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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

11 de Setembro: a marca do terror

11 de Setembro de 2001. Esta é a data que vai ficar para sempre marcada na história universal, será lembrada como a marca da morte. Um dia negro, um dia de ódio e carnificina. Para quem viu aquelas imagens, é impossível de esquecê-las. Foi um dia que mudou o mundo. A marca de terror pressente nelas é inesquecível. Contas feitas, mais de três mil pessoas morreram nesse ataque, a sua grande maioria civis…

E para quê? Apenas e só para marcar uma posição. É assim tão complicado de perceber que em todo o lado nos deparamos com inocentes que nada tem a ver com os políticos que os representam. É perturbador como alguém consegue criar todo este horror, é necessária muita loucura para um acto tão desumano. É impossível tolerar tamanha destruição. A verdade é que demasiado injusto a quantidade de vidas humanas que ficaram enterradas naqueles escombros de forma tão displicente. É assustador como é possível chegar tão longe.

Agora todos os livros de história terão esta mancha, de forma a recordar o sangue inocente que foi derramado. O dia 11 de Setembro vai ficar para sempre marcado nas nossas memórias como o maior atentado da história, mas desenganem-se os que pensam que foi apenas isso que observamos. Isto foi sim uma das maiores brutalidades contra a raça humana!

Infelizmente continua a haver demasiadas famílias a viver ao sabor destas dolorosas guerras de poder… Por isso, é importante termos memória e nunca esquecer esta data, pela morte de vários inocentes, mas também para entender que irá sempre aparecer alguém com o desejo de acabar com a tranquilidade e segurança de pessoas indefesas. 

 

 

 

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A última cruzada

Nos tempos áureos da Roma antiga, a Segunda Legião semeava o terror. O exército sanguinário conquistava tudo e todos. Ninguém ficava impune à força e conquista da arma secreta mais temível do majestoso Império Romano.

A legião criada pelo imperador Marco Aurélio encontrava-se parada perto do Danúbio, local próximo dos seus rivais mais temíveis: os germânicos. As suas tribos galgavam cada vez mais terreno, aproximavam-se a cada dia que passava. O embate era inevitável! Os generais romanos esperavam uma forte investida e preparavam-se tacticamente para defender o seu território.

Ao fundo já se ouvia os gritos bárbaros, que gelavam o mais corajoso guerreiro. No entanto, a Segunda Legião não se reprimia com qualquer tipo de intimidação. A força psicológica romana estava preparada para colocar a pátria à frente de tudo. Vinha aí um grande assalto, o ataque final. Por fim, a última cruzada.

Nas florestas próximas, Marco Crato, experiente e destemido centurião, esperava o povo bárbaro junto com a sua infantaria. Encontravam-se num lugar estratégico para fazer uma emboscada que promovesse uma vantagem fundamental numa luta que se esperava sangrenta. O futuro do combate estava naquela movimentação e o peso da responsabilidade estava bem patente nas faces daqueles homens

As tribos germânicas aproximavam-se cada vez mais, os gritos de guerra estavam cada vez mais próximos. Caminhavam insaciados de guerra e de sangue. Os rostos romanos começavam a ficar fechados e apreensivos. O grupo com cerca de duas centenas de homens preparava-se para o embate. As afiadas espadas começavam a ser empunhadas e as flechas eram rapidamente colocadas nos arcos.  

- Chegou finalmente a hora! É o tudo ou nada, é o momento de demonstrar que a Segunda Legião é a alma e o coração do Império Romano! – exclamou o centurião, tentando motivar os seus elementos num baixo tom de voz - Somos capazes de vencer qualquer obstáculo, este é apenas mais um, é o que nos separa de sermos imortalizados! Seremos imortais para sempre nesta batalha!

Ultrapassar aquele confronto acabaria de uma vez por todas com o poder de fogo das problemáticas tribos germânicas e confirmava a hegemonia romana na Europa. Por sua vez, a derrota seria o fim de uma era. E o declínio do mito da invencível Segunda Legião. 

- Aos vossos postos! Quero o sangue deles a correr pelas vossas espadas! – explodiu, enquanto ajeitava o seu distinto elmo.  

Os descoordenados passos estavam cada vez mais perto dos comandados de Marco Crato. O imundo bafo dos bárbaros já se fazia sentir. As lâminas tilintavam, enquanto se movimentavam para atacar a armada romana. Os musculados corpos começavam a aparecer.  

- Vamos mostrar a todos que somos os mais fortes, somos o exército imbatível. Vamos ser milhares numa só força, a garra para esta vitória final. Juntos num só objectivo: a conquista eterna. Ao ataque! – gritou o experiente centurião.

As lanças trespassaram o corpo de dezenas de germânicos surpreendidos com o ataque surpresa. O medo paralisou-os. O terror estava estampado na sua face, demonstrando que sabiam que a morte estava próxima… 

 

 

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