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Um Mar de Recordações

Num passado de indefinições, um presente intermitente em que um futuro ambicioso se avizinha

Um Mar de Recordações

Um momento de glória…

Na teimosia do momento, aquele jovem decidiu partir numa louca aventura. Correr uma maratona! Era alguém incapaz de desistir de um desafio. Sofria de uma teimosia crónica, até porque os objectivos serviam para ser ultrapassados. E esse dia tinha finalmente chegado, aquela era a hora de cumprir aquele ambicioso desejo!

42 km era a meta, uma distância que se tornou a sua obsessão , o seu grande objectivo. Assim que ouviu o disparo da partida, começou a dar tudo o que tinha. O desejo era fazer essa distância sem parar em nenhum momento, o tempo não era importante. Chegar a meta, isso sim era indispensável. O verdadeiro desafio. Corria como se aquele fosse o último dia da sua vida. 

Estava na melhor forma física possível, estava preparado para aquela luta constante. Naquele cordão humano impressionante, numa manhã solarenga esse jovem continuava com aquele ritmo louco, como que a querer provar alguma coisa a si próprio. Na verdade, queria afastar todos os seus fantasmas. Nada o podia parar! No meio de milhares pessoas, vivia uma sensação arrebatadora de poder estar a viver aquele momento. Vivia numa luta impressionante para ultrapassar cada quilómetro. 

Estava numa missão: correr até à meta. Resistiu às barreiras que apareceram, de facto nunca parou de lutar. Depois de duas horas de muito esforço e dedicação, a meta finalmente chegou. Uma felicidade invadiu-o um sentimento de dever cumprido. Apesar das dificuldades, atingiu este pequeno objectivo e soube tão bem fazer isso. Por vezes, a teimosia é a melhor das companheiras…

 

 
 

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Objectivo cumprido!

Domingo foi um dia mágico. Após 21 quilómetros cumpridos, a sensação de dever cumprido apoderou-se de mim. Mais uma vez participei na Meia-Maratona de Lisboa e o resultado não podia deixar de ser mais satisfatório. Estava um dia fabuloso para correr, o sol estava simplesmente fantástico para a prática de desporto. Além disso, estar num momento tão emblemático – 25.ª edição – e poder fazer parte daquela moldura humana impressionante é soberbo. É uma adrenalina enorme ultrapassar cada quilómetro, uma verdadeira sensação de superação. Assim sendo, depois de diversos treinos matinais aquele foi o momento de me colocar à prova. Admito que para mim não há nada mais aliciante que ultrapassar obstáculos…

Confesso que esta foi, provavelmente, a prova mais difícil que fiz até agora. Não foi o dia de uma rápida cavalgada até ao final. Na verdade, foi uma corrida extremamente física, mas isso acabou por tornar mais saboroso quando a consegui terminar. Passar aquela meta é das melhores sensações que se pode ter, não há nada mais motivante. Depois de ultrapassar este desafio é impossível não nos sentirmos capazes de fazer qualquer coisa. Apesar de ter custado imenso, o resultado final vale por tudo! Enche-me de orgulho poder ter chegado novamente ao final desta fantástica corrida, agora é apontar baterias para Outubro. Vamos a isso!

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Ao som de (34) – Música para um treino perfeito

Quem me segue no Instagram (@miguel_alexandre7) já sabe que eu ando a treinar para a Meia-Maratona de Lisboa que decorre dia 22 deste mês. Assim sendo, tenho treinado diariamente para estar preparado para o desafio. Uma das coisas que considero indispensáveis para os treinos é uma banda sonora para acompanhar o exercício físico. É a melhor maneira de manter focado e preparado para ultrapassar os quilómetros. É perfeito para ganhar um bom ritmo. Para mim uma boa música permite a que o treino seja mais fluido e mais fácil de ultrapassar. Hoje vou-vos deixar as minhas preferidas para me colocar na zona.  

Queen - Don’t stop me now: A melhor forma de aumentar o ritmo é ouvir a emblemática Don't Stop Me Now (1978), dos Queen. Na voz do talentoso Freddie Mercury, é uma das músicas que me deixa mais envolvido. 

