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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

08.Set.15

"Os Grandes Portugueses" (31) - Souto Moura

Nome: Eduardo SOUTO MOURA

Data e Local de Nascimento: Porto, 25 de Julho de 1952

Profissão que se notabilizou: Arquitecto

 

Feitos importantes:

  • Formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, iniciou a sua carreira colaborando no atelier de Álvaro Siza Vieira.
  • Em 1981, recém-formado, surpreendeu a comunidade ao vencer o concurso para o projecto do Centro Cultural da Secretaria de Estado da Cultura no Porto, conquista que o viria a lançar para a sua carreira a nível nacional e internacional.  
  • Numa primeira fase da sua carreira, Souto Moura foi um arquitecto na vertente miesziana. Contudo a partir da Casa em Cascais, em 2002, começou a redesenhar a forma de construir e criar arquitectura através da complexidade e dinamismo de formas.
  • É um dos expoentes máximos da chamada Escola do Porto, vencedor do Prémio Pritzker em 2011, o Óscar da Arquitectura. Venceu mais prémios durante a sua carreira como o Prémio Pessoa (1998) e o Prémio Secil (1992, 2004 e 2011).
  • A 14 de Julho de 2011, Souto de Moura foi distinguido pela Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada do Porto com o doutoramento Honoris Causa.

 

Obras mais notáveis:

1990/94 - Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro;

1991 - Burgo Empreendimento (edifícios de escritórios e galeria comercial), na Avenida da Boavista, Porto;

1995/98 - Projecto de conteúdos do Pavilhão de Portugal para a Expo 98;

1997 - Projecto de arquitectura para o Metro do Porto;

2000/03 - Estádio Municipal de Braga para o Euro 2004;

2005 - Serpentine Gallery Pavilion, nos Kensington Gardens, em Londres (com Álvaro Siza Vieira);

2005/09 - Casa das Histórias Paula Rego, Museu em Cascais.

 

 
 

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01.Set.15

Um dia de uma dolorosa enxaqueca...

Num dia de calor abrasador, a minha cabeça não me dá descanso. Dói de forma permanente, numa enxaqueca intensa e dolorosa. Uma pressão demoníaca, que torna quase difícil respirar. Ai, mas que doloroso que isto é! Mal consigo ter os olhos abertos, a dor não me permite. É insuportável esta sensação, sinto que a minha cabeça vai explodir. Nada mais existe, apenas esta dor. Não há forma de pará-la, apenas esperar que fique serena e me permita uns momentos de descanso. É a única coisa que desejo: um pouco de tranquilidade. Contudo, a dor persiste metodicamente cresce a cada segundo. Esta enxaqueca é uma tortura atroz, que não me quer largar. Na verdade, estamos quase que amaldiçoados a que isso aconteça, mas mesmo assim ainda conseguimos encontrar razões para ter paz. Que doce ironia…  

 
 

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