiores de 18 anos), estão abertas as portas para que os estúdios sejam cada vez mais audazes nas suas apostas... 

 

Ficaste curioso/a? Vê a minha opinião completa neste vídeo:

 

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de Cinema (41) – V de Vingança

V de Vingança, um dos filmes mais polémicos e emblemáticos, é o destaque na vigésima terceira edição da Sala de Cinema. O thriller realizado por James McTeigue é uma adaptação da série de banda desenhada com o mesmo nome criada por Alan Moore e David Lloyd. As críticas foram bastante positivas, sendo nomeado para o Prémio Hugo de Melhor Apresentação Dramática. A revista Empire classificou esta longa-metragem como o 418º melhor filme de todos os tempos.

Este thriller político contém um enredo entusiasmante e repleto de momentos alucinantes. Na paisagem futurista de uma Inglaterra totalitária (que faz lembrar a Alemanha nazi), V de Vingança conta a história de uma jovem chamada Evey (Natalie Portman), que é resgatada de uma situação de vida e morte por um homem mascarado, conhecido apenas como “V” (Hugo Weaving). Incomparavelmente carismático, V inicia uma revolução quando pede que todos se ergam contra a tirania e opressão. Será que consegue trazer a liberdade e justiça de volta a uma sociedade repleta de crueldade e corrupção?

Este argumento sombrio e provocador é visualmente eficaz, não é surpresa que se torne num dos filmes mais apreciados da última década! A mensagem implícita impressiona pela frontalidade e exuberância. A sensação com que fico é que V de Vingança criou uma reputação forte com o legado que criou. No que diz respeito às interpretações, destaco o fantástico trabalho de Hugo Weaving que consegue criar uma personagem inteligente e memorável. Sem nunca vermos o seu rosto, esbanja carisma a cada cena. É da sua autoria os melhores momentos desta longa-metragem!

O filme acabou por ser interpretado por muitos grupos políticos como uma alegoria da opressão do governo. A popularidade da mensagem deste filme ganhou notoriedade através das máscaras que foram adoptadas nas mais recentes manifestações em todo o mundo. Aliás, o Anonymous, um grupo baseado na Internet, escolheu a máscara de Guy Fawkes como seu símbolo. Esta máscara acabou por tornar-se um ícone da revolução popular dando ao filme um maior protagonismo e a oportunidade de ficar ligado na história para a prosperidade. 

 O que é mais vos empressiona na persongem "V"? Qual pensam ter sido o maior legado que este filme deixou? As manifestações recentes são uma justa interpetação à mensagem do V de Vingança?

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de cinema (40) - Ant Man

Há uns dias fui ver o mais recente filme dos cinemas da Marvel - o Ant Man – e não resisti a vir aqui deixar-vos a minha opinião. Se inicialmente estava um pouco de pé atrás com este filme, os trailers convenceram-me a que fosse para a sala de cinema com a esperança de ser agradavelmente surpreendido. E ainda bem que o fiz! Quando comecei a ver as primeiras cenas rapidamente entendi que ia ver algo de muito especial! O enredo é muito envolvente e está genuinamente bem escrito.

A história dá enfoque à vida de Scott Lang (Paul Rudd). Dotado com a capacidade incrível de encolher em escala mas aumentar em força, o antigo ladrão tem que encarar o seu herói interior e ajudar o seu mentor, Dr. Hank Pym (Michael Douglas), a proteger o segredo por detrás do fato espectacular do Ant Man. Contra obstáculos aparentemente intransponíveis, Pym e Lang vão planear uma forma de salvar o mundo, tudo isto em pequena escala...

O humor tão característico da Marvel está como sempre muito presente. Contudo, facilmente percebemos que este é um filme completamente diferente do que este estúdio nos tem habituado. A história no fundo é a caminhada de redenção de Scott Lang para se tornar um verdadeiro herói. É uma forma de ver o treino, o esforço, a dedicação e a responsabilidade que assumir o cargo de super-herói implica. O Ant Man tem a dose certa entre humor e acção! Como espectador, uma das coisas que mais me agradou foram as cenas  em que o herói cresce e encolhe que são fantásticas, muito bem executadas. Deu uma roupagem completamente diferente às cenas de luta. Sem dúvida, um dos melhores filmes da Marvel até agora! Para quem ainda não espreitou, recomendo totalmente!

 Ficaste curioso/a? Então vê a review completa que fiz para o meu canal no Yotube!

 

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de cinema (39) – Avengers: Age of Ultron

Um dos filmes que estava mais curioso em ver neste ano era sem dúvida os Avengers: Age of Ultron. Quem me segue pelo Instagram (@miguel_alexandre7) já sabe que eu fui vê-lo na quinta-feira, confesso que tinha expectativas bastante altas e elas foram bem compensadas. O director Joss Whedon tinha a dura tarefa de fazer frente ao seu antecessor e, ainda assim, protagonizou um trabalho de muito valor. Pessoalmente, considerado que conseguiu viver o grande hype que criou!