Van Halen – Jump: Em 1984, Jump, dos Van Halen, assaltou por completo as rádios por todo o mundo. Pessoalmente tem uma energia tão positiva que me deixa sempre com um sorriso autêntico sempre que a oiço. 

Survivor - Eye of the Tiger: Celebrizada na saga Rocky, Eye of the Tiger é um balsamo de boa energia e motivação. Lançada em 1982, tornou-se num sucesso mundial e catapultou os Survivor à fama mundial. 

 

Quais são as vossas músicas de eleição para fazer desporto?

 

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Encontrar sempre a meta certa!

Os meus dois grandes objectivos para este ano passavam pela publicação do meu livro e a conclusão de uma meia-maratona. Felizmente, esses dois desejos acabaram por ser concretizados com esforço, espírito de sacrifício e determinação. Ainda assim, não me dou por satisfeito. Sou ambicioso, vocês já devem saber isso.  Adoro desafiar-me, portanto decidi fazer a meia-maratona da Ponte Vasco da Gama. Assim, voltei a equipar-me e ataquei esta prova com tudo o que tinha. Esforcei-me ao máximo, mais uma vez com um tempo tórrido como grande adversário. Foram longos quilómetros, alguns mais dolorosos que outros. No fundo um verdadeiro desafio, nada melhor do que isso para motivar a querer novas conquistas. A desejar mais! O importante mesmo é encontrar sempre a meta certa, seja em qualquer objectivo. Ontem, foi mais uma meta conquistada. A chegada é sempre uma tempestade de emoções. Um momento bastante emocionante. É a sensação de dever cumprido. De mais um obstáculo superado e esse sentimento é um verdadeiro tesouro! A cereja no topo do bolo foi conseguir tirar um minuto ao tempo que tinha feito em Março. Para o ano o desejo passa por fazer ainda menos tempo. Agora é continuar a desejar que estes últimos meses continuem fantásticos e esperar que 2015 seja ainda mais auspicioso!

 

 

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Meia-Maratona: o maior desafio de 2014

Gosto de me desafiar, pôr-me em avaliação, e assim o fiz ontem. Já tinha falado que uma das grandes metas para 2014 era correr uma Meia-Maratona, pois bem esse objectivo foi cumprido neste domingo. Admito não regulo bem da cabeça! Só mesmo alguém louco para se meter numa corrida deste tipo com 22.º graus em Lisboa! A temperatura era absurdamente alta e tornou mais difícil a chegada à meta, mas o sucesso foi atingido. Passaram-se 21 km de suor e perseverança, mas principalmente de muita luta.

E que saboroso foi ultrapassar a meta, a caracterização de um objectivo destes é uma sensação indescritível, uma avalanche de emoções que valeram os três meses de muito treino. Apesar de ter conseguido um pouco acima daquilo que estava à espera de atingir, mas nada disso quebrou as boas sensações que tive. Foi até onde a velocidade que o meu corpo e o calor permitiram. Agora restam dores no corpo, cicatrizes desta batalha travada. Ainda mais ambicioso já penso em nova Meia-Maratona, provavelmente em Setembro vou atacar mais uma. Por agora vou descansar e recuperar estes músculos cansados, para novos e alucinantes desafios. A vida é feita de metas, ontem aquela era a minha. De facto, não há nada melhor do que lutarmos para ultrapassarmos novos obstáculos.

 

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Uma incompatibilidade de preços

