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Um Mar de Recordações

Um Mar de Recordações

09.Jul.15

A espera é mais fácil com um café

Miguel Alexandre Pereira
Bebia demoradamente um Frappuccino de caramelo, enquanto esperava nervoso pela sua chegada. Ficava mais fácil de aguentar o tempo a passar, enquanto se deliciava com aquela fantástica bebida. Deu um longo suspiro, as suas demonstrações de nervosismo eram cada vez mais frequentes. Arregaçou as mangas da camisa justa que evidenciava um físico bem trabalhado. Não conseguia controlar a ansiedade, para ele é como se fosse sempre o primeiro encontro, as borboletas na barriga persistiam. (...)
20.Fev.14

Nas brumas da esperança

Miguel Alexandre Pereira
A temperatura descia consideravelmente com o desenrolar das horas, o Porto vivia uma fria noite de Inverno. Um nevoeiro começava a cobrir a emblemática cidade dando-lhe uma imagem misteriosa. Poucas pessoas, tinham sido corajosas para sair de casa com aquelas condições preferindo o conforto do seu lar. Contudo, Artur Pinto mantinha-se no mesmo banco perdido nos seus sonhos. Muito raramente, alguns jovens casais passavam perto de si. Estavam de mãos dadas, trocando segredos e (...)
10.Fev.14

Uma caminhada constante

Miguel Alexandre Pereira
Nas ruas da Invicta, um homem avançava vagarosamente num passo arrastado e em esforço. A idade já dificultava os movimentos daquele homem de 71 anos, mas nada abrandava a sua força e perseverança . Por mais de uma vez teve parar para recuperar o fôlego , mas retomava a marcha pouco tempo depois. Não vacilava na vontade de chegar ao seu destino. Era uma noite fria de Inverno, mas não havia que quebrasse a força do seu espírito. Confiava que aquele esforço valia sempre a pena. (...)
12.Set.13

Saudades de ti

Miguel Alexandre Pereira
O meu coração vive atormentado com saudades por não te ter aqui junto a mim. Passaram-se dias desde a última vez que te vi, e é cada vez mais insuportável passar esses dias sem o teu sorriso e carinho. Sinto a tua falta, preciso de ti! Nunca soube lidar bem com esta saudade impossível de suportar. A única coisa que me consola nestes momentos de dor é que a cada dia que passa fico mais perto do teu fabuloso toque. Enquanto isso desespero pelo nosso reencontro. Não consigo resistir (...)