Tentando proteger o planeta das ameaças alienígenas do primeiro filme The Avengers, Tony Stark procura construir um sistema de inteligência artificial que vai cuidar da paz mundial. O projecto acaba por dar errado e gera o nascimento de Ultron (na voz de James Spader). Capitão América (Chris Evans), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) terão que se unir para mais uma vez salvar o dia diante desta grande ameaça. Esta batalha leva os heróis da Marvel ao seu extremo, será que estão preparados para a ultrapassar?

De facto, o tempo em que se fazia um filme de super-heróis repleto de acção e com pouca história é definitivamente algo do passado. Avengers: Age of Ultron vem mais uma vez desmistificar esse preconceito. O enredo tem cada vez mais densidade vemos cada vez mais uma versão humana destes heróis e os problemas que eles atravessam. Algo engraçado é que entrei na sala de cinema a não ser fã de uma personagem e ela tornou-se rapidamente numa das minhas preferidas. O Gavião Arqueiro ganha uma nova profundidade e é um dos grandes destaques, reconheço que adorei esta nova abordagem ao arqueiro da equipa. Especial destaque também para a interpretação de Paul Bettany em Vision que mesmo apesar de ter pouco tempo em tela rouba por completo o espectáculo.

Com uma banda sonora extraordinária, a longa-metragem exibe efeitos especiais exuberantes. As cenas de luta são muito bem estruturadas, gostei bastante das combinações que heróis já tinham em combate, o que demonstra que há uma ligação temporal ao longo dos filmes. Uma história bem estruturada e com vários pontos altos, além de inúmeras surpresas ao longo da trama. Foi, sem dúvida, uma boa forma de concluir a segunda fase do Universo Cinematográfico da Marvel e dar o pontapé de saída para a terceira.

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Sala de cinema (32) – Guardians of Galaxy

Não resisti a trazer-vos um filme que vi recentemente no cinema e que fiquei incrédulo pela sua qualidade. Guardians of Galaxy, realizado por James Gunn, dá uma nova dimensão aos filmes de super-heróis. Baseado nas histórias de BD , é uma junção perfeita entre comédia e acção que eleva em muito a fasquia das longas-metragens do género. Com um orçamento de 170 milhões de dólares, o produto final arrisca-se a ser recordado como um dos melhores filmes da actualidade.

Peter Quill (Chris Pratt), autodenominado de ‘Senhor das Estrelas’, rouba uma esfera cobiçada por Ronan (Lee Pace), um poderoso e ambicioso vilão. Compreendendo o perigo em que se encontra, Quill forma um extravagante grupo para enfrentar este inimigo: Rocket Raccoon (na voz de Bradley Cooper), um guaxinim de pensamento rápido e ligeiro no gatilho; o leal Groot (na voz de Vin Diesel), um humanóide com a aparência e força de uma árvore; a implacável e destemida alienígena Gamora (Zoe Saldana); e Drax (Dave Bautista), um homem marcado pelo desejo de vingança. É este o grupo que terá de encontrar um modo de impedir  que Ronan recupere a esfera e, assim, conseguir impedir a aniquilação do Universo.

Apesar do conceito não espantar pela criatividade, desengane-se quem pensa que é mais do mesmo. Com um forte componente na imagem, James Gunn consegue criar um ambiente extraordinário. Guardians of Galaxy executa com uma mestria pouco habitual uma trama que inova no estilo e na execução. Produzido pela Marvel Studios , o filme com a duração de duas horas tem a capacidade de entreter quer nas batalhas como nos diversos momentos cómicos. Aliado a isso conta com uma banda sonora genial. Um trabalho magnifico de Tyler Bates, que nos faz mergulhar na atmosfera criada com efeitos especiais espectaculares.

Especial destaque para profunidade das personagens com histórias fortes e bem estruturadas. Não somos confrontados com os típicos heróis, na verdade acabam todos pro ser criminosos que se vêm (quase) obrigados a formarem uma equipa para salvar a galáxia. Além do mais, o enredo é forte com desempenhos sólidos e bem conseguidos, o protagonista Chris Pratt esteve  bastante bem. Contudo, quem me impressionou mais foi  Bradley Cooper que com o seu irónico guaxinim destaca-se em grande escala. Para mim, ele rouba o espetáculo com as suas frases memóraveis.  Por certo, este Guardians of Galaxy vai permanecer durante muito tempo na memória dos amantes de cinema!

Já viram o filme? O que é que mais vos impressionou? Qual foi a vossa personagem preferida?

Depois do Twitter, agora é a vez do Instagram. Na tentativa de tornar o blogue cada vez mais interactivo, o Um Mar de Recordações ganhou o seu novo espaço. Passem por lá para saber alguns dos momentos  da pessoa por trás do computador. Entretanto, continua a ajudar a fazer o blogue crescer em: