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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

O Um Mar de Recordações além fronteiras...

Há sempre uma luz. Quando te sentes perdido, sem saber para onde ir ou o que fazer, nunca te esqueças de olhar à tua volta. Se o fizeres com atenção, vais sempre acabar por encontrar essa luz. No fundo, ela não passa da razão que te faz sorrir, naquela que faz a vida valer a pena.

No post de hoje vou partilhar uma história especial e que apenas aconteceu há poucas horas. Nas minhas metas para 2018, já vos tinha contado que ia começar a frequentar um curso de jornalismo na City University (em breve vou partilhar a minha experiência...).Nesta formação, todas as semanas temos uma temática que discutimos e a da última sessão foi... blogues.

Após algumas breves considerações da professora, ela acabou por fazer a pergunta inevitável. "Alguém na turma tem um blogue?", perguntou. Nervosamente, acabei por levantar o braço. Já sabia o que vinha a seguir. Nos próximos minutos ia ser bombardeado com várias perguntas. No entanto, algo inesperado aconteceu...

Assim que comecei a falar sobre o Um Mar de Recordações, um orgulho tão grande cresceu em mim. O discurso surgiu com naturalidade e de forma tão apaixonada. Uma vez mais confirmei o quão bom é poder ter um sítio onde posso partilhar um pouco de mim em cada palavra. Rapidamente percebi que tinha encontrado a minha luz. Portanto, só posso dizer obrigado por me darem o carinho e o incentivo para nunca desistir e continuar nesta aventura.

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Os meus desejos para 2018...

O início de um novo ano é o momento perfeito para começar a criar algumas metas, uma espécie de lista de objectivos para os próximos doze meses. Nesse sentido, decidi partilhar com vocês qual vão ser as minhas principais batalhas para 2018. Como vão ver sou alguém bastante ambicioso nos meus desejos e que pretende fazer um pouco de tudo. Caso consiga concluir grande parte destes pontos, posso desde já considerar que este ia ser um ano muito acima da média. Além disso, este também é um momento muito especial, pois esta altura marca a data do sétimo aniversário do Um Mar de Recordações. Uma caminhada longa e que me deixa extremamente orgulhoso!    

 

1. Livro - Provavelmente esta deve ser a minha grande meta, quero muito que 2018 seja o ano em que publico o meu segundo livro. Depois d' A Analogia da Morte, estou extremamente focado em dar-lhe um irmão mais novo. O manuscrito aproxima-se da sua conclusão e espero em breve dar-vos boas notícias! 

2. Viajar - Eu adoro viajar, sou completamente apaixonado por conhecer novos lugares, novas culturas. Neste momento estou a viver em Londres, a cidade perfeita para poder visitar novos lugares. Nesse sentido, quero pelo menos conhecer um novo país este ano! Falta só decidir qual...

3. Curso - No final de Janeiro vou começar um curso de jornalismo na City University, em Londres. Naturalmente que uma das minhas grandes apostas vai ser uma boa performance durante estes meses, pois esta pode vir a ser a chave para abrir uma porta que ambiciono...

4. Trabalho - Este ponto está intimamente ligado com o anterior. A meta aqui é simples: voltar a trabalhar em jornalismo. Vou continuar a investir na formação para que tenha nova oportunidade de voltar a trabalhar no meu emprego de sonho. Sou um teimoso por natureza, eu sei! 

5. Ler - Nos últimos tempos não tenho lido tanto como desejava, portanto quero organizar melhor o meu tempo livre para que possa ler mais e melhor. Desde que estou a viver no Reino Unido tenho lido, quase exclusivamente, livros em inglês. Para mim, tem sido a melhor forma para ir aperfeiçoando o meu vocabulário britânico. 

6. Desporto - Desde que fui viver no estrangeiro que alguns dos meus hábitos tiveram de ser alterados. Sempre gostei de fazer desporto, é algo que me faz sentir bem e em 2017 não encontrei tempo para me focar tanto como desejava. Isso é algo que pretendo alterar ao longo destes meses. 

7. Meia-maratona - Este objectivo vêm de encontro com o último. Algo que tenho imensas saudades de fazer é correr uma meia-maratona, portanto caso esteja preparado fisicamente não vou perder a oportunidade de me voltar a desafiar. Espero solenemente estar pronto para que a meio do ano consiga concretizar este desejo! 

8. Organização - Provavelmente o ponto nuclear de toda esta lista, preciso de organizar o tempo da melhor forma. Nesse sentido, vou ter de criar prioridades para conseguir tornar os dias o mais produtivos possíveis. É caminho andado para que tudo esteja mais perto de ser atingido... 

9. Confiança - Algo que quero em 2018 é acreditar mais em mim, naquilo que consigo e posso fazer. Sair de 2018 com uma confiança renovada será uma das minhas grandes vitórias. Vai ser uma luta diária, mas com esforço e dedicação tudo vai correr bem...

10. Blogue - Dar mais atenção a este espaço é vital e eu vou esforçar-me para que este novo ano traga muitas partilhas. Vou trazer uma maior assiduidade ao Um Mar de Recordações com mais capítulos sobre a minha aventura em Londres e outros devaneios.  

 
 

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Capítulo 6 - A pior coisa em Londres...

