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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

Imagem espontânea (30) – Parque Eduardo VII

Quem me segue há algum tempo sabe que eu sou um enorme apaixonado pela cidade de Lisboa. Adoro passear pelas suas ruas e descobrir locais novos para me fascinar. Um dos sítios que mais gosto de visitar é o Parque Eduardo VII devido à sua enorme beleza e carisma. Confesso que me perco neste extraordinário espaço.

Este é o maior parque do centro da capital portuguesa, o espaço estende-se por cerca de 25 hectares. Aberto no príncipio do século XX, o Parque Eduardo VII foi baptizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, algo que serviu para reforçar a aliança entre os dois países. A actual configuração deste espaço foi projectada pelo arquitecto Francisco Keil do Amaral. É também aqui que se encontra a Estufa Fria, local que possuí uma grande diversidade de plantas exóticas. Além disso, para quem é fã de livros, é nos passeios do parque que se realiza a Feira do livro de Lisboa.

Devido ao meu apreço por este sítio, fiz-lhe uma pequena homenagem. O Parque Eduardo VII vai aparecer no meu livro de estreia – A Analogia da Morte. Posso desde já dizer que vai ser um espaço muito especial… Para os fãs deste local espero que gostem de o ver retratado nas minhas palavras!

 
 
 
 
 
Gostam do Parque Eduardo VII? Qual é o vosso local preferido de Lisboa?
 

 

 

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Questões Inevitáveis (13)

No fim-de-semana passado terminou a 82.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, um evento que leva a que os hábitos de leitura sejam discutidos nesta décima terceira pergunta das Questões Inevitáveis. Com o aparecimento das novas tecnologias muitos defendem que a sobrevivência dos livros está em risco. A aposta nos e-books e o preço elevado dos livros podem ser algumas justificações que potenciam este problema. No entanto, a organização do evento realizado no Parque Eduardo VII considera que as vendas foram bastante positivas. Miguel Freitas da Costa, director da Feira do Livro de Lisboa, garantiu ao ‘Correio da Manhã’ que o evento está a correr "excepcionalmente bem", revertendo factores preocupantes, como a quebra "bastante acentuada" da venda de livros nos primeiros meses deste ano. Parece que apesar da enorme evolução tecnológica, os livros conseguem persistir pelo tempo. Pelo simbolismo ou pela tradição, eles continuam a dar que falar. E tu, qual é a tua opinião?

 

A sobrevivência do livro está em perigo? Como prefere ler um texto: no computador ou num livro? Porquê?