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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

O importante é insistir

Erguem-se desafios, alguns parecem ser quase inalcançáveis . Contudo, por mais difíceis que esses obstáculos sejam não vou ficar parado, vou continuar a lutar em buscar de uma oportunidade para brilhar. Não vou descansar até voltar a tê-la! Não vou ser derrotado, apenas descanso quando conseguir conquistar um lugar que mereço. Reconheço que esta é uma estranha sensação, mas tenho que aproveitar as oportunidades a que isso me permite. Posso preparar-me para quando o momento chegar poder desfrutar tudo ao máximo. Vou continuar a ter pensamento positivo. Não vale a pena desesperar, sei que irei ter essa chance e quando ela chegar vou agarrá-la e mostrar tudo aquilo que tenho para dar. Posso até ter várias decepções ao longo do caminho, mas não vou deixar de acreditar que tudo vai ficar melhor. Não me permito isso. Por muito complicado que seja, não vou parar. Nunca! Sei que isto não é um simples sonho, é o meu futuro. É a realidade! Irei continuar a insistir, até chegar finalmente ao caminho certo. Não vou esconder, adoro desafios complicados, permite trazer o melhor de mim. A verdade é que é preciso continuar a tentar e nunca desistir, ir sempre à procura do sonho. Não vou desistir, pois sei que este é o meu propósito Só preciso de uma oportunidade, dás-ma?

 
 

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Toque do destino

O tempo arrefece rapidamente. O dia está estupidamente cinzento, a chuva aproxima-se. É melhor despachar-me, penso instantaneamente. Não posso chegar atrasado. Não podemos fugir do destino. A ideia provoca-me um sorriso irónico, seguida de um longo suspiro. Não há mesmo forma de evitá-lo... Nunca acreditei nestas tolices, mas agora tenho que me render às evidências. Curioso, como as coisas mudam por um mero acontecimento.

No início do dia, percorria caminhos ríspidos repletos de pessoas ruidosas e apressadas. Fazia-o despreocupadamente. Ninguém dava conta da minha presença, não passava de um fantasma nas ruas. Pensava que tudo isso iria acabar. Esse pensamento era a única razão que me fazia continuar a mover. A morte. Dolorosa, intensa e inevitável. Reconheço que pensava que ia acabar com tudo de uma vez por todas, sem qualquer tipo de dramatismo. Um simples tiro e tudo isto acabava.

A arma estava no bolso do casaco pronta para ser disparada. Dirigia-me a um campo próximo da minha casa. Nunca fui de grandes planos. Não estava à procura de uma morte majestosa , não! Queria apenas algo rápido e derradeiro. Um final seco, numa vida desapontante. A verdade é que deixei-me consumir pelo meu próprio ego e perdi tudo o que tinha. Fiquei sem trabalho, dinheiro e família e acabei sozinho nas terríveis malhas da solidão...

Admito que nestes momentos sombrios pensei que nada mais havia para lutar. Perdi o medo das consequências, talvez tenha sido presunçoso da minha parte… Mas nada me prendia aqui, resta-me acabar com tudo. Quando cheguei finalmente ao local, apontei a arma à minha boca. Queria terminar com tudo o mais rápido possível. A pistola estava brilhante, novinha em folha. Tinha sido comprada única e exclusivamente para aquele objectivo. Fechei os olhos.

Passaram várias fases da minha vida pela minha cabeça, enquanto estive com os olhos fechados. Como se tivesse a ver um álbum de fotografias que esperava pela última imagem – a minha morte. Comecei a puxar o gatilho da arma. Enfim, a liberdade. Hoje. AGORA, gritei. Triiiim . O som do telemóvel fez-me perder a força da mão e larguei a arma desengonçadamente. A pistola fica esquecida no meio da relva esverdeada. Tinha recebido uma mensagem, um toque do destino. Comecei a lê-la e deixei-me cair de joelhos com lágrimas a correrem-me descontroladamente pela face. “Tenho saudades tuas, pai. Onde estás?”, podia ler-se na mensagem.

[Ficção]

 

 
 

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O importante é insistir na vida...

Erguem-se desafios, alguns parecem ser quase inalcançáveis . Contudo, por mais difíceis que esses obstáculos sejam não vou ficar parado, vou continuar a lutar em buscar de uma oportunidade para brilhar. Não vou descansar até voltar a tê-la! Não vou ser derrotado, apenas descanso quando conseguir conquistar um lugar que mereço. Reconheço que esta é uma estranha sensação, mas tenho que aproveitar as oportunidades a que isso me permite. Posso preparar-me para quando o momento chegar poder desfrutar tudo ao máximo. Vou continuar a ter pensamento positivo. Não vale a pena desesperar, sei que irei ter essa chance e quando ela chegar vou agarrá-la e mostrar tudo aquilo que tenho para dar. Posso até ter várias decepções ao longo do caminho, mas não vou deixar de acreditar que tudo vai ficar melhor. Não me permito isso. Por muito complicado que seja, não vou parar. Nunca! Sei que isto não é um simples sonho, é o meu futuro. É a realidade! Irei continuar a insistir, até chegar finalmente ao caminho certo. Não vou esconder, adoro desafios complicados, permite trazer o melhor de mim. A verdade é que é preciso continuar a tentar e nunca desistir, ir sempre à procura do sonho. Não vou desistir, pois sei que este é o meu propósito Só preciso de uma oportunidade, dás-ma?

