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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Questões inevitáveis (37) – O monopólio do futebol

O Benfica e o FC Porto empataram sem golos em partida referente à 30.ª jornada do campeonato português. Uma repartição de pontos que provavelmente vai dar o bicampeonato às águias que partem para as últimas quatro jornadas com três pontos de vantagem. Este foi a grande notícia de ontem! Grande parte do país quase que parou para ver esta partida, o encontro foi tema de conversa número um em qualquer lugar. Como sabem sou um enorme fã de desporto, portanto eu próprio vibrei com o clássico. Confesso que vou fazer um pouco de advogado do diabo neste post até porque trabalho em... jornalismo desportivo. Mas não consigo deixar de me questionar se o futebol não tem demasiado tempo de antena na sociedade. Talvez tenha ganho uma preponderância central problemática e perigosa. Se percorrermos as grelhas dos canais noticioso somos bombardeados com inúmeros programas para discutir cada segundo de um jogo. Talvez esse tempo devesse ser melhor aproveitado com outros programas com índoles diferentes. É verdade que o futebol dá imensa audiência a um canal, mas também sou da opinião que é preciso encontrar espaços onde devem ser discutidos assuntos de maior relevo. Na minhas perspectiva, falta diversidade. Pior, não há procura por maior informação. Daí considerar ser necessário incentivar cada vez mais à produção de programas culturais, dando-lhe uma nova roupagem que incentive a visualização de todas as pessoas.   

16.04-Benfica-vs-Porto.jpg

 O futebol domina demais a sociedade? Há demasiados programas de desporto na televisão? É preciso uma mudança de paradigma?

 

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Questões inevitáveis (36) – “Drogas leves”

Recentemente Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça voltou a abrir uma discussão que nos últimos tempos tem levantado alguma polémica. Em entrevista à TSF, a ministra defendeu a legalização da venda de “drogas leves” em Portugal e a sua venda nas farmácias. "É para que não haja criminalidade altamente organizada e branqueamento de capitais nessa matéria", afirmou, reformando que representa não um ganho para o Estado, mas sobretudo para os cidadãos, porque não alimenta um negócio "profundamente rentável". 

Por "drogas leves" define-se substâncias consideradas menos perigosas e com consequências menos sérias em termos de dependência física, como é o caso da cannabis por exemplo. Segundo dados de 2013, tem havido um aumento gradual no consumo de drogas. De acordo com o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, o consumo de heroína continua em declínio na Europa, mas as drogas de substituição, muitas produzidas no território europeu estão a crescer! 

As novas substâncias - opiáceas e alucinogénias -, permitem que se produzam mais doses com a mesma quantidade e a um preço mais acessível. Para além disso, a distribuição também está mais criativa. As drogas chegam aos consumidores em mão, pela internet ou mesmo através de lojas especializadas. A liberalização de “drogas leves” contém diversas problemáticas. Talvez a mais pertinente seja se ao legalizar este produto, não se está indirectamente a aliciar a sociedade a experimentar/consumir… 

Concordas com a legalização das drogas leves? Quais seriam os benefícios e malefícios dessa decisão?

 

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Questões inevitáveis (35) – Tatuagens

Hoje vou desafiar-vos um pouco a discutir uma temática bastante presente – o uso da tatuagem. Um desenho permanente feito na pele humana que ainda levante muita polémica. Ainda existe imenso preconceito para quem decide marcar o corpo com uma imagem ou frase. Mas a verdade é que isso não afasta desta prática de ganhar cada vez mais popularidade, principalmente no público mais jovem.

A verdade é que esta é uma prática bastante antiga que remonta a vários séculos. Existem muitas provas arqueológicas que afirmam que tatuagens foram feitas no Egipto entre 4000 e 2000 a.C., tatuavam-se em rituais ligados a religião. A partir daí o crescimento foi crescendo em diversas civilizações espalhando-se a nível mundial. Um dos momentos mais importantes foi 1891, momento em que Samuel O'Reilly desenvolveu um aparelho eléctrico para fazer tatuagens, baseado em outro extremamente parecido criado e patenteado pelo próprio Thomas Edison. A partir daí o crescimento explodiu por completo!

