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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Miguel, então o que está a dar? (1)

Há algum tempo que queria criar uma nova rubrica para o blogue para quebrar um pouco a rotina. Andava a pensar nisso há alguns dias até que me surgiu a ideia de juntar dois projectos num só - o blogue e o canal. Pois bem hoje é o dia de estreia de uma nova rubrica que serve para dar algum destaque ao trabalho que tenho vindo a desenvolver no meu canal no Youtube. Portanto, vou trazer-vos todos os meses os vídeos que mais gostei de produzir. No que diz respeito, a esta primeira edição vou dar-vos a conhecer as temáticas que neste momento estou a abordar com mais afinco. O objectivo passa por dar-vos a conhecer um pouco de uma face diferente, num contéudo divergente daquilo que é por habito publicar no Um Mar de Recordações. Acaba por ser uma forma de me conhecerem num registo mais intimista, pois em breve irei trazer também alguns vídeos mais pessoais. Como este é um projecto ainda bastante jovem, parece-me interessante ir dando a conhecer cada passo que vou dando nesta nova plataforma. Conto com as vossas sinceras opiniões sobre o que podia e devia melhorar. Além disso, estou acima de tudo a contar com o vosso apoio, portanto se tens uma conta no Google, estás mais que convidado a subscrever o canal! 

Os super-heróis semopre foram um tema que me interessou, sendo asism vão ter um lugar especial no meu canal. Neste vídeo, podem assistir à minha análise sobre o mais recente filme do Quarteto Fantástico. Vê qual é a minha opinião sobre este polémica longa-metragem...  

 Grande parte de vocês sabe que eu tenho uma grande paixão pelo desporto, portanto esta temática não podia faltar por lá. Neste momento estou a debruçar-me mais no futebol, mas outras modalidades também vão ser faladas como é o caso do ténis. 

 A minha mais recente rubrica! Eu em criança era louco por Dragon Ball, não imaginam a festa que fiz quando soube que a série ia regressar. Assim sendo decidi começar a fazer uma análise dos episódios. Em breve também vou começar a fazer de outras séries...

 

 
 

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Páginas Folheadas (1) - As Intermitências da Morte

'Páginas Folheadas' é a nova rubrica do Um Mar de Recordações, um espaço onde vou dando algumas sugestões literárias das obras que vou lendo. Assim sendo, considero indispensável começar com um dos maiores vultos da literária nacional. As Intermitências da Morte é um livro do escritor português José Saramago publicado em 2005. O livro contem 216 páginas e foi editado pela Editorial Caminho.

“No dia seguinte ninguém morreu”, é a partir deste paradigma que começa este romance do Prémio Nobel. De repente, num certo país, as pessoas simplesmente param de morrer. A Morte cansada a ser detestada pela humanidade decide suspender suas actividades, e ironicamente começa a viver. Quais podem ser as consequências dessa decisão? Estaríamos realmente preparados para acabar com esse momento depressivo do adeus?

Durante As Intermitências da Morte, somos confrontados com uma ampla divagação sobre a vida, a morte, o amor, e, principalmente, o sentido da nossa existência. O que mais me impressiona nesta obra é o caos que provoca a vida eterna em vários sectores da sociedade. Se no principio havia um estado de euforia e de optimismo, isso termina com pessoas a atravessar o país para morrerem... Uma imagem forte que este livro permite e que levanta várias perspectivas .

Fiel ao seu estilo irónico e corrosivo, o único Prémio Nobel da língua portuguesa produz uma feroz crítica à sociedade moderna. É impressionante como mistura o bom humor e a amargura, ao tratar da vida e da condição humana. Os longos parágrafos que marcam a sua técnica narrativa única, deixam qualquer leitor atónito . No fundo, As Intermitências da Morte é um daqueles livros imperdíveis!

(Se ficaste interessada/o no livro, clica na imagem para comprar)

  

O que acham desta obra? São fãs da obra de José Saramago? É possível um novo escritor de língua portuguesa ganhar um Nobel da Literatura?

