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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Sala de Cinema (22) – Toy Story 3

Regressamos aos filmes de animação com o Toy Story 3, uma das mais aclamadas longas-metragens nesta área. Distribuído pela Disney e produzido pela Pixar, esta película de 2010 é a animação mais rentável da história do cinema com o fantástico resultado de 1,063 mil milhões de dólares. Em 2011, foi mesmo considerado pela revista TIME como um das 25 melhores animações de sempre. Com vários prémios conquistados, destaque para a vitória no óscar de melhor filme de animação e no óscar de melhor canção original (We Belong Togheter).

O filme aborda o momento em que Andy (John Morris), de 17 anos, está prestes a ir para a faculdade. Assim, precisa de arrumar o quarto e definir o que irá para o lixo e o que será guardado no sótão. A maior parte dos seus brinquedos, entre eles Buzz Lightyear (Tim Allen), Jessie (Joan Cusack) e o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), são separados para serem guardados no sótão. Entretanto, uma confusão faz com que a mãe de Andy os coloque no lixo. Woody (Tom Hanks), que será levado por Andy para a faculdade, decide salvá-los. O que dá início a mais uma grande e emocionante aventura dos mediáticos bonecos!

Não é muito comum as sequelas resultarem, mas esta é uma das poucas excepções. Mesmo com as expectativas bastante altas, este é um daqueles clássicos instantâneos de que não há dúvidas que vão permanecer marcados na história. De facto, Toy Story 3 tem tudo o que o grande filme deve ter: divertido, comovente, entusiasmante e inteligente. As passagens de comédia são memoráveis e são extraordinariamente englobadas com momentos de emoções fortes. Além disso, os momentos finais da película são extremamente comoventes, é quase impossível não ficar ligado emocionalmente com tudo o que se está a passar… Sem dúvida, um filme que merece ser visto e revisto! 

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Sala de cinema (16) – Rei Leão

Nesta edição decidi falar sobre o meu filme preferido de animação e aquele que mais me marcou na minha infância, falo naturalmente do Rei Leão. O trigésimo segundo filme animado de longa-metragem da Walt Disney Pictures, lançado em 1994 e a segunda animação com maior bilheteria de todos os tempos (perdeu recentemente a liderança para o Toy Story 3). Após 17 anos, o clássico voltou às telas do cinema para um relançamento em 3D em setembro de 2011.

Com claras inspirações da obra shakesperiana “Hamlet”,  o filme conta a história de Simba, um pequeno leão que é filho de Mufasa, o Rei Leão. Ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, o invejoso e maldoso irmão de Mufasa, que planeia livrar-se do sobrinho e assumir o trono. De forma a atingir os seus objectivos encontra uma maneira de matar o irmão (talvez um dos momentos mais dramáticos de sempre nos filmes de animação) e incriminar Simba. O pequeno leão não tem outra opção a não ser fugir e encontrar uma forma de sobreviver por si mesmo…

Reconheço o carinho especial que tenho por este filme que consegue impressionar na riqueza dos detalhes. Tudo é feito ao pormenor! O carisma das personagens é impressionante e demonstra uma diversidade amplamente elogiável. Não fazendo muito esforço podemos encontrar uma imensidão de características para diferentes personagens, desde a maldade (Scar) à sabedoria (Rafiki), passando pelo arco de comédia ao cargo da dupla Timon e Pumba. A banda sonora tem uma riqueza impressionante e sem precedentes. Em suma, este é um exemplo de como um bom filme de animação deve ser, uma qualidade gráfica bem trabalhada, personagens inesquecíveis e convincentes e um grande nível de emoção.

O Rei Leão tornou-se num dos maiores sucessos da Disney, com uma receita de cerca de 950 milhões de euros (o orçamento foi de ‘apenas’ 45 milhões…). O filme arrecadou vários prémios, recebendo mesmo dois Óscares. O de melhor banda sonora pelo trabalho fabuloso do alemão Hans Zimmer, que também trabalhou em Gladiador e a Origem. Arrecadou também a estatueta de melhor canção com o Can You Feel the Love Tonight, nesta categoria tinha outras duas canções neste filme (em cinco possíveis). Curiosamente, este foi a primeira longa-metragem da Disney a ser sobrada em português.

 

Rei Leão é o melhor filme de animação de sempre? Qual é o vosso momento preferido do filme? Noutros filmes de animação, há alguma cena que consegue superar o dramatismo da morte de Mufasa?

 

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