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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Objectivo cumprido!

Domingo foi um dia mágico. Após 21 quilómetros cumpridos, a sensação de dever cumprido apoderou-se de mim. Mais uma vez participei na Meia-Maratona de Lisboa e o resultado não podia deixar de ser mais satisfatório. Estava um dia fabuloso para correr, o sol estava simplesmente fantástico para a prática de desporto. Além disso, estar num momento tão emblemático – 25.ª edição – e poder fazer parte daquela moldura humana impressionante é soberbo. É uma adrenalina enorme ultrapassar cada quilómetro, uma verdadeira sensação de superação. Assim sendo, depois de diversos treinos matinais aquele foi o momento de me colocar à prova. Admito que para mim não há nada mais aliciante que ultrapassar obstáculos…

Confesso que esta foi, provavelmente, a prova mais difícil que fiz até agora. Não foi o dia de uma rápida cavalgada até ao final. Na verdade, foi uma corrida extremamente física, mas isso acabou por tornar mais saboroso quando a consegui terminar. Passar aquela meta é das melhores sensações que se pode ter, não há nada mais motivante. Depois de ultrapassar este desafio é impossível não nos sentirmos capazes de fazer qualquer coisa. Apesar de ter custado imenso, o resultado final vale por tudo! Enche-me de orgulho poder ter chegado novamente ao final desta fantástica corrida, agora é apontar baterias para Outubro. Vamos a isso!

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Imagem espontânea (31) – Instagram Time

Hoje trago-vos uma Imagem Espontânea muito diferente do que é habitual neste blogue. Em vez de algumas fotos sobre algum espaço que visitei recentemente vou fazer uma pequena retrospectiva dos últimos dias através da minha conta de Instagram (@miguel_alexandre7). Como sabem ultimamente tenho tido oportunidade de viver momentos inesquecíveis, sendo assim decidi começar a partilhar com vocês algumas dessas situações. Com o objectivo de tornar o Um Mar de Recordações um espaço cada vez mais pessoal e intimo. No fundo, o desejo passa por tornar este cantinho mais próximo de vocês leitores, faço votos para que gostem desta decisão. Já agora querem mais posts deste tipo? Espero que esta pequena colectânea seja do vosso agrado e se gostaram do conteúdo e ainda não me seguem nesta aplicação estão mais que convidados a fazê-lo!

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1 - Um espaço que é cada vez mais o meu orgulho! 

2 - Um almoço simplesmente delicioso, adoro esta cataplana!

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3 - A chegada do meu primeiro livro - A Analogia da Morte - a casa. Um momento extremamente emocionante!

4 - Os meus longos treinos para a meia-maratona. O desporto é um autêntico vício!

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5 - Bolo de bolacha: a minha sobremesa favorita! Sim, eu sou guloso!

6 - O meu primeiro livro chegou há pouco tempo, mas o segundo já está a ser escrito!

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7 - Sou um viciado por leitura, ultimamente tenho mergulhado nas palavras de George R. R. Martin... 

8 - Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é de passear por Lisboa. Uma cidade apaixonante!

 

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Encontrar sempre a meta certa!

Os meus dois grandes objectivos para este ano passavam pela publicação do meu livro e a conclusão de uma meia-maratona. Felizmente, esses dois desejos acabaram por ser concretizados com esforço, espírito de sacrifício e determinação. Ainda assim, não me dou por satisfeito. Sou ambicioso, vocês já devem saber isso.  Adoro desafiar-me, portanto decidi fazer a meia-maratona da Ponte Vasco da Gama. Assim, voltei a equipar-me e ataquei esta prova com tudo o que tinha. Esforcei-me ao máximo, mais uma vez com um tempo tórrido como grande adversário. Foram longos quilómetros, alguns mais dolorosos que outros. No fundo um verdadeiro desafio, nada melhor do que isso para motivar a querer novas conquistas. A desejar mais! O importante mesmo é encontrar sempre a meta certa, seja em qualquer objectivo. Ontem, foi mais uma meta conquistada. A chegada é sempre uma tempestade de emoções. Um momento bastante emocionante. É a sensação de dever cumprido. De mais um obstáculo superado e esse sentimento é um verdadeiro tesouro! A cereja no topo do bolo foi conseguir tirar um minuto ao tempo que tinha feito em Março. Para o ano o desejo passa por fazer ainda menos tempo. Agora é continuar a desejar que estes últimos meses continuem fantásticos e esperar que 2015 seja ainda mais auspicioso!