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Só Ronaldo para abater o gigante checo

Portugal qualificou-se para as meias-finais do Europeu 2012, após bater a Republica Checa por 1-0. Numa exibição de garra da selecção nacional foi Cristiano Ronaldo, aos 79 minutos, a carimbar a qualificação portuguesa. Mais uma grande exibição do extremo português, que está agora a assumir-se como uma das grandes figuras da competição.

A selecção nacional até podia ter goleado os checos, mas um gigante ergueu-se na baliza adversária. Uma enorme exibição do super-guardião Petr Cech com várias defesas de grande nível. Foi enorme entre os postes! Uma demonstração cabal de porque é que é actualmente o melhor guarda-redes do mundo. Protagonizou defesas de outro mundo e foi uma muralha (quase) intransponível para os jogadores portugueses.

Mas quem poderia ultrapassar o melhor guardião da actualidade? O melhor jogador do mundo, pois claro. Cristiano Ronaldo protagonizou uma grande exibição e foi, mais uma vez, decisivo. Tentou por várias vezes visar a baliza de Cech , mas o checo foi sempre um gigante. E quando o guarda-redes da Republica Checa não estava lá, o poste mais uma vez foi inimigo dos desejos de todos os portugueses. Tal como contra a Holanda, Ronaldo rematou por duas vezes ao poste (45’ e 48’). Começa a tornar-se uma tradição da estrela portuguesa… Muito azar para CR7 , mas que acabou por ser recompensado com o golo tardio do encontro.

Só aos 79 minutos é que Portugal conseguiu colocar-se à frente do marcador, através do inevitável Cristiano Ronaldo. Cruzamento de João Moutinho, com a bola a chegar à área checa, onde Ronaldo cabeceia para o fundo das redes! Mais uma vez decisivo para as pretensões portuguesas. Estava, assim, derrubada a muralha checa!

No entanto, o jogo não foi nada fácil para Portugal. Os primeiros 45 minutos foram um deserto de ideias, as duas selecções encaixaram uma na outra e não quiseram arriscar. No primeiro tempo, os jogadores portugueses tiveram muitas dificuldades na construção de jogo e mostraram algumas desconcentrações e hesitações que poderiam ser fatais para as aspirações lusas. Sentiu-se um grande nervosismo em campo. Contudo após uma primeira parte paupérrima , surgiu um segundo tempo completamente diferente!

Na segunda parte, Portugal foi a melhor equipa, jogou mais e criou diversas oportunidades. Foi um festival de ataque! A equipa exibiu-se a grande nível, onde João Moutinho foi o rei do meio-campo português. Um domínio avassalador! Na verdade, durante quase toda a partida (excepto os 15 minutos iniciais), os checos jogaram muito encolhidos, muito à defesa. Em 90 minutos, apenas remataram duas vezes à baliza defendida por Rui Patrício Um número muito curto para uma equipa que disputa os quartos-de-final de um Europeu. Valeu a inspiração de Cech para os checos não saírem de Varsóvia com uma goleada…

Destaque ainda para Hélder Postiga que sofreu uma lesão muscular na coxa direita e está fora de meia-final. A razão desta lesão pode muito bem ser o estado deplorável do relvado do estádio nacional de Varsóvia (Polónia). É vergonhoso uma competição desta qualidade ser disputada neste tipo de condições. Já no capitulo disciplinar, o arbitro inglês Howard Webb fez uma boa partida com poucos erros. Com a qualificação para as ‘meias’ garantida, Portugal vai ter de esperar pelo resultado do jogo entre França e Espanha para saber quem é o seu próximo adversário.

 

Portugal secou sumo holandês

A selecção portuguesa derrotou a sua congénere holandesa por 2-1, em encontro referente à última jornada do grupo B do Euro 2012. Van der Vaart , aos 11 minutos, colocou a equipa holandesa na liderança do marcador, mas Cristiano Ronaldo marcou dois golos, aos 28' e 74’, e qualificou Portugal para os quartos-de-final do Europeu que se disputa na Polónia e na Ucrânia.