Os preços dos combustíveis voltaram a subir nesta semana para um valor recorde. Só desde o início do ano, o preço da gasolina já aumentou mais de 25 cêntimos por litro, o que corresponde a um aumento de quase 17% em pouco mais de três meses. O gasóleo, por seu turno, está 13 cêntimos mais caro do que em Janeiro, o que se traduz num aumento de 9%.
Nesta semana, o preço atingiu máximos históricos com o litro de gasolina a custar 1,769 euros, enquanto o do gasóleo é de 1,529 euros/litro. Este aumento explica-se pela variação da cotação média dos produtos refinados nos mercados internacionais, mas as tensões entre o Irão e os países ocidentais e a crise na zona euro também não vem ajudar a esta situação.
Em Portugal, usar carro começa a ser para rico e andar a pé ou de bicicleta vão voltar a estar presentes no quotidiano dos portugueses. Não podemos ser fatalistas e pensar só nos aspectos negativos, a verdade é que este aumento pode permitir aos portugueses fazer exercício e ter uma vida mais saudável. Além disso, isso também pode promover o aumento de pessoas nos transportes públicos e, consequentemente, menor poluição. É certo que a principio esta é uma situação difícil de gerir, até porque se viveu durante muitos anos com uma excessiva utilização do carro, demasiados anos...
Na verdade, os preços praticados pelas gasolineiras em Portugal são totalmente impraticáveis numa situação normal, quanto mais em tempo de crise… Numa altura em que os gastos devem ser cada vez mais reflectidos, para um cidadão de classe média estes são preços totalmente incompatíveis . Mais uma contrariedade numa vida cada vez mais difícil de gerir.
A escolha de gasolineiras com preços mais acessíveis é cada vez uma acção mais rotineira por parte dos portugueses. E é uma atitude que cada vez mais se compreende… Já em zonas fronteiriças a solução é relativamente simples: abastecer em Espanha, onde os preços são menos elevados. Mas para as restantes zonas do país, o problema tende a tornar-se cada vez mais grave e o melhor a fazer é mesmo deixar o carro em casa. Pessoalmente, tenho começado a fazer isso mesmo, até porque andar faz tão bem…

 

Momento de glória

Sou teimoso, admito que sim. Quando coloco algo na cabeça é muito difícil de desistir a meio. Quase impossível , na verdade. Sofro de teimosia crónica, mas os objectivos servem para ser ultrapassados… Reconheço que o desejo já vinha de algum tempo, mas por infortúnio do destino andava a ser sucessivamente adiado. Este ano chegou finalmente a hora de treinar até atingir o objectivo. Irónico. No ano passado, tinha coberto este mesmo evento, a vida é feita destas peculiaridades.
7 km era a meta, uma distância que se tornou a minha obsessão , o meu desejo. Comecei a treinar tarde para atingir um bom tempo, mas dei tudo de mim. Tudo o que tinha. O desejo era fazer essa distância sem parar, o tempo não era importante. Chegar a meta isso sim era indispensável. O meu desafio. Durante um mês, a fazer chuva, sol ou frio corri. Corri como se aquele fosse o último dia da minha vida.
Senti que estava na melhor forma física possível , mas o meu joelho direito cedeu alguns dias antes da prova. Tive de descansar, mas nunca parei. Mantive-me na luta. Devia ter desistido, mas fazê-lo era assumir que falhei num objectivo a que me tinha proposto. Era fazer com que aquela dor tivesse sido em vão. Não o fiz, corri. Corri como um louco, quis provar algo a mim mesmo. Afastar todos os fantasmas. Nada me podia parar. Após dia 25 de Março tinha todo o tempo para descansar.
No grande dia, um cordão humano impressionante numa manhã solarenga. A festa estava montada, mas eu estava lá para competir, para lutar pelo melhor tempo. Não consegui ficar perto da partida, mas mal tive o sinal para iniciar a marcha, ataquei com tudo o que tinha para chegar mais perto do pelotão da frente. Lá fui eu no meio de 37 mil pessoas a passar por uma das construções mais emblemáticas do país. Que sensação arrebatadora poder estar a viver este momento. Uma luta impressionante para ultrapassar cada quilometro.
Durante a corrida, o meu corpo voltou a pregar-me partidas. Quis parar, mas nunca acedi. Por muitas dores que tivesse, nunca o faria. Sim sou teimoso, mas nada me faria parar. Estava numa missão: correr até à meta. Resisti às barreiras que apareceram, nunca parei de lutar. Consegui correr os 7 km de prova e fi-lo sem parar. O desejo tinha finalmente sido realizado. Uma felicidade invadiu-me, um sentimento de dever cumprido. Apesar das dificuldades, atingi este pequeno objectivo e soube bem fazê-lo. Tenho que admitir, por vezes, a teimosia é tão boa companheira…