Actualmente, alguns dos trabalhos são verdadeiras obras de arte. As mais bonitas são realmente aquelas que são pensadas e que trazem uma mensagem muito pessoal. Isso é o que para mim faz uma tatuagem ser especial. Pessoalmente não tenho nenhuma, nem sei se alguma vez virei a fazer uma no futuro. Primeiro que tudo teria que ser algo discreto, mas acima de tudo precisava de ter uma mensagem muito especial e marcante para tomar essa decisão.

Imagem retirada de: http://www.fatosdesconhecidos.com.br/ 

Qual é a vossa opinião sobre as tatuagens? Gostavas de ter uma? Acham que ainda há muito preconceito sobre esta temática?

 

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Questões inevitáveis (35) – Vício dos Jogos

Numa altura em que as evoluções tecnológicas crescem a cada dia, as aplicações e os jogos começaram a ganhar cada vez mais preponderância no quotidiano da sociedade. A verdade é que a sua acessibilidade e a forma como promovem algum lazer permitem ultrapassar um pouco do stress e confusão dos problemas diários. É o escape perfeito para muita gente. Talvez seja o teu…

Usando um pequeno exemplo, vou falar-vos dos números mais recentes do mediático Candy Crush Saga. Em apenas um ano e meio, os jogadores gastaram cerca de dois mil milhões de euros nesta aplicação. As contas foram feitas pelo jornal britânico The Guardian, que indicam que só no ano passado o valor já chegava aos 1,6 mil milhões. A King, empresa responsável pelo jogo e que detém outras aplicações móveis de sucesso, tem neste momento 356 milhões de jogadores activos numa base mensal. O que permite a que o estúdio tenha aumentado as receitas em 136%!

Por vezes, o envolvimento é grande levando a uma dependência extrema de várias horas. Isso acaba por prejudicar muitas pessoas a nível profissional e social. Muitos dessas aplicações fazem-se valer da frustração dos seus utilizadores para conseguirem que haja sempre o desejo/interesse em continuar a usá-las. É sempre criado conteúdo novo para aliciar a participação assídua. Além do mais muitas das aplicações pedem algum dinheiro para desbloquear certos níveis. Isso pode valer somas avultadas, caso não haja um controlo. Não há problema em jogar um ou outro jogo, o importante é fazê-lo sempre com moderação…

Imagem retirada de: http://blog.games.com/

Vocês gostam de jogar? Consideram estar viciados em alguma destas aplicações? Já alguma vez gastaram dinheiro num jogo?

 

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Questões inevitáveis (34) – Cristiano Ronaldo amplia o seu reinado

Cristiano Ronaldo, de 29 anos, venceu pelo segundo ano consecutivo a Bola de Ouro, a terceira da sua carreira. O português foi eleito melhor jogador do Mundo com 37,66% dos votos, deixando Lionel Messi (Barcelona) no segundo posto, com 15,76%, ao passo que Manuel Neuer (Bayern Munique) foi terceiro, com 15,72%.

“Foi um ano inesquecível a nível colectivo e pessoal. Este é um enorme troféu, único. Isto vai dar mais motivação para conquistar mais títulos colectivos e individuas”, afirmou Cristiano Ronaldo visivelmente emocionado no momento em que recebeu a Bola de Ouro.  Mais motivado que nunca, o astro português já estabeleceu uma meta: “Espero não ficar por aqui. Quero apanhar o Messi [o argentino conta com quatro Bolas de Ouro]! Quero ser considerado o melhor!”

Este foi o coroar de um ano fantástico do jogador luso com vitórias em quatro competições - Liga dos Campeões, o Campeonato de Mundo de Clubes, a Supertaça Europeia e a Copa do Rei. O avançado português participou em 60 partidas e marcou 61 golos, pelo meio estabeleceu o recorde de maior número de golos na Liga dos Campeões.

