Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

1 ano de A Analogia da Morte

Há 365 dias atrás estava numa livraria completamente nervoso, na verdade estava totalmente em pânico. Não queria esquecer-me de nada de relevante, estava pronto para dizer as palavras certas. Vivia, enfim, o sonho. A concretização de um sonho de criança: a publicação de um livro da minha autoria. Passou um ano desde aí, quem diria? Bolas, parece que tudo foi tão recente, os meses passaram tão rápido... Ainda assim, tudo continua tão presente, cada pequeno pormenor. Confesso que trago memórias inesquecíveis deste momento, essas são as lembranças que me fazem continuar a lutar para conseguir conquistar os meus sonhos. É por isso que tudo persiste bem presente na minha cabeça, é a minha força. Foram horas muito especiais, ainda para mais quando pude partilhar junto de pessoas tão importantes. Naturalmente, esta é uma data que não será esquecida, de facto é a crença que com esforço todos os objectivos são possíveis concretizados. Por mais complicados que sejam os sonhos eles servem para ser conquistados, o que importa mesmo é arregaçar as mangas e começar a trabalhar numa constante dedicação. Faço força para que esta seja apenas a primeira de muitas vitórias nas palavras. Há um ano atrás nasceu oficialmente A Analogia da Morte, em breve espero que apareça o seu irmão...

analogia001.JPG

Podem fazer encomendas do meu livro através do e-mail: mapereira.encomendas@sapo.pt!

 

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Meras palavras...

Palavras, meras palavras. Para mim, um autêntico vício que não consigo largar, que está preso a mim. No fundo, fazem parte de mim de uma maneira especial e autêntica. Escrevo porque preciso, pois tenho essa necessidade constante em mim. Vivo intensa e incansavelmente nesse transe marcado pela crença de encontrar a palavra certa. Com o desejo infinito de escrevê-la com a alma. Num paradoxo entre a verdade e o sentimento. Não desisto de encontrar essa sensação, persisto nessa busca incansável. Preciso de sentir isso! Desafio-me constantemente a melhorar, a acrescentar mais. Não me deixo limitar por nada, escrevo sem tabus, pois procuro o máximo sentido. Sem vacilar, continuo a lutar para essa intensa descoberta. E sem notar deixo-me consumir pelas palavras, num labirinto confuso de sentidos. Mantenho-me a viver numa constante insatisfação, não me conformo de maneira nenhuma, pois o amanhã abre sempre a possibilidade de um novo desafio. Uma oportunidade para encontrar uma nova forma de melhorar e progredir. Assim vivo, assim sou (realmente) feliz...

 

 
 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||

Memórias (quase) perdidas

Um menino de 10 anos avançava num passo desengonçado, permanecia concentrado numa folha rabiscada com algumas palavras. Percorria um pequeno corredor, mas mesmo assim não deixava de estar mergulhado nas palavras escritas. Parecia quase que hipnotizado por aquela folha, naquelas parcas frases. A caligrafia estava ainda mais desajeitada do que o normal. Parecia que a sua vida dependia de completar aquele pensamento, pois escrevia enquanto andava. Adorava fazer aquilo, na ingenuidade de criança divertia-se a brincar com as poucas palavras que conhecia. Adorava percorrer aquele pequeno mundo de imaginação sem restrições e regras. As frases nasciam, mesmo sem sentido ou com vários erros. Aquele era o seu pequeno prazer, aí começou a sonhar. Foi aí que nasceu o sonho. A criança sorriu enquanto rabiscava mais umas palavras, aquele miúdo era eu...

analogia001.JPG

Podem fazer encomendas do meu livro através do e-mail: mapereira.encomendas@sapo.pt! 

 

 

Segue-me em:

Sapo || Facebook || Twitter || Instagram || Youtube || Bloglovin' ||