 

 

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Imagem espontânea (30) – Parque Eduardo VII

Quem me segue há algum tempo sabe que eu sou um enorme apaixonado pela cidade de Lisboa. Adoro passear pelas suas ruas e descobrir locais novos para me fascinar. Um dos sítios que mais gosto de visitar é o Parque Eduardo VII devido à sua enorme beleza e carisma. Confesso que me perco neste extraordinário espaço.

Este é o maior parque do centro da capital portuguesa, o espaço estende-se por cerca de 25 hectares. Aberto no príncipio do século XX, o Parque Eduardo VII foi baptizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, algo que serviu para reforçar a aliança entre os dois países. A actual configuração deste espaço foi projectada pelo arquitecto Francisco Keil do Amaral. É também aqui que se encontra a Estufa Fria, local que possuí uma grande diversidade de plantas exóticas. Além disso, para quem é fã de livros, é nos passeios do parque que se realiza a Feira do livro de Lisboa.

Devido ao meu apreço por este sítio, fiz-lhe uma pequena homenagem. O Parque Eduardo VII vai aparecer no meu livro de estreia – A Analogia da Morte. Posso desde já dizer que vai ser um espaço muito especial… Para os fãs deste local espero que gostem de o ver retratado nas minhas palavras!

 
 
 
 
 
Gostam do Parque Eduardo VII? Qual é o vosso local preferido de Lisboa?
 

 

 

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Meia-Maratona: o maior desafio de 2014

Gosto de me desafiar, pôr-me em avaliação, e assim o fiz ontem. Já tinha falado que uma das grandes metas para 2014 era correr uma Meia-Maratona, pois bem esse objectivo foi cumprido neste domingo. Admito não regulo bem da cabeça! Só mesmo alguém louco para se meter numa corrida deste tipo com 22.º graus em Lisboa! A temperatura era absurdamente alta e tornou mais difícil a chegada à meta, mas o sucesso foi atingido. Passaram-se 21 km de suor e perseverança, mas principalmente de muita luta.

E que saboroso foi ultrapassar a meta, a caracterização de um objectivo destes é uma sensação indescritível, uma avalanche de emoções que valeram os três meses de muito treino. Apesar de ter conseguido um pouco acima daquilo que estava à espera de atingir, mas nada disso quebrou as boas sensações que tive. Foi até onde a velocidade que o meu corpo e o calor permitiram. Agora restam dores no corpo, cicatrizes desta batalha travada. Ainda mais ambicioso já penso em nova Meia-Maratona, provavelmente em Setembro vou atacar mais uma. Por agora vou descansar e recuperar estes músculos cansados, para novos e alucinantes desafios. A vida é feita de metas, ontem aquela era a minha. De facto, não há nada melhor do que lutarmos para ultrapassarmos novos obstáculos.

 

Se gostas do Um Mar de Recordações, então ajuda a fazê-lo crescer em:

     

Imagem espontânea (25) – Zoo de Lisboa

Depois de ter falado do Oceanário, parece-me justo falar de outro local na capital onde os animais têm um papel fundamental. Falo, naturalmente, do Zoo de Lisboa. Inaugurado em 1884, o Jardim Zoológico de Lisboa foi o primeiro parque com fauna e flora da Península Ibérica. As suas primeiras instalações foram no Parque de São Sebastião da Pedreira, vindo a serem transferidas em 1894 para os terrenos onde hoje se situa a Fundação Calouste Gulbenkian. Só mais tarde, em 1905, o Jardim Zoológico foi transferido para a sua actual localização -  Quinta das Laranjeiras, em Sete Rios.