Imagem retirada de: http://www.ronaldo7.net/

Triunfo justo de Cristiano Ronaldo? O avançado português já pode ser considerado um dos melhores de sempre?

 

Que tema desejas para o próximo conto?
 
 
 
 
 
 
 
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Questões inevitáveis (33) - Legionella

Numa altura em que o mundo vive em suspenso com a propagação do ébola, Portugal está a contas com um surto de outra doença. A legionella tornou-se no assunto do momento depois de Vila Franca de Xira ter sido afectada por esta bactéria. De acordo com a Direcção-Geral da Saúde, verificaram-se, até agora, 302 casos, ocorrendo até ao momento cinco óbitos.  

Neste momento desconhece-se a origem deste surto na região de Lisboa. Mas afinal o que é a legionella? É uma bactéria que vive em ambientes aquáticos naturais, no qual a sua infecção transmite-se por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água (aerossóis) contaminadas com bactérias. Os sintomas da doença dos legionários são semelhantes ao de uma pneumonia, ou seja, tosse, febre e dificuldades respiratórias. Os antibióticos são a forma mais eficaz de trata esta infecção, até porque ainda não há nenhuma vacina para ultrapassar esta doença.

Apesar da legionella não se transmitir de pessoa a pessoa, este é um problema do âmbito nacional. É preciso prevenção para que esta bactéria não se alastre para mais locais. Neste momento é fundamental encontrar o foco deste surto para começar a ser resolvido com a maior brevidade possível. Na vossa perspectiva, está a ser feito um bom trabalho para encontrar a origem desta bactéria? Noutro prisma, os hospitais nacionais estão preparados para um surto desta dimensão?

 Imagem retirada de:  http://www.brasilescola.com/

Estão assustados com a legionella? A estratégia para encontrar o surto está a ser a correcta? Os hospitais estão preparados para combater com eficácia esta doença?

 

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Questões inevitáveis (31) – Público ou Privado?

Com o ano lectivo cada vez mais próximo, o anuncio das colocações para a universidade aproxima-se a passos largos. O nervosismo apodera-se dos mais de 42 mil alunos que se inscreveram para a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior (mais de dois mil que no ano passado).  Há muita gente na expectativa para se formar na área onde desejam fazer carreira, este é assim uma escolha de responsabilidade que coloca uma pressão adicional…

O acesso ao ensino superior público contou com 50.820 vagas a concurso, um número que não era tão baixo desde 2008. As universidades e os politécnicos públicos disponibilizam assim menos 641 lugares, nos 1.067 cursos que abrem em 2014-2015, do que os 51.461 colocados a concurso no ano lectivo passado. Além do curso que é extremamente importante, a escolha da universidade pode também ser determinante para o futuro. É neste prisma que surge esta reflexão com uma das questões que levanta alguma polémica: qual o ensino que deixa os alunos mais preparados o ensino público ou o privado?

Na minha perspectiva , não há uma resposta absoluta. Talvez o mais seguro de dizer é que tudo depende do curso e do estabelecimento. Estes dois tipos de ensino distinto tem as suas potencialidades e as suas fraquezas, tudo depende dos conteúdos e competências que se desejam ver trabalhados. Ainda assim, há universidades que permitem melhores oportunidades de futuro dado o seu prestigio e aos seus contactos no mundo do trabalho. Mas no final terá sempre que ser o aluno a mostrar as suas capacidades e talento…

Qual é o melhor tipo de ensino superior – público ou privado? Qual é o que dá mais oportunidades? Ainda faz sentido tirar um curso na universidade?

Depois do Twitter, agora é a vez do Instagram. Na tentativa de tornar o blogue cada vez mais interactivo, o Um Mar de Recordações ganhou o seu novo espaço. Passem por lá para saber alguns dos momentos  da pessoa por trás do computador. Entretanto, continua a ajudar a fazer o blogue crescer em: