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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

03.Fev.16

A amar-te desde 2010

Miguel Alexandre Pereira
Uma vez escrevi que o amor não tem datas, é um sentimento que ultrapassa essas banalidades. O amor é para ser vivido e preservado diariamente de uma forma tão única e intensa. É algo tão singular, não se procura, pois simplesmente aparece de forma arrebatadora inesperada. Assim foi em 2010 e continua a sê-lo hoje. É impressionante como o tempo correu num suspiro, sinal de que foi (...)
27.Fev.15

O encontro desejado

Miguel Alexandre Pereira
Respiro fundo, estou numa pilha de nervos. Cheguei à porta principal do aeroporto com uma respiração ofegante. Corri para chegar o mais rápido possível, não consigo esperar mais. Faltava um minuto para a hora combinada. Vou em direcção à zona das chegadas. A pressão era enorme… As portas abrem-se mas apenas aparecem estranhos. A adrenalina estava ao máximo, apenas te queria ver. As saudades consumiam-me. Os segundos a passar eram uma tortura constante. Engulo em seco quando te (...)
03.Fev.15

Cinco anos e estamos só no início

Miguel Alexandre Pereira
Amanhã o calendário marca o mágico dia três, aquela data que é tão especial para nós os dois. Quando os ponteiros marcarem a meia-noite, chega o dia do nosso aniversário. São cinco anos de uma relação de amor, partilha e sinceridade. Parece que foi ontem que nos conhecemos, o tempo passa a correr contigo… Olho-te demoradamente e perco-me nos teus magníficos traços, nessa tua beleza deslumbrante. Sorrio. Hoje aproveito para recordar todos os momentos que partilhamos em (...)
05.Fev.14

Quatro anos de intenso amor

Miguel Alexandre Pereira
Amor, uma palavra tão curta para tudo aquilo que sinto por ti! Apenas quatro letras para resumir todo este sentimento e a intensidade com que o faço torna esta palavra demasiado pequena. É estranho como já passou tanto tempo desde que estamos juntos… Cada dia que passa agradeço a casualidade que nos juntou. Foi há quatro anos que nos tornamos um só para lutar contra todos os obstáculos. Lutamos contra a lógica, assumimos o risco. Agora, quando olho para trás não consigo conter (...)