 

 
 

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Um pequeno encontrão do destino

“Desculpe, quer alguma coisa?”, disse uma jovem loira que não devia ter mais de vinte anos. Fitava aquele homem com um olhar inquisidor, olhando-o fixamente. Por seu lado, Rodrigo Fernandes ficou com as esperanças despedaçadas. Desejava com todas as forças que aquela mulher fosse o seu antigo amor, mas quando a ouviu falar percebeu rapidamente que não era a mesma pessoa. As feições eram muito semelhantes, estranhamente parecidas, mas as parecenças ficavam por aí. Ainda assim não deixou de ter a sensação que conhecia aquela pessoa de algum lado…
Rodrigo Fernandes suspirou longamente. Voltou à realidade e desculpou-se embaraçado por aquele gesto intempestivo. Regressou à sua mesa e bebeu o mais depressa que conseguiu o seu café matinal. Rapidamente mergulhou naquela espiral depressiva. A ténue esperança tinha sido abruptamente arrasada com a dura realidade. Poucos minutos depois, pagou a conta e começou a dar passos apressados para sair daquele estabelecimento. Queria sair daquele lugar o mais rápido que conseguia, estava chateado consigo próprio por aquela atitude infantil.
Ia abrir à porta quando embateu em alguém, o que o fez fechar os olhos com uma dor intensa na cabeça. Massageou instantaneamente o local que lhe doía. Só depois reparou na pessoa que estava no chão atordoada. Os seus olhos arregalaram, agora não tinha dúvidas. Diante de si estava Maria Branco, a sua antiga namorada. Ela olhou-o com aqueles intensos olhos e rapidamente o reconheceu. Largou um pequeno sorriso. “O que estás aqui a fazer?”, perguntou Rodrigo Fernandes no chão, sem fazer qualquer tentativa de levantar-se. “Vim ter com a minha irmã…”, respondeu-lhe naquele tom de voz doce, apontado para a mesa da jovem que tinha interpelado há bem pouco tempo. Deu um pequeno esgar, aquela era a pequena Rita Branco, a sensação que tinha tido estava então correcta.
Permaneceram no chão a tocar algumas palavras, era óbvio que havia uma conexão quase instantânea, normal numa relação que tinha durado cinco anos. Maria Branco convidou-o a ficar mais um pouco, aquele pedido era tudo o que ele desejava. Sem esconder a tristeza, teve de recusar. Não tinha outra hipótese, pois estava a começar a ficar atrasado para o trabalho. Prometeram combinar um café para o dia seguinte, o seu coração batia a mil a hora. Rodrigo Fernandes deu-lhe um cartão com o seu número, as suas mãos tocaram-se. Havia uma ligação que não podiam negar… Foram os dois em direcções opostas, no dia seguinte acabariam por ter um intenso e inesquecível encontro…

Parte 1 || Parte 2 || Parte 3

Aqui está a segunda parte do conto numa votação disputada! Com 33 votos (52% da votação) num universo de 63 leitores votantes, a continuação escolhida foi que o Rodrigo Fernandes encontrasse a sua antiga namorada. Decidi dar continuidade à história para uma terceira e derradeira parte! O 'Um Mar de Recordações' agora tem uma conta no Twitter, portanto o pessoal que anda por lá, faça o favor de adicionar aqui.  Entretanto, continua a ajudar a fazer o blogue crescer em:

        

Uma vida sem rumo...

Acordara particularmente nostálgico, sentia que tudo na sua vida fora desperdiçada . Apesar de estar no emprego de sonho não se encontrava satisfeito, estava sem rumo. Sentia-se sozinho, não tinha ninguém que considerava um verdadeiro amigo. Já não tinha namorada há mais de dois anos, estava desequilibrado emocionalmente. Na noite anterior tinha sonhado com o seu primeiro e verdadeiro amor. Era estranho como ainda recordava todos os seus traços como se a tivesse visto há poucos dias…

Viveram um intenso romance durante cinco anos, pareciam ser feitos um para o outro. Até que ela foi para uma universidade em Inglaterra, o que ditou o fim do relacionamento. Ficou despedaçado quando ela partiu. Depois disso, a sua vida perdera o rumo. Apenas sobrevivia sem grande garra, provavelmente seria por causa disso que todas as outras relações tinham corrido mal. Nunca se esforçava verdadeiramente para que elas tivessem um final feliz. Na verdade, começava a perder a esperança que isso alguma vez acontecesse...

Deu um longo suspiro, como é que a sua vida tinha chegado aquele ponto? Saiu para tomar um café para despertar os sentidos, avançava num passo lento e descoordenado . Aquele ia ser um dia complicado de lidar. Entrou no estabelecimento e sentou-se no lugar do costume. Esperou pelo seu café matinal. Aquela era a sua rotina há tanto tempo que já não precisava de pedir. Olhou despreocupado para as pessoas que estavam no café. Engoliu em seco. A poucos metros de distância estava uma loira. Aquele cabelo… Poderia ser? Não queria acreditar nisso, levantou-se e foi tirar as dúvidas…

Parte 1 || Parte 2 || Parte 3
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