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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Imagem espontânea (23) – Dia Mundial da Fotografia

Amanhã celebra-se o Dia Mundial da Fotografia, evento proclamado em 1839 pelo governo francês. Poucos anos antes, em 1826, tinha sido feita a primeira fotografia reconhecida pelo gaulês Joseph Nicéphore Niépce. Uma fotografia não é mais do que uma técnica de gravação por meios químicos, mecânicos ou digitais, de uma imagem numa camada de material sensível à exposição luminosa. Num mundo digital, a fotografia mantém-se popular, tornando-se uma área bastante desejada seja para lazer ou por profissionalismo.

Neste dia especial, não há melhor do que fazer uma menção numa rubrica que já faz parte deste blogue. Esta fotografia foi tirada na Quinta da Fidalga, um monumento histórico localizado na cidade do Seixal. A fundação desta quinta remonta ao século XV, estando associada a Paulo da Gama, irmão de Vasco da Gama, que se fixou no Seixal para assistir à construção das caravelas que supostamente o levariam à Índia. Desde 2001, este local passou a ser propriedade da Câmara Municipal do Seixal.

Desde a sua construção funções agrícolas ou de lazer, ainda hoje a Quinta da Fidalga conserva algumas árvores dessa época. Este ex-libris seixalense, distingue-se também pelo magnífico Lago de Maré, que constitui um monumento raro ou quase único na arquitectura hidráulica portuguesa. Os jardins são magníficos e merecem uma visita obrigatória para quem passa pela baía do Seixal. É um bom local para relaxar e aproveitar a beleza estonteante, além do mais a entrada é gratuita!  

“Quanto mais você glorifica e celebra sua vida, mais você tem na vida para celebrar.” - Oprah Winfrey


A fotografia é algo que tem importância na vossa vida? Qual é a área da fotografia que mais vos desperta curiosidade? Se pudessem tirar uma fotografia em qualquer sítio do mundo, qual seria? 

Imagem espontânea (15)

Na semana do Dia Mundial da Fotografia (19 de Agosto), o Um Mar de Recordações celebra a sua décima quinta edição da rubrica Imagem Espontânea. Esta fotografia retrata um moinho de maré, uma infra-estrutura que acabou por torna-se obsoleta devido à constante evolução tecnológica.

A região do país onde se pode observar ainda um maior número destes engenhos é na margem sul do estuário do Tejo, principalmente na zona compreendida entre Corroios e Barreiro. Assim, não é surpresa que nesta décima quinta edição decidi colocar um dos moinhos de Alburrica (no Barreiro) que foi edificado em 1852 e, postreriormente, desactivado em 1950.

Este moinho de maré de tipologia comum possui uma torre cilíndrica de dois pisos, cobertura móvel e duas mós. A Câmara Municipal do Barreiro acabou por adquirir este elemento incontornável de património barreirense em 1973, mas actualmente encontra-se muito pouco preservado e ao abandono…

 

 

 

“Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de maré” (Érico Veríssimo)