Novembro de 2016... Desde que comecei a contar a minha aventura em Inglaterra no blogue que apenas tenho abordado as coisas boas que Londres me proporcionou até agora. Mas desenganem-se, esta não é a história de uma cidade perfeita. Não, Londres não é de todo uma cidade perfeita. Longe disso. Claro que como em todos os lugares, a capital britânica tem os seus aspectos negativos. 

Hoje vou falar aquele que mais me atormenta. Provavelmente acho que não vou surpreender ninguém a dizer isto, mas a pior coisa em Londres é... o tempo! A chuva e o frio são uma constante em Londres. Mas isso não foi surpresa nenhuma para mim, eu já estava preparado psicologicamente para um clima adverso. Há muitos anos conhecia a fama do tempo britânico. No entanto, uma coisa é estar preparado, outra bem diferente é viver isso diariamente...

Acordar às 6 da manhã e olhar para a janela e ver que um diluvio me espera lá fora é complicado. Principalmente nos dias de trabalho, esses são os que custam mais. Óbvio que com o tempo consegui habituar-me a isso, mas ainda assim ainda custa passar por aqueles dias cinzentos onde o sol não aparece. Não é uma situação fácil, mas bem há coisas muito piores na vida...

 
 

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Capítulo 5 - Um passeio muito especial...

10 de Outubro de 2016... Sempre li muitos livros, confesso que a minha infância foi mergulhada em muitas palavras. E muitas vezes o enredo dessas obras passava-se em Londres. Assim sendo, percorri as ruas londrinas na minha imaginação desde cedo, sonhando como seria fazê-lo na realidade. Não consigo explicar a razão, mas há algo de mágico nesta cidade que sempre me cativou...

Desde que cheguei que aproveitei todas as oportunidades que tinha para explorar um pouco mais de Londres. Hoje vou contar-vos sobre um passeio que me marcou imenso. Quando apanhei o autocarro número 38 até Victoria sabia que aquele ia ter um dia especial. As expectativas eram mais que muitas e nem mesmo o tempo enublado me tiravam o sorriso da cara.

A minha manhã começou no emblemático Palácio de Buckingham, um local que tantas vezes percorri na minha imaginação. Estar ali tão perto foi uma experiência inacreditável. Sentir toda a história daquela zona é indescritível. Foi um sonho tornado realidade. Era capaz de passar umas boas horas a analisar cada detalhe daquele espaço.

A minha viagem prosseguiu, pouco depois, até ao St. James’s Park, um dos espaços verdes mais bonitos da capital britânica. Foi aí que recebi o surpreendente abraço do esquilo! Acho que foi a forma que a cidade “decidiu” de me dar boas-vindas.

Depois de comer o almoço dirigi-me até à última paragem desse dia, talvez o monumento mais mediático de Londres – o Big Ben. Quando o vi, o meu coração acelerou. Provavelmente, este era um dos locais que mais queria ver, mesmo apesar deste ser o local mais cliché de visitar. Foi o momento perfeito para encher o telemóvel com fotografias.

Resumidamente, este foi um capítulo de mais um dia inesquecível que vai perdurar na minha memória! Um dia mágico!

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Capítulo 4 - Como é o custo de vida em Londres?

Primeiros dias de Outubro de 2016... Londres é provavelmente uma das cidades que desperta mais curiosidade a nível mundial, imensa gente tem o sonho de viver aqui pelo menos uma temporada. Poder ter a experiência de passar pelos locais mais emblemáticos daquela que é uma das capitais mais cosmopolitas da Europa. E é justa essa curiosidade, pois a cada rua podes ser surpreendido com algo completamente diferente e especial...   
Mas esse interesse voraz neste lugar acaba por ser nocivo em alguns aspectos, talvez um dos mais relevantes seja o custo de vida. Londres é uma cidade cara! O mercado imobiliário é provavelmente um dos mais lucrativos na capital britânica, sendo os preços bastante elevados. Mesmo um estúdio aqui é uma autêntica loucura! É uma verdadeira dor de cabeça encontrar algo que corresponda com a qualidade/preço.
Já a rede de transportes é incrível! Com 11(!) linhas diferentes, o Metro pode levar-te a qualquer lugar da cidade de forma rápida. Eu uso os autocarros, pois tenho a sorte de ter um directo para o trabalho. Em Londres, uma viagem de autocarro custa sempre uma libra e meia independentemente se fores até à paragem seguinte ou até ao final do percurso. Apesar de haver um passe mensal (cerca de 80 libras por mês), para mim fica mais barato pagar diariamente (3 libras por dia)...     
Talvez uma das coisas que mais surpreendeu foi mesmo a comida, Sinceramente, estava à espera que os preços fossem mais caros. Muitas das coisas acabam por ser mais baratas do que em Portugal. Há imensas lojas (Iceland, Sainsbury's, Lidl, etc.) com preços acessíveis, basta perder algum tempo a fazer um bom planeamento e é possível poupar algumas libras mensalmente.
Desde que lembro que tenho um vício de comprar uma coisa - LIVROS! Londres é um paraíso neste panorama, os preços são mesmo maravilhosos! Vou dar um pequeno exemplo: comprei a trilogia do Milennium do Stieg Larsson por 3 libras, ou seja, paguei uma libra por cada livro... Vale mesmo a pena comprar, a diversidade é enorme e os preços são sempre apetecíveis!  

Em suma, o essencial é ter capacidade de gerir o dinheiro, isso é o segredo de teres ou não uma vida mais desafogada na capital inglesa. Mas isso acontece em qualquer lugar...

 
 

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