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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

19.Out.14

Um luto devastador

Miguel Alexandre Pereira
Passou um mês depois daquela tempestade devastadora, mas ainda permaneciam alguns destroços do dia sinistro. A vila tinha perdido a sua alegria, outrora colorida e jovial, agora eram os tons negros que imperavam. Parecia um local completamente transfigurado. A população ainda estava a tentar absorver a perda de Bruno Pires. O jovem desaparecera sem deixar rasto naquele temporal destruidor. Naquela pequena vila piscatória, a saudade ainda era extremamente dolorosa. Numa tosca casa (...)
11.Out.14

Enfrentar a força do mar

Miguel Alexandre Pereira
A onda aproximava-se perigosamente, por momentos José Brandão ficou petrificado. Um medo intenso percorreu-o, durante preciosos segundos permaneceu de boca aberta sem reacção. Não conseguia mexer-se, atordoado por aquele destino incerto. Parecia estar numa luta interna para combater aquele sentimento novo que tinha dentro de si. No entanto, a sua longa experiência a enfrentar contrariedades levou a melhor.  Abanou freneticamente a cabeça. Deu uma chapada na cara e voltou a si. (...)
26.Set.14

Dentro de uma tempestade devastadora

Miguel Alexandre Pereira
Chovia torrencialmente, o mar estava muito perigoso. O tempo parecia não dar tréguas, nem dava mostras de alguma melhoria. Naquele oceano, apenas um pequeno barco encontrava-se a lutar contra aquelas ondas enormes. Considerados loucos e corajosos pela comunidade, aqueles audaciosos marinheiros não viravam a cara à luta. As ondas cada vez estavam maiores, as vidas daqueles homens estavam em constante perigo. Ainda assim o capitão daquele barco, não parecia atormentado com medo. José (...)