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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

A vitória do jornalismo on-line em Portugal

O aparecimento da Internet revolucionou a vida em sociedade, passou a ser vital em qualquer tipo de actividade em todo o mundo. Com uma taxa de penetração inacreditável, é muito provavelmente uma das ferramentas mais utilizadas durante o dia-a-dia. Houve uma propagação em grande escala e o jornalismo não foi excepção no uso (e abuso) das novas redes de informação.

Nesta profissão em específico tornou-se indispensável a sua utilização, aliás agora é quase impossível trabalhar sem ela. Apesar da sua curta história, o jornalismo (em qualquer registo) nunca mais foi o mesmo desde implementação da Internet. O primeiro jornal on-line no mundo foi o norte-americano The New York Times, em 1970. Contudo, só na década de 90 é que a o jornalismo on-line chega a Portugal. Os jornalistas lusos começavam então a descoberta pelo mundo digital…

O jornalismo on-line em Portugal tornou-se uma realidade em 1995, através do lançamento do site do Jornal de Notícias, a 26 de Junho, mas a RTP foi a grande pioneira com o site a ser registado oficialmente como domínio a 28 de Maio de 1993. Em Janeiro de 1998, novo avanço… O semanário Setúbal na Rede entra para história do ciberjonalismo português como o primeiro jornal exclusivamente on-line em Portugal.

De facto, a Internet teve uma enorme importância para a evolução do jornalismo a nível mundial, disponibilizando várias funções que outrora eram impossíveis de conseguir. A rapidez da disponibilização da notícia é um exemplo gritante. Há uma maior capacidade de informar em momento real, ou seja, existe uma enorme distribuição instantânea. A verdade é que com este fenómeno mundial tornou-se possível a qualquer pessoa poder estar informada de uma forma corrente, mas também mais rápida. E isso tomou grandes proporções, revolucionando toda uma indústria…  

Hoje, o on-line em Portugal é uma aposta ganha, ninguém tem dúvidas que é o presente e o futuro do jornalismo. O número de visitas nos sites cresce de ano para ano e são batidos novos recordes. Este é um negócio bastante rentável para um meio de comunicação social, uma vez que exige um baixo custo de produção. O jornalismo tornou-se mais versátil e consistente, foi dada uma ideia de uma actualização constante, o que mostra um meio de comunicação atento 24 horas de dia e acima do acontecimento. O on-line foi, claramente, uma lufada de ar fresco num nicho de mercado estagnado, tornando-o mais global e próximo do cidadão.

 

11 de Setembro: a marca do terror

11 de Setembro de 2001. Esta é a data que vai ficar para sempre marcada na história universal, será lembrada como a marca da morte. Um dia negro, um dia de ódio e carnificina. Para quem viu aquelas imagens, é impossível de esquecê-las. Foi um dia que mudou o mundo. A marca de terror pressente nelas é inesquecível. Contas feitas, mais de três mil pessoas morreram nesse ataque, a sua grande maioria civis…

E para quê? Apenas e só para marcar uma posição. É assim tão complicado de perceber que em todo o lado nos deparamos com inocentes que nada tem a ver com os políticos que os representam. É perturbador como alguém consegue criar todo este horror, é necessária muita loucura para um acto tão desumano. É impossível tolerar tamanha destruição. A verdade é que demasiado injusto a quantidade de vidas humanas que ficaram enterradas naqueles escombros de forma tão displicente. É assustador como é possível chegar tão longe.

Agora todos os livros de história terão esta mancha, de forma a recordar o sangue inocente que foi derramado. O dia 11 de Setembro vai ficar para sempre marcado nas nossas memórias como o maior atentado da história, mas desenganem-se os que pensam que foi apenas isso que observamos. Isto foi sim uma das maiores brutalidades contra a raça humana!

Infelizmente continua a haver demasiadas famílias a viver ao sabor destas dolorosas guerras de poder… Por isso, é importante termos memória e nunca esquecer esta data, pela morte de vários inocentes, mas também para entender que irá sempre aparecer alguém com o desejo de acabar com a tranquilidade e segurança de pessoas indefesas. 

 

 

 

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Imagem espontânea (2)

Na segunda edição desta rubrica temos como destaque um conjunto arqueológico classificado como Património da Humanidade da UNESCO. A foto escolhida foi tirada em Merida, durante uma visita de estudo que fiz a esta cidade espanhola. É fantástico os vestígios históricos que esta localidade ainda consegue preservar. Quem gosta de visitar e estudar este tipo de espaços, é um local imperdível!

Merida foi fundada em 25 a.C. com o nome de Emerita Augusta e durante a ocupação romana foi uma das mais importantes cidades da Península Ibérica. Possui vários testemunhos desse passado, tais como o teatro e o anfiteatro romanos (que é a foto em questão). A criação desta colónia romana tinha a finalidade de estabelecer um posto intermédio para as legiões e que também servia de eixo de comunicação. Acabou mesmo por tornar-se a  capital da Lusitânia. Actualmente, o conjunto de ruínas denominou-se Conjunto Arqueológico de Mérida, um dos principais e mais extensos conjuntos arqueológicos de Espanha, declarado Património Mundial em 1993 pela UNESCO.

De forma a passar a ideia deste ser um local antigo, optei por usar a funcionalidade sépia. Na foto esta apenas uma pequena demonstração de uma cidade com muitos anos de história. Sinceramente, recomendo a visita a esta localidade, sente-se a história de uma civilização bem de perto. É uma experiência incrível e acredito que não se vão arrepender! 

 

“A vida é uma viagem a três estações: acção, experiência e recordação” (Júlio Camargo)

 

 

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