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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Sala de cinema (16) – Rei Leão

Nesta edição decidi falar sobre o meu filme preferido de animação e aquele que mais me marcou na minha infância, falo naturalmente do Rei Leão. O trigésimo segundo filme animado de longa-metragem da Walt Disney Pictures, lançado em 1994 e a segunda animação com maior bilheteria de todos os tempos (perdeu recentemente a liderança para o Toy Story 3). Após 17 anos, o clássico voltou às telas do cinema para um relançamento em 3D em setembro de 2011.

Com claras inspirações da obra shakesperiana “Hamlet”,  o filme conta a história de Simba, um pequeno leão que é filho de Mufasa, o Rei Leão. Ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, o invejoso e maldoso irmão de Mufasa, que planeia livrar-se do sobrinho e assumir o trono. De forma a atingir os seus objectivos encontra uma maneira de matar o irmão (talvez um dos momentos mais dramáticos de sempre nos filmes de animação) e incriminar Simba. O pequeno leão não tem outra opção a não ser fugir e encontrar uma forma de sobreviver por si mesmo…

Reconheço o carinho especial que tenho por este filme que consegue impressionar na riqueza dos detalhes. Tudo é feito ao pormenor! O carisma das personagens é impressionante e demonstra uma diversidade amplamente elogiável. Não fazendo muito esforço podemos encontrar uma imensidão de características para diferentes personagens, desde a maldade (Scar) à sabedoria (Rafiki), passando pelo arco de comédia ao cargo da dupla Timon e Pumba. A banda sonora tem uma riqueza impressionante e sem precedentes. Em suma, este é um exemplo de como um bom filme de animação deve ser, uma qualidade gráfica bem trabalhada, personagens inesquecíveis e convincentes e um grande nível de emoção.

O Rei Leão tornou-se num dos maiores sucessos da Disney, com uma receita de cerca de 950 milhões de euros (o orçamento foi de ‘apenas’ 45 milhões…). O filme arrecadou vários prémios, recebendo mesmo dois Óscares. O de melhor banda sonora pelo trabalho fabuloso do alemão Hans Zimmer, que também trabalhou em Gladiador e a Origem. Arrecadou também a estatueta de melhor canção com o Can You Feel the Love Tonight, nesta categoria tinha outras duas canções neste filme (em cinco possíveis). Curiosamente, este foi a primeira longa-metragem da Disney a ser sobrada em português.

 

Rei Leão é o melhor filme de animação de sempre? Qual é o vosso momento preferido do filme? Noutros filmes de animação, há alguma cena que consegue superar o dramatismo da morte de Mufasa?

 

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Sala de cinema (2) – A Origem

Apesar do Discurso do Rei ter sido considerado o grande vencedor na noite dos Óscares, houve outro filme a destacar-se. ‘A Origem’ arrecadou quatro estatuetas em oito nomeações, obtendo um registo bastante positivo.

O filme estado-unidense de ficção científica que conta a história de um ladrão (Dom Cobb protagonizado por Leonardo DiCaprio) especializado em extrair informações do inconsciente dos seus alvos durante o sonho. Para visitar os seus filhos, Cobb faz o seu último trabalho: plantar a origem de uma ideia na mente de um rival do seu cliente. Nesta película, destaca-se principalmente o bom trabalho realizado na edição entre as cenas e a trilha sonora, composta por Hans Zimmer, que mostra da capacidade que o cinema tem de nos manipular por meio de imagens e sons.

As filmagens passaram por seis países e quatro continentes, começando em Tóquio, em Junho de 2009, e terminando no Canadá, em Novembro do mesmo ano. ‘A Origem’ distingue-se pelos aspectos técnicos, pelas actuações e por uma originalidade complexa e brilhante. 

 

 

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