A missão deste local passa por desenvolver e promover um parque, tanto zoológico como botânico, como um centro de conservação, reprodução e reintrodução no habitat natural de espécies em vias de extinção, através da investigação científica e de programas de enriquecimento ambiental. Desde Março de 1913, o Jardim Zoológico foi declarado Instituição de Utilidade Pública. Anos mais tarde, em 1952, a Câmara Municipal de Lisboa galardoou este espaço com a Medalha de Ouro da Cidade. As inúmeras remessas de animais contribuíram para que, ao longo dos anos, o Zoo tivesse uma das colecções de animais mais vastas e diversificadas do mundo. Actualmente, é possível encontrar cerca de 2000 animais de 330 espécies: mamíferos, aves, répteis e anfíbios.

Já há algum tempo que não ia ao Zoo e aproveitei estes dias mais frios para ir passear por lá com a Primrose Eleanora Dare. É um espaço que nunca desilude e que permite sempre momentos divertidos, é impossível não ficar envolvido com aquele lugar. A foto que vos trago é de um tigre que estava a aproveitar a tarde para descansar. Confesso que é um dos animais que mais me impressiona, não só pela sua elegância, mas também pela velocidade com que age. De facto, é um animal impressionante de ter por perto. Em suma, esta fotografia é uma pequena memória de mais um dia memorável.

O que mais gostam de ver no Zoo? Qual é o vosso animal preferido?

Imagem espontânea (24)

Durante o Verão voltei a visitar o Oceanário de Lisboa, o que significa regressar a casa com a máquina repleta de fotografias. É impossível não ficar maravilhado com este local! Reconheço que é um dos meus espaços de eleição na capital, ainda que o preço seja bastante elevado… Localizado no Parque das Nações, o Oceanário constitui um aquário público e uma instituição de pesquisa sobre biologia marinha e oceanografia. Com uma média de um milhão de visitantes por ano, esta infra-estrutura tornou-se o segundo equipamento mais visitado de Portugal depois do Estádio da Luz. Aliás, em 2012 atingiu os 16 milhões visitantes, constituindo-se como uma das principais referência de cultura, lazer, entretenimento e educação no país.

Edificado pelo arquitecto norte-americano Peter Chermayeff, o Oceanário tem uma área total de 20.000 metros quadrados, com cerca de 7.500.000 litros de água divididos por mais de 30 aquários e 8000 organismos (entre animais e plantas) de 500 espécies diferentes. No seu interior, a principal atracção é o aquário central, com 5.000.000 de litros, representando o Oceano Global, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, raias, atuns ou pequenos peixes tropicais. É uma imagem espectacular e que transmite uma enorme serenidade ! Adoro estar perto do e é uma sensação incrível ver todos aqueles animais marinhos. Quanto à fotografia que hoje vos trago é referente ao aquário que retrata a fauna e a flora do Oceano Árctico , espaço onde os grandes protagonistas são os pinguins.
Considerado como um dos melhores aquários públicos do mundo já recebeu diversas distinções, como é o caso do Prémio Valmor de Arquitectura (menção honrosa) e do Prémio Chiaja Per Le Scienze . Em 1998, foi nomeado pela revista TIME como um dos 10 melhores Eventos Científicos desse ano. O Oceanário de Lisboa arrecadou ainda uma medalha de prata no Prémio de Mérito Turístico (2006). Uma clara demonstração de que é daqueles lugares obrigatórios a visitar quando se passa por Lisboa!


“Os animais são amigos tão agradáveis: não fazem perguntas, não criticam.” (George Eliot)


Qual é o animal que mais gostam de ver no Oceanário? O que mais vos impressiona neste espaço?