Durante quase todo a partida, Portugal foi superior à Holanda, secou por completo o sumo atacante do país das tulipas. A ‘laranja mecânica ’ só nos dez primeiros minutos conseguiu estar melhor que a armada portuguesa. Após o golo, a formação holandesa caiu de produção, perdeu-se, e esteve francamente mal. Durante grande parte do encontro, a equipa limitou-se a tentar chegar à baliza portuguesa através de lançamentos longos, que nunca incomodaram. Tudo somado, muito pouco para uma equipa que era dada como uma das favoritas à vitória final.

Esta é, assim, uma vitória justíssima da Selecção Nacional que até peca por escassa, devido a tantas oportunidades que foram criadas. No Estádio Metalist , em Kharkiv (Ucrânia), Portugal não falhou no momento decisivo e o sonho continua! A selecção nacional, comandada por Cristiano Ronaldo, protagonizou um encontro de luxo. Marcou, jogou e fez jogar! Uma exibição de raiva do capitão português que parece querer calar os críticos e demonstrou mais uma vez porque é considerado um dos melhores jogadores do mundo. Excelente reacção ao encontro com a Dinamarca.

Nos minutos finais, a Holanda ainda cresceu um pouco e teve algumas oportunidades para marcar. Van der Vaart chegou mesmo a disparar ao poste da baliza defendida por Rui Patrício, aos 82 minutos . No entanto, Portugal ainda teve tempo para retribuir uma bola ao poste através do remate de Ronaldo, aos 90 minutos. Por sua vez, no capitulo disciplinar, o árbitro italiano Nicola Rizzoli devia ter expulso Willems por uma entrada bárbara a João Moutinho e dado um cartão amarelo a João Pereira por pisar um adversário.

Dessa forma, no grupo mais difícil do Europeu, a tarefa não se previa nada fácil para Portugal. Uma Alemanha muito forte destacava-se como o adversário mais complicado e com as sempre perigosas Holanda e Dinamarca também presentes. Naturalmente, as expectativas não eram altas para os portugueses, mas a equipa das quinas conseguiu mostrar que era capaz de ultrapassar os obstáculos e qualificar-se para a ronda seguinte. Foi necessária muita garra, mas a esperança valeu a pena.

Agora, nos ‘quartos’, Portugal vai enfrentar a surpreendente Republica Checa, que venceu o grupo A. A equipa das quinas é a clara favorita à vitória, mas os checos já mostraram que gostam de espantar o mundo. É preciso manter a humildade e lutar os 90 minutos pela vitória.

 

Sala de cinema (1) – O Discurso do Rei

Hoje trago-vos a estreia de uma nova rubrica no blogue: a Sala de Cinema. O intuito desta iniciativa prende-se com a mundialização que o cinema tem sido alvo, sendo rara a pessoa que diz que não gosta de ver um filme. Nesse sentido, este espaço vai servir para eu colocar alguns dos filmes que mais gosto e os que mais desejo ver.

 

E o vencedor é… o Discurso do Rei! Foi assim a 83.ª edição dos Óscares que coroou este filme britânico com quatro estatuetas em doze possíveis. O filme dirigido por Tom Hooper (que também arrecadou um Óscar) foi na madrugada de 28 de Fevereiro eleito o melhor filme do ano de 2010 e na publicação de estreia da ‘Sala de Cinema’ é lhe atribuído o (merecido) destaque pelo feito. A película, que contém várias citações reais, conta a história do Rei George VI e dos seus problemas na fala. O rei inglês deve superar a sua gaguez e fazer um discurso a toda nação para unir seu povo e inspirá-los na batalha (II Guerra Mundial). A sua componente visual, a actuação e a respectiva direcção tornam o Discurso do Rei um dos melhores filmes dos últimos tempos. Deixo-vos com o trailer daquele que foi o grande vencedor da noite de Los Angeles